quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Gripe A: Doença provocou 192 mortos no Brasil

O ministro da Saúde brasileiro, José Gomes Temporão, declarou hoje que a gripe A H1N1 já causou 192 mortos no país.

Segundo o ministro, a doença já representa 77 por cento do total dos casos de gripe em todo território brasileiro.

Dados do Ministério da Saúde mostram que 43 por cento dos infectados pelo vírus H1N1 apresentam pelo menos um factor de risco, sobretudo com problemas respiratórios, crianças com menos de dois anos, gestantes, pacientes imuno-deprimidos e cardiopatias.

Informação de Utilidade Pública - Gripe A

A gripe A, ou gripe suína como era reconhecida até 30 de abril de 2009, é causada pelo vírus Influenza tipo A/H1N1 modificado, denominado A/CALIFORNIA/04/2009. Esse, resultante da união de material genético de cepas da gripe humana, aviária e suina; extrapolou a barreira de espécies e passou a atingir seres humanos.

Em dezoito de março do ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde anunciou a ocorrência de casos desta gripe no México e, pouco tempo depois, nos Estados Unidos. Espanha, Canadá e outras regiões do globo terrestre, como o próprio Brasil, também entraram nesta lista. Por tal motivo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou tais incidências como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), criando o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública (GPESP), a fim de monitorar o vírus, tomando as medidas necessárias e cabíveis – como tratamento dos casos e busca pela viabilização de vacina contra tais cepas. Tais providências se fazem necessárias para evitar uma possível pandemia, esta que poderia ser capaz de contaminar um terço da população.

Embora seja mais transmissível que o vírus da gripe aviária, e assim como qualquer outra gripe, o contato com saliva contendo partículas virais, eliminadas principalmente ao espirrar ou tossir; ou secreções de pessoas infectadas são as formas mais comuns de contaminação.

Os sintomas desta doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos. O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas.

Pessoas com tais manifestações, e/ou que estiveram em algum dos países cuja incidência foi confirmada - além daqueles que tiveram contato próximo com estes - devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença. Os kits utilizados fornecem os resultados em até 72 horas, sendo necessárias amostras de secreções respiratórias, de no máximo sete dias após o início das manifestações. Pode ser necessária a coleta de sangue, para diagnóstico diferencial.

Apesar da grande transmissibilidade, algumas medidas relativamente simples podem evitar, de forma significativa, a contaminação pelo A/CALIFORNIA/04/2009. Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço descartável; lavar as mãos frequentemente, com água e sabão; não tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar aglomerações; não utilizar fármacos sem prescrição médica e buscar auxílio médico em casos de manifestação de sintomas são extremamente importantes. Além disso, uma alimentação balanceada e boa ingestão de líquidos reforçam o sistema imunológico, reduzindo as chances de incidência dessa e de outras doenças.


Informações relevantes:

• Não existem registros de incidência deste vírus em outras espécies animais.

• O consumo de carne suína ou derivados, desde que cozidos previamente, não fornece chances de contaminação.

• A maioria dos casos confirmados são adultos ou jovens, o que pode indicar a relativa eficácia das campanhas anuais de vacinação, até então indicadas para crianças e idosos.

• O uso de máscaras e equipamentos de proteção individual é recomendado para os profissionais de saúde e familiares que lidam diretamente com pessoas infectadas. Também é indicado para indivíduos que estão em áreas afetadas.

• Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza? Procure um médico ou um serviço de saúde.

Grécia vai vacinar toda a população conta a gripe A

A Grécia vai vacinar toda a população contra a gripe A, anunciou hoje, sexta-feira, o ministro da Saúde grego, Dimitris Avramopoulos.

"Por instruções do primeiro-ministro (Costas Caramanlis) foi decidido vacinar todos os cidadãos e residentes no país", declarou Avramopoulos numa conferência de imprensa após uma reunião do conselho de ministros.

A Grécia registou até agora 700 casos de gripe A (H1N1), na sua maioria benignos. Quinze pessoas estão actualmente hospitalizadas, quatro das quais em estado grave.

Presidente da Costa Rica tem gripe A


É o primeiro líder mundial a contrair a doença. Oscar Árias permanece isolado na sua residência, segundo as televisões locais.

O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, contraiu a gripe A (H1N1) e foi isolado no seu domicílio.

Prémio Nobel da Paz em 1987, Óscar Arias tem agido como mediador na crise das Honduras, desde a deposição do presidente Manuel Zelaya.

A gripe A já matou 1.462 pessoas dos 177.457 casos confirmados da doença, em 170 países, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Viúva de vítima de gripe A exige indemnização à cidade de Nova Iorque

Subdirector de uma escola pública foi a primeira vítima mortal da gripe A em Nova Iorque. A viúva exige uma indemnização à cidade por negligência oficial.

Bonnie Wiener, juntamente com os seus três filhos, apresentou num tribunal de Nova Iorque um pedido de indemnização de 40 milhões de dólares (28,3 milhões de euros), alegando que a morte de Mitchell Wiener, subdirector de uma escola em Queens, terá ocorrido porque a cidade não reagiu com suficiente rapidez ao surto da gripe A H1N1.

"A cidade não fez nada de errado", contesta o 'mayor' de Nova Iorque, Michael Bloomberg. "Tínhamos de tomar decisões em relação às escolas e a nossa obrigação era mantê-las abertas. Lamento que (Wiener) tenha sido contagiado com o vírus da gripe e falecido por isso, mas não vou comentar sobre a queixa judicial", acrescentou.

Até 1 de Julho (a última actualização publicada pelo Departamento de Saúde de Nova Iorque) tinham morrido 47 pessoas na cidade, vitimadas pela gripe A H1N1, havendo a estimativa de que o vírus se possa ter propagado por meio milhão de nova-iorquinos.

A nível nacional, morreram 436 pessoas nos Estados Unidos, vitimados por complicações acrescidas ao vírus da gripe A H1N1.

A gripe A já matou 1.462 pessoas dos 177.457 casos confirmados da doença, em 170 países, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Morreu 10ª vítima da gripe A em Espanha

Um homem de 30 anos, hospitalizado desde 29 de Julho, morreu nas Canárias, tornando-se a décima vítima da gripe A (H1N1) em Espanha, confirmou o governo do arquipélago espanhol.

Em comunicado, o Governo das Canárias explica que o homem tinha factores de risco - que não revela - e que se encontrava já na unidade de cuidados intensivos do Hospital Doctor Negrín.

Trata-se da décima vítima mortal do vírus em Espanha e ocorre dois dias depois da morte em Valência de uma mulher de 28 anos.

Estima-se que só na primeira semana de Agosto se tenham registado em Espanha entre 12 e 16 mil novos casos de gripe A (H1N1).

domingo, 12 de julho de 2009

Michelle Obama leva as filhas às filmagens de "Harry Potter"

Em visita não oficial ao Reino Unido, a primeira-dama americana, Michelle Obama, levou nesta quarta-feira as filhas Malia e Sasha às gravações do último filme da saga "Harry Potter", com cujos atores fizeram uma pequena festa, informou o jornal "The Times" em sua edição online.

A visita foi um presente para Sasha, que completou recentemente 8 anos, mas Malia, de 10, também aproveitou a ocasião para conhecer os atores Daniel Radcliffe e Emma Watson, informou o "Times", citando fontes ligadas ao estúdio de cinema Leavesden, situado em Watford, arredores de Londres.

Também participou na festa improvisada a autora dos livros de Harry Potter, J.K. Rowling, a quem a primeira-dama americana já tinha encontrado durante a cúpula do Grupo dos Vinte (G20) realizada em abril, em Londres.

Os atores da versão cinematográfica das obras de Rowling estão gravando uma adaptação de duas partes do último livro da série, "Harry Potter e as Relíquias da Morte".

Michelle Obama e as filhas, que decidiram tirar alguns dias para fazer turismo em Londres após passarem o fim de semana em Paris --onde acompanharam a visita oficial do presidente Barack Obama-- assistiram na noite de terça-feira ao musical "O Rei Leão" no West End, distrito marcado pela concentração de teatros, galerias de arte e restaurantes no centro de Londres.

Na segunda-feira elas estiveram no palácio de Westminster, visitaram o Big Ben e jantaram em um restaurante londrino.

Editora de "Harry Potter" nega acusações de plágio

A editora da popular série de livros "Harry Potter" afirmou que pretende lutar judicialmente contra as alegações de que a autora J.K Rowling "roubou" a ideia dos livros de outro escritor.

Em um comunicado, a editora Bloomsbury Plc afirmou que enfrenta um processo em que Rowling é acusada de plagiar a ideia de um escritor chamado Adrian Jacobs. O comunicado ainda afirma que Jacob já morreu, mas o processo é mantido por seus herdeiros.

Nesta terça-feira (16), a Bloomsbury afirmou que as alegações de plágio são "infundadas, não substanciais e falsas" e que Rowling "nunca ouviu falar de Adrian Jacobs e seus livros, nem nunca o viu ou leu sua obra".

Inspirado em filme, novo jogo da série "Harry Potter" tem até quadribol


Quadribol, duelos de magia e romances esperam o jogador em "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que chega às lojas antes mesmo da estreia do filme de mesmo nome, marcada para 15 de julho.

O game, que retrata o movimentado sexto ano do bruxinho na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, tem versões para PC, consoles e portáteis.

Em "O Enigma do Príncipe", Hogwarts e o Mundo dos Trouxas (como é chamado onde vivem os seres humanos) não são mais lugares seguros. Harry suspeita que as ameaças estejam dentro do castelo, mas Dumbledore, diretor da escola, está mais preocupado em prepará-lo para a batalha final conta o vilão Voldemort. Para completar, os bruxinhos estão às voltas com os hormônios adolescentes, então há muito romance no mundo da magia.

O jogo, para quem está familiarizado com a carreira do bruxinho nos games, lembra o estilo de A Ordem da Fênix, com um mundo aberto para explorar. Como de costume, Hogwarts guarda muitos segredos que o jogador deve descobrir enquanto se prepara para o confronto com Voldemort.

O destaque do jogo são os duelos de bruxaria, com muitos efeitos especiais e raios por todos os lados.

Feitiços conhecidos como Protego (que serve para rebater magias), e Levicorpus (que deixa o oponente de cabeça para baixo), figuram entre as armas do jogador.

Para relaxar entre os combates, uma boa opção é o quadribol, uma espécie de futebol de bruxos. Você compete pela equipe de Grifinória no campeonato em Hogwarts, dando voos rasantes com a vassoura em alta velocidade para buscar os gols.

Outros trechos nem são assim tão relevantes, mas mantêm o interesse de quem está do outro lado da tela: os minigames de mistura de poções são alguns deles. É possível até explorar o castelo de Hogwarts em missões noturnas.

No Brasil, a versão para PC de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que é similar às de PlayStation 3 e Xbox 360, é vendida por R$ 99, legendada em português e liberada para todas as idades. O lançamento acontece nesta sexta-feira.

No Wii, o game tem um apelo especial graças aos controles do videogame, que replicam a dinâmica da varinha mágica, especialmente na hora de lançar os feitiços. A qualidade gráfica pode ser inferior, mas a mecânica de jogo ganha um tom todo especial.

Jovem pega prisão perpétua por assassinar ator de "Harry Potter"


O jovem Karl Bishop, 22, foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua, com um mínimo de 20 anos na prisão, pelo assassinato, no ano passado, do ator britânico Rob Knox, então com 18 anos, e que participou no mais recente filme da saga de Harry Potter, ainda por estrear.

O crime ocorreu em maio de 2008, na saída de um bar do bairro de Sidcup, sudeste de Londres. O ator tentou defender seu irmão, Jamie, de 17 anos, que havia sido insultado por Bishop. O réu também foi condenado por ter ferido quatro amigos do ator.

Knox foi atacado com cinco facadas antes da prisão de Bishop no local do crime. A notícia abalou a opinião pública no Reino Unido, onde se multiplicaram os ataques com facas na capital britânica.

Bishop disse durante o julgamento que pegou duas facas da cozinha da mãe porque "duas facas dão mais medo do que uma".

Knox vive o estudante Marcus Belby no sexto episódio das aventuras do aprendiz de feiticeiro, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que deve estrear no segundo semestre deste ano.

Daniel Radcliffe é o ator "teen" mais rentável de Hollywood



O ator Daniel Radcliffe, 19, protagonista da saga cinematográfica do bruxinho Harry Potter, lidera a lista dos atores adolescentes mais rentáveis de Hollywood divulgada pela revista "Forbes".

Além de estrelar uma peça na Broadway, "Equus", o ator britânico estará em três filmes de "Harry Potter", que ainda serão lançados.

O ranking da revista foi criado com base em votos recolhidos dentro da indústria de entretenimento. Os artistas listados tinham até 19 anos no período em que a classificação foi gerada.

Em segundo lugar, aparece a atriz e cantora Miley Cyrus, 16, que faz sucesso como a protagonista da série da Disney "Hannah Montana". Um filme baseado no programa televisivo estreia em abril nos Estados Unidos.

Em terceiro, Dakota Fanning, 15, que despontou em "Uma Lição de Amor", com Sean Penn. Recentemente, ela dublou a voz da personagem principal de "Coraline". Ela ainda viverá uma vampira na continuação do sucesso "Crepúsculo", intitulado "Lua Nova".

Em seguida aparecem, Abigail Breslin, 12, a Olive de "Pequena Miss Sunshine"; e Hayden Panettiere, 19, a líder de torcida da série "Heroes".

Completam a lista Emma Watson, 18, também de "Harry Potter"; Freddie Highmore, 17 ("A Fantástica Fábrica de Chocolate"); Keke Palmer, 15 ("Prova de Fogo"); Emma Roberts, 18 ("Um Hotel Bom pra Cachorro"); e Anton Yelchin, 19, que estrelará os prováveis blockbusters "Star Trek" e "Terminator Salvation."

Veja abaixo a lista completa da revista "Forbes":

1 - Daniel Radcliffe
2 - Miley Cyrus
3 - Dakota Fanning
4 - Abigail Breslin
5 - Hayden Panettiere
6 - Emma Watson
7 - Freddie Highmore
8 - Keke Palmer
9 - Emma Roberts
10 - Anton Yelchin

Trem de Harry Potter chega a Paris para promover filme


A estação de trens parisiense Gare du Nord recebeu nesta segunda-feira (8) três vagões especialmente decorados e cheios de atores, objetos e animais da série "Harry Potter".

Entre eles, estavam Tom Felton, que interpreta Draco Malfoy, Bonnie Wright, que vive Gina Weasley, a coruja de Harry Potter, Edwiges e o cachorro de Hagrid, Canino, além dos gêmeos Weasley.

A composição é parte da promoção do próximo filme da série do mago mirim, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que tem estreia mundial marcada para o dia 15 de julho.

O trem parte de Paris no dia 9 de junho para uma turnê promocional pela França.

Até o dia 21 de junho, ele irá percorrer 11 cidades francesas.

Sequência de "Harry Potter" estreia na próxima semana; veja trailer

Chega às salas dos cinemas brasileiros o sexto filme da franquia, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe". Com estreia prevista para a próxima quarta-feira (15), o longa-metragem deveria ter chegado aos cinemas no fim do ano passado, mas o lançamento foi adiado por seis meses em razão da greve dos roteiristas --ocorrida no final de 2007--, que atrasou a produção do filme.

Na nova filmagem, o mago e seus amigos cursam o sexto ano na escola de magia de Hogwarts, enquanto a ameaça do vilão Voldemort aumenta graças à ajuda surpreendente do professor Severo Snape.

Os cinco filmes anteriores da franquia já arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões. A expectativa dos produtores é de que, com o sexto filme, Harry Potter passe a ser a série mais lucrativa da história do cinema, superando os filmes de James Bond, o agente 007.

Ator de Harry Potter se recupera de gripe suína


O porta-voz de Rupert Grint, conhecido por interpretar o personagem Rony na série de filmes "Harry Potter", afirmou que o ator se recupera da gripe suína --A (H1N1).

Christian Hodell afirmou que o ator ficou alguns dias afastado das filmagens de seu mais recente filme, mas que já está autorizado a voltar ao trabalho.

Ator de "Harry Potter" é indiciado por posse de maconha


Um jovem ator britânico que atua na série de filmes "Harry Potter" foi indiciado nesta terça-feira (7) por posse de maconha, anunciou a polícia britânica.

James Waylett, 19, que interpreta Vincent Crabbe em "Harry Potter", comparecerá no dia 16 de julho diante do tribunal de Westminster, em Londres.

Waylet foi detido em 2 de abril em Londres quando dirigia seu carro. A polícia disse ter encontrado no veículo "oito sacos de um produto que acreditamos ser maconha".

Depois de interrogar Waylet, a polícia revistou a casa onde o ator mora com sua família em Camden, no norte de Londres, e descobriu uma dezena de pés de maconha, cujo valor foi estimado em cerca de 2.000 libras (2.200 euros), segundo a agência britânica Press Association.

Na Grã-Bretanha, a maconha é considerada uma droga leve, de categoria B, desde maio de 2008. A pena máxima para posse de maconha é de 5 anos de prisão, e de 14 anos para sua produção.

Sob chuva, novo "Harry Potter" estreia em Londres


Sob forte chuva, os astros de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" compareceram à estreia do filme na terça-feira (7) em Leicester Square, Londres.

Os críticos dizem que, em comparação com os filmes anteriores, o personagem principal está menos tenso e mais brincalhão.

Os cinco filmes anteriores da franquia já arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões. A expectativa dos produtores é de que, com o sexto filme, Harry Potter passe a ser a série mais lucrativa da história do cinema, superando os filmes de James Bond, o agente 007.

"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" estreia no dia 15 de julho no Brasil.

Fim de "Harry Potter" é libertação, diz protagonista


O ambiente do Mandarin Oriental Hotel, no centro de Londres, é cheio de rococós. Cortinas de veludo, poltronas estofadas, mesas com toalhas pesadas. Daniel Radcliffe, 19, destoa de tudo isso. Ele veste tênis, calças velhas, uma camiseta marrom e uma jaqueta de couro preto. Parece um punk encostado no muro da esquina.

É isso o que a reportagem da Folha lhe diz, assim que ele entra no quarto onde cinco jornalistas o esperam: "Você está vestido como um punk". "Sim", diz, abrindo um sorriso. "Quando estava vindo para cá, tocou Ramones no rádio. É ótimo! Fiquei de bom humor." E que música foi essa? "Sheena Is a Punk Rocker", gravada pelos Ramones em 1977, 12 anos antes de Radcliffe nascer.

"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" estava programado para o Natal de 2008 --por isso, uma série de entrevistas, incluindo esta abaixo, foi feita no ano passado. Mas o filme foi adiado e estreia nesta quarta-feira (15).

Pergunta - Este é o primeiro filme de Harry Potter que é lançado quando todos já sabem o final da série. Isso diminui o interesse?
Radcliffe - Não, porque todo mundo sabia o que acontecia no quinto livro quando o quinto filme foi lançado. Mesmo conhecendo o sétimo livro, as pessoas vão estar curiosas em ver o sexto e o sétimo filme.

Pergunta - E o fato de o sétimo livro ter sido dividido em dois filmes?
Radcliffe - Vamos filmar as duas partes de uma só vez. Eu fiquei feliz com a divisão. Acho que tivemos que cortar muita coisa antes e isso não seria possível no sétimo filme.

Pergunta - E você vai ganhar o dobro de dinheiro?
Radcliffe - (Risos) Em teoria, sim. Acho que sim. Gosto do jeito que você pensa! Primeiro diz que sou punk e agora aumenta meu salário! Yeah!

Pergunta - Você faz trabalhos pelo dinheiro?
Radcliffe - De jeito nenhum. Dinheiro é uma coisa pela qual sou muito, muito grato. Não me preocupo com dinheiro, mas provavelmente isso acontece porque o tenho. Uma das coisas pelas quais adoro George Clooney é que ele faz a série "Onze Homens e um Segredo", que são bons filmes comerciais, e ele tira grana daí e faz "Syriana" ou "Boa Noite, Boa Sorte", filmes que não vão render muito dinheiro, mas que são ótimos.

Pergunta - Estamos bem perto de dizer adeus a Harry Potter. Como se sente a respeito disso?
Radcliffe - Acho que vai ser bem estranho quando terminarmos. Nos últimos tempos, quando fiz outros trabalhos, como "December Boys" [cinema], "Equus" [teatro] ou "My Boy Jack" [filme para TV], sempre soube que haveria um filme de Harry Potter para voltar e havia segurança nisso. Ao mesmo tempo, acho que vai ser uma libertação. Hoje, recebo roteiros fantásticos e tenho que dizer: "Infelizmente, estou ocupado até 2030" (risos).

Pergunta - Cinema, teatro ou TV?
Radcliffe - É interessante. No palco, você tem aquela plateia na sua frente e isso é muito empolgante. Na TV, o legal é que é tão rápido... E, quando vou fazer Harry Potter, é um processo muito, muito lento. Levamos 11 ou 12 meses num filme. Quando conseguimos uma cena inteira num dia, é um dia muito bom. Em "My Boy Jack", fazíamos seis ou sete cenas por dia. Isso me exigia muito mais em termos de aprendizado. A diferença é que a TV é um corrida de cem metros e o cinema é uma maratona. Porque o desafio em Potter é manter os níveis de energia altos e manter a resistência por 12 meses. Mas, se eu tivesse que escolher um dos três, eu realmente amo o teatro e escolheria esse.

Pergunta - As meninas brasileiras querem saber: que tipo de garotas você gosta?
Radcliffe - De garotas brasileiras (risos)! Nunca estive no Brasil, nem na América do Sul. Na verdade, procuro por alguém que seja mais talentosa que eu, que seja mais esperta que eu. Eu quero alguém que me desafie e que esteja certa sobre as coisas mais vezes do que eu. Não sei por quê, mas acho que se entrasse num relacionamento em que eu estivesse sempre certo, eu ficaria de saco cheio. Preciso de alguém que realmente me desafie. E que tenha um bom gosto musical! Sim, porque acho que se a gente estivesse numa situação romântica, jantar à luz de velas, e ela colocasse Britney Spears no som, eu sairia correndo.

Pergunta - Talvez se ela colocasse Sex Pistols?
Radcliffe - Exatamente! Isso seria bem mais romântico (risos).

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Artistas prestam homenagem a Michael Jackson em Los Angeles

Artistas e amigos de Michael Jackson homenageiam o cantor em uma cerimônia realizada nesta terça-feira (7) no Staples Center, em Los Angeles. A cerimônia foi aberta com a fala do cantor Smokey Robinson.

Para plateia presente no ginásio, ele deu início a cerimônia lendo mensagens escritas por Diana Ross e Nelson Mandela. "Michael era um amigo íntimo, uma parte preciosa da minha vida", afirmou a cantora Diana Ross, no comunicado lido por Robinson.

A homenagem ao astro pop começou minutos depois do corpo do cantor chegar ao ginásio. Após o discurso inicial de Robinson, a cerimônia foi interrompida e, de acordo com a rede CNN, a paralisação foi motivada por problemas no áudio do ginásio.

Minutos depois, a cerimônia foi restabelecida, com o coral gospel de Andraé Crouch cantando a música "We Are Going to See the King", enquanto o caixão que transporta o corpo de Jackson era levado para a frente do palco.

O pastor Lucious Smith, amigo da família, ressaltou em discurso o aspecto familiar do artista, como filho, irmão e pai.

"Ele nunca irá para sempre. Até que nós lembremos dele, ele estará lá para nos confortar", afirmou Smith. "Michael fez muito para curar esse mundo. Que esse momento seja um momento de cura, de música, um momento de amor e conforto para todos os que amaram nosso amigo."

A primeira artista a cantar durante a cerimônia foi Mariah Carey, que entrou no palco ao som dos acordes iniciais de "I'll Be There". Durante a música, entrou no palco o cantor Trey Lorenz, que terminou a canção ao lado de Mariah.

A próxima a entrar no palco foi Queen Latifah, que em seu discurso disse estar ali representando todos os fãs que acompanharam a trajetória do artista.

Lionel Ritchie foi o convidado seguinte. Ele entrou no palco e cantou a música "Jesus in Love".

Berry Gordy, fundador da gravadora Motown, foi o próximo a discursar. Em uma longa fala, ele disse que Michael Jackson amava tudo e todos, especialmente seus fãs.

"Posso dizer que ele tinha duas personalidades: fora dos palcos, era uma pessoa tímida. Mas quando subia ao palco, virava outra pessoa... era um mestre", disse.

Gordy terminou seu discurso dizendo que o título de "rei do pop" não é grande o suficiente para Michael Jackson. "Ele foi maior 'entertainer' que já existiu."

Na sequência, um telão instalado no Staples Center mostrou um breve vídeo, mas com muitas imagens do cantor em vídeo clipes e shows.

Amor

Em seguida, entrou no palco o cantor Stevie Wonder, que fez um breve e emocionado discurso antes de começar a tocar "I Never Dreamed You'd Leave in Summer". "Eu amo você, Michael, e já te falei isso várias vezes", disse.

Os próximos a entrar no palco e prestar sua homenagem ao artista foram o jogador de basquete Kobe Bryant e o ex-jogador Magic Johnson. "Estamos aqui para celebrar a vida e o legado deixado por Michael", disse Johnson.

A performance seguinte foi musical, a música "Will You Be There", cantada pela atriz e cantora Jennifer Hudson, acompanhada por alguns dançarinos.

Nada de estranho

Falando como se estivesse em um sermão, o reverendo All Shaptom, amigo da família, defendeu o cantor e ressaltou sua suposta importância para questões raciais e sociais nos Estados Unidos.

"Obrigado, Michael, porque você nunca parou, porque você nunca desistiu, porque acabou com as nossas divisões, por ter nos dado amor, esperança", afirmou. "Eu gostaria de dizer algo para os três filhos [do cantor]: não há nada de estranho com seu pai. Estranho foi o que ele teve de enfrentar."

Após o pronunciamento do reverendo, John Mayer se apresentou tocando "Human Nature".

Amizade

Brooke Shields foi a próxima a dar sua declaração, dizendo que ela e Michael precisaram agir como adultos muito cedo, mas juntos eram "duas crianças se divertindo".

"Smile" foi a canção interpretada por Jermaine Jackson, que fez sua apresentação usando luvas brancas com aplicações de brilho, acessório que era uma das principais características do figurino de Michael.

Após a performance do irmão de Michael, Bernice A. King, filha de Martin Luther King Jr., e Martin Luther King 3º, ativista dos direitos humanos, subiram ao palco para um discurso com teor religioso.

"Michael sempre se preocupou com os outros e com a humanidade. (...) O trabalho e a vida dele foram inspirados por Deus", disse Bernice.

Também se apresentaram na cerimônia o cantor Usher, cantando "Gonne Too Soon", e Shaheen Jafargholi, finalista do programa "Britain's Got Talent, que se apresentou com a canção "Who's Lovin' You".

Lenda americana

Também subiu ao palco a representante negra do estado do Texas no Congresso norte-americano, Sheila Jackson Lee. Durante seu discurso, ela revelou que apresentará diante das autoridades um documento que propõe que o cantor seja reconhecido como "uma lenda e um ícone americano".

Antes dos integrantes que ensaivam para a turnê "This Is It" cantarem "We Are The World" e "Heal The World" ao lado dos convidados, o produtor Kenny Ortega lembrou os últimos momentos ao lado do cantor, no próprio Staples Center. "Ele criou e deu vida a isso", disse. "Michael Jackson vai vivem em nossos corações para sempre".

Deus

A família do cantor também subiu ao palco para agradecer a presença dos fãs. Os irmãos Marlon e Jermaine usaram um discurso fortemente religioso. "É difícil entender porque Deus pediu que nosso irmão voltasse para casa [o Céu], após uma visita tão curta [na Terra]", afirmou Marlon. Ele que ainda pediu que Michael "desse um abraço" em Brandon, irmão gêmeo natimorto de Marlon.

Ao final, a filha de Michal Jackson, Paris, também prestou homenagem ao artista. "Desde que eu nasci, você foi um melhor pai que se possa imaginar. Eu amo você, muito", afirmou a adolescente de 11 anos, entre lágrimas.

Trajeto

O caixão banhado a ouro que transporta o corpo do cantor Michael Jackson, morto no último dia 25, chegou ao local após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills.

Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.

Entre os famosos que irão participar da homenagem ao cantor pop no Staples Center então Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.

A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.

Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.

Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.

Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.

Título de "rei do pop" é pouco para Michael Jackson, diz fundador da Motown


Berry Gordy, fundador da gravadora Motown, que impulsionou a carreira do Jackson 5 e Michael Jackson, foi aplaudido de pé no ginásio Staples Center, em Los Angeles, ao discursar sobre o ídolo. Gordy ressaltou o talento do artista, morto no último dia 25. "O título de rei do pop não é suficiente para ele. Ele foi simplesmente o maior 'entertainer' que já existiu", afirmou.

Gordy falou a respeito da experiência que teve quando Michael Jackson, então com dez anos, se apresentou pela primeira vez em um teste na gravadora. "Naquele julho de 1968 ele surpreendeu a todos, foi maravilhoso. Ele estava muito à frente de sua idade", diz.

Segundo o empresário, Michael Jackson tinha duas personalidades: uma fora do palco, tímido e calado, e outra quando se apresentava. "Ali ele era o mestre, era matar ou morrer. Ele estava completamente no controle", diz. "Michael entrou em órbita e nunca mais desceu."

Homenagem

O caixão banhado a ouro que transporta o corpo de Michael Jackson chegou ao local após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills.

Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.

Entre os famosos que irão participar da homenagem ao cantor pop no Staples Center então Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.

A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.

Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.

Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.

Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.

"Parecíamos um casal estranho", diz Brooke Shields sobre Michael Jackson


"Quando estávamos juntos e havia uma foto, a captura de um momento, parecíamos um casal estranho, um casal improvável. Mas na realidade aquilo era uma amizade natural, fácil." Com essas palavras, a atriz Brooke Shields, 44, abriu o discurso sobre o cantor Michael Jackson, durante homenagem realizada a ele em Los Angeles.

Shields afirmou que os dois se conheceram quando ela tinha 13 anos e iniciaram a amizade de modo praticamente instantâneo.

"Nós dois tivemos de agir como adultos muito cedo. Mas, quando estávamos juntos, éramos apenas crianças se divertindo", disse. "Nunca trabalhamos juntos, nunca nos apresentamos juntos, nunca dançamos no mesmo palco (...), nunca gravamos um vídeo, uma música juntos. Tudo o que fizemos foi rir."

Homenagem

O caixão banhado a ouro que transporta o corpo de Michael Jackson chegou ao Staples Center, onde ocorre a cerimônia, após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills. Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.

Entre os famosos que participam da homenagem ao cantor pop estão Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.

A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.

Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.

Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.

Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.

Local do enterro de Michael Jackson continua incerto

O caixão com o corpo de Michael Jackson deixou o o ginásio Staples Center, onde nesta terça-feira (7) houve uma grande homenagem, sem destino conhecido, e nesta quarta continuam as dúvidas sobre o local onde o artista será sepultado.

A Polícia de Los Angeles disse ao canal Fox que o carro com o caixão seguiu para um cemitério, porém sem identificar qual. Tudo aponta para que não seja o de Forest Lawn, onde a família realizou um funeral particular antes da grande homenagem.

O cemitério Forest Lawn Memorial Park de Hollywood é o local onde foram enterrados famosos como Bette Davis e David Carradine.

Segundo disse à Fox a oficial de Polícia April Harding, o corpo de Michael Jackson não voltará a esse cemitério.

A imprensa local também divulgou que a família Jackson, hospedada no hotel Beverly Wilshire, de Los Angeles, se reuniu depois da homenagem para uma cerimônia particular.

Ainda segundo a imprensa local, a incerteza sobre os planos para o enterro leva a crer que ainda é possível que o cantor seja cremado e as cinzas sejam espalhados no rancho Neverland, residência do artista durante anos.

Em uma entrevista ao canal NBC, Jermaine Jackson, irmão do cantor, disse que Neverland seria o local ideal para isso.

"É seu lar, ele criou isso. Por que não estaria aqui?", disse Jermaine. "Sinto sua presença. E isso me encanta, quero que minha mãe retorne aqui e sinta o que eu sinto", completou.

Tráfego na web fica 9% acima do normal durante funeral de Michael Jackson


A empresa de monitoramento de tráfego na internet em tempo real Akamai registrou uma média de aumento de 9% durante a transmissão do funeral do cantor Michael Jackson, durante esta terça-feira (7). Durante consultas feitas pela Folha Online na tarde de hoje, o índice chegou a 12%.

Nos Estados Unidos e na Europa, a intensidade de fluxo de tráfego foi maior: o Reino Unido liderava os países europeus, com 7,2% de aumento no uso da internet durante a cerimônia, seguido pela França, com 5%. A Alemanha apresentou um aumento de 4,6%.

Nos EUA, a Califórnia trazia um crescimento de 7,8% na tarde de hoje --é neste Estado o local em que o funeral está ocorrendo. A Califórnia vinha seguida por Nova York, Estado no qual se registrava um aumento de tráfego de 3,5%.

Durante a transmissão do funeral, o Brasil registrava um aumento de 1,9% no tráfego de internet.

Focos de crescimento de tráfego também eram encontrados na Ásia, na África e demais países da América Latina.

A transmissão do funeral de Michael Jackson ocorreu em diversos canais de televisão on-line.

Funeral de Michael Jackson tem menos audiência na web do que posse de Obama


Os números preliminares de tráfego na internet durante o funeral de Michael Jackson indicam que a posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou mais atenção de internautas, segundo dados divulgados pela companhia de análise da internet Omniture, na terça-feira (7).

De acordo com o site Techcrunch, durante a posse de Obama, em 20 de janeiro, a transmissão conjunta entre a CNN e o Facebook teve 13,9 milhões de acessos entre 7h e 12h44 no horário de Brasília, com outros milhões de acessos no decorrer do dia, com picos de transmissão que chegaram a 1,32 milhão de visitantes únicos.

Levando em conta os sites da CNN, E! Online, ABC e MTV --que transmitiam o evento por meio do Facebook, houve 964 mil assistindo ao funeral em tempo real. No total, os usuários postaram aproximadamente 800 mil mensagens relacionadas ao assunto.

"Em notícias que devem vir como surpresa absoluta para ninguém, o funeral de Michael Jackson deve ter sido um dos eventos mais assistidos na internet em todos os tempos", disse o Techcrunch. "São números realmente impressionantes, mas não ultrapassaram a posse."

Chineses construirão versão do rancho Neverland

A China está planejando construir em Xangai uma versão própria de Neverland, famoso rancho do cantor Michael Jackson erguido a 150 km a oeste de Los Angeles.

Segundo o jornal "Shanghai Morning Post", a primeira fase do projeto que está em curso em Chonming Island será finalizada em até um ano, cobrindo uma área de aproximadamente 667 mil metros quadrados.

O parque temático terá atrações semelhantes àquelas que podem ser encontradas na Califórnia, com carrosséis, dois trens e um espaço para animais.

O custo total da versão chinesa do rancho é estimado em cerca de US$ 14,6 milhões (aproximadamente R$ 29,2 milhões). O tributo a Michael Jackson, que morreu em 25 de junho, irá incluir um lago artificial, um cinema e um zoológico.

Objetos pessoais do cantor adquiridos em leilões e por outros canais também serão expostos no local.

Bar em Cabedelo (PB) recebe visitantes para ver "imagem" de Michael Jackson

Uma imagem na parede de um bar em Cabedelo (28 km de João Pessoa, PB) tem atraído novos clientes. A dona do bar, Ilza Neves Ferreira, 44, diz que marcas escuras em uma das paredes do imóvel formam o rosto do cantor Michael Jackson, morto há duas semanas.

As suspeitas foram o bastante para chamar a atenção de muita gente. Ferreira diz que 3.000 pessoas passaram pelo bar entre ontem e hoje para ver a tal da imagem. "As pessoas fazem fila, tiram fotos", afirmou.

Ontem, por volta das 18h30, a filha a chamou para ver a parede da sala, ao lado da televisão. Tinha acabado de chover. "As marcas da água formaram o rosto dele. Parece que ele está nos olhando", disse.

Fã de Michael Jackson desde os 12 anos, Ferreira diz que ficou muito emocionada quando viu a imagem e que chorou sem parar. "É inexplicável", conta a dona do bar, que diz preferir a primeira fase de Michael Jackson e adorar a música "Ben".

Sobre o aumento do movimento em seu bar, Ferreira atribui ao boca a boca e à curiosidade dos moradores de Cabedelo e João Pessoa. Ela diz que vai manter o bar aberto amanhã e que não pensa em cobrar pelas visitas.

No Youtube, vídeos extraídos de uma reportagem da CNN mostram um suposto vulto caminhando pelo rancho Neverland --residência do cantor durante muitos anos--, na Califórnia (EUA).

Mariah Carey se desculpa por performance em homenagem a Michael


Em seu perfil no Twitter, a cantora Mariah Carey pediu desculpas por sua performance durante o funeral de Michael Jackson que aconteceu nesta terça-feira (7), em Los Angeles.

De acordo com o site especializado em celebridades Pop Crunch, a cantora desafinou em alguns trechos da música "I'll Be There", que cantou acompanhada por Trey Lorenz.

Em várias mensagens postadas no microblog, a cantora atribuiu as falhas ao fato de estar emocionada após ver o caixão do astro pop.

"Tentar cantar foi praticamente impossível para mim. Eu mal conseguia segurar o choro", escreveu a cantora.

"Desculpem-me por não conseguir fazer isso da melhor forma, mas eu fiquei literalmente chocada quando o vi ali na minha frente. Uma coisa que sei é que nós nunca iremos nos despedir realmente de Michael Jackson. Seu legado vive através da sua música e dos milhões de pessoas que ele inspirou. Ele estará para sempre em nossos corações."

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Crise financière et récession rendent le budget 2009 caduc


C'est l'une des conséquences de la crise : le projet de loi de finances (PLF) pour 2009 est dépassé, avant même que ne débute le marathon budgétaire à l'Assemblée. Les hypothèses macroéconomiques sur lesquelles il est bâti - une croissance de 1 % en 2009 et un déficit public stabilisé à 2,7 % du produit intérieur brut (PIB) - paraissent exagérément optimistes. Quant à la division par deux du rythme de progression de la dépense publique, elle inquiète la communauté des économistes qui redoute ses effets récessifs.

Les dernières prévisions du Fonds monétaire international (FMI), datées du 8 octobre, sont assez alarmistes : la France et la zone euro y sont logées à la même enseigne avec une croissance limitée à + 0,2 % en 2009. Ce scénario, plus noir que celui retenu par le consensus des économistes (+ 0,7 à + 0,8) avant la faillite de la banque Lehman Brothers, est jugé désormais plausible. S'il se réalise, le déficit public pourrait friser les 4 % du PIB en France.


"DÉGRADATION RAPIDE"


Les conjoncturistes réajustent leurs hypothèses pour tenir compte de la détérioration de la situation. Michel Didier (COE-Rexecode) fait état d'une "dégradation extrêmement rapide" depuis le mois de septembre. Fin août, il tablait encore sur une progression du PIB de 0,7 % en 2009. Dans sa nouvelle fourchette de prévisions (entre - 0,5 % et + 0,5 %), il n'exclut pas une récession en 2009. "Depuis le 15 septembre, explique Eric Heyer (OFCE), on a l'impression que tout est mauvais, à l'exception de la baisse du prix du pétrole et de la dépréciation de l'euro par rapport au dollar. Et si les principaux risques devaient se conjuguer - un ralentissement mondial plus prononcé, une baisse accrue de l'immobilier et l'adoption éventuelle d'un plan d'austérité -, la croissance française pourrait être négative". Hervé Monet (Société générale) fait état d'un "violent retournement du secteur manufacturier et d'une chute de l'immobilier". Il s'attend à "une baisse assez forte de l'investissement des entreprises". "On peut avoir assez facilement soit une panne de l'économie, soit une récession en 2009", dit-il. "Début 2008, l'acquis de croissance était de 0,8 %. C'est à peu près ce que l'on aura fait. L'année 2009, elle, débutera avec un acquis nul", note Jean-Christophe Caffet (Natixis).



Plus personne ne croit que le déficit public puisse être stabilisé à 2,7 % du PIB cette année. Même pas Gilles Carrez, rapporteur général du budget, qui n'exclut pas que les moins-values fiscales atteignent 7 milliards d'euros. En 2009, le déficit public serait de l'ordre de 4 % du PIB, inférieur de deux points au niveau atteint lors de la récession de 1993. Compte tenu des menaces élevées de récession, nombre de conjoncturistes s'interrogent sur l'opportunité de limiter à + 1,1 % en 2009 l'évolution de la dépense publique au lieu des 2,2 % constatés entre 1997 et 2007. "En 2009, on va rogner partout. Faut-il vraiment le faire alors que le chômage repart à la hausse et que la situation sociale va se tendre ? Je n'en suis pas sûr", analyse M. Heyer. "Pour éviter que le point bas ne le soit trop, il faudra bien augmenter les revenus réels. On n'y coupera pas", ajoute l'une de ses collègues.

Bercy, pour l'heure, ne varie pas : "Nous menons une politique structurelle de recherche d'efficacité de la dépense publique qu'il faut poursuivre quelle que soit la conjoncture", assure l'entourage d'Eric Woerth. "Si la conjoncture est telle que les recettes fiscales sont moins importantes que prévu, nous ne ferons pas d'économies supplémentaires. Nous n'ajouterons pas la crise à la crise", précise M. Carrez. Les discussions concrètes démarreront le 20 octobre.

Ex-presidente da Finlândia recebe o Nobel da Paz


O ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari venceu o prêmio Nobel da Paz 2008. Segundo a Fundação Nobel o prêmio foi dado por "seus importantes esforços em diversos continentes por mais de três décadas para resolver conflitos internacionais". Ele foi responsável nas negociações de paz em várias partes do mundo, principalmente no Timor Leste, Namibia, Iraque e nos Balcãs. Uma de suas missões mais recentes foi como enviado especial da ONU às negociações sobre o processo de status do Kosovo, que declarou independência da Sérvia este ano.
Ahtissari, nascido em 1937, foi presidente da Finlândia entre 1994 e 2000, e desde então se distinguiu por suas diversas ações como mediador de conflitos. Em 2005, ele mediou o acordo na província de Aceh, na Indonésia. O diplomata também teve um papel importante na Namíbia e no Iraque e contribuiu para a resolução de conflitos na Irlanda do Norte, Ásia Central e no Chifre da África, segundo o anúncio do comitê norueguês. Ahtisaari disse à rede norueguesa NRK que estava "muito satisfeito e agraecido" em receber o prêmio.

Ao apontar Ahtisaari, o comitê do Nobel volta seu foco para o tradicional trabalho pela paz, após premiar o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, no ano passado. "Ele é um campeão mundial quando se fala de paz e ele nunca desiste", resumiu Ole Danbolt Mjoes, presidente do comitê norueguês de premiação do Nobel. "Através de seus esforços incansáveis e bons resultados, ele mostrou o papel que a mediação de vários tipos pode ter na resolução de conflitos internacionais", escreveu o comitê em sua argumentação para apontar o premiado.

O texto do comitê mencionou os trabalhos de Ahtisaari na Namíbia, em Aceh, na Indonésia, em Kosovo e no Iraque. Desde 2005, o nome do premiado deste ano é mencionado entre os prováveis ganhadores. Em agosto daquele ano, Ahtisaari negociou o fim de um conflito na Indonésia que durava mais de 140 anos, ao realizar um acordo entre o governo indonésio e os líderes da guerrilha separatista de Aceh. Ele iniciou e mediou as conversas de paz na Finlândia - o acordo de paz foi firmado em Helsinque. "Ele também fez contribuições construtivas para a resolução de conflitos na Irlanda do Norte, na Ásia Central e no Chifre da África", apontou o texto.

O ex-presidente finlandês expressou satisfação e alegria após receber o Prêmio Nobel da Paz por seu papel como mediador em conflitos internacionais. "A mais importante de minhas missões foi certamente a da independência da Namíbia. Fiquei ocupado com esse processo durante 13 anos. Aceh e Kosovo foram também muito importantes", disse o ex-presidente finlandês. Ele ressaltou que o dinheiro do prêmio o ajudará "a financiar meu instituto Crise Management Initiative", o qual necessita de fundos. Ahtisaari disse esperar que o prêmio atraia mais recursos para seu trabalho em prol da paz. "Há sempre muitas possibilidades. Eu realmente espero, agora que eu recebi o prêmio, que seja mais fácil financiar as organizações que dirijo." Ele afirmou que esse financiamento é necessário e "nunca é o suficiente".

O vencedor do Nobel recebe uma medalha de ouro, um diploma e o prêmio de 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a US$ 1,42 milhão. Ahtisaari vai receber o prêmio em Oslo no dia 10 de dezembro, aniversário de morte, em 1896, do inventor sueco Alfred Nobel. O diplomata foi escolhido por um grupo secreto de cinco membros do Comitê Norueguês, em meio a 197 indicados.

Segundo a BBC, pela tradição, os nomes dos candidatos não foram divulgados. Acredita-se que o político de oposição do Zimbábue Morgan Tsvangirai e a ex-deputada colombiana Ingrid Betancourt estivessem entre eles. Os dissidentes chineses Hu Jia e Gao Zhisheng também estariam na lista, o que levou o governo da China a divulgar um aviso de que o prêmio deveria ir para a "pessoa certa".

Mediador de conflitos

Primeiro finlandês a ganhar o prêmio, Ahtisaari foi nomeado enviado especial da ONU para a Namíbia em 1971. Naquela época, guerrilhas desse país enfrentavam o regime de apartheid da África do Sul. Ele depois foi nomeado vice-secretário-geral da ONU, e em 1988 foi enviado à Namíbia para liderar uma força de mantenedores de paz durante a transição rumo à independência desse país.

Ahtisaari era um professor primário quando ingressou na diplomacia finlandesa em 1965. Ele passou 20 anos no exterior, primeiro como embaixador na Tanzânia e depois trabalhando nas Nações Unidas. Em 1994, Ahtisaari aceitou ser candidato à presidência pelo Partido Social-Democrata e venceu a eleição. Ele não tentou se reeleger em 2000, e desde então trabalhou pela paz internacional. Em 2007, a entidade mantida por Ahtisaari, a Crisis Management Initiative, iniciou conversas secretas na Finlândia entre grupos iraquianos sunitas e xiitas, para discutir um projeto para a paz no país.

Ahtisaari trabalhou ainda tentando resolver os problemas na ex-Iugoslávia. O primeiro-ministro de Kosovo, Hashim Thaci, afirmou que a escolha deste ano do Nobel era "a decisão certa, para o homem certo".

Podemos e vamos resolver essa crise, diz Bush na Casa Branca


O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta sexta-feira que o governo está agindo para resolver a crise e restaurar a estabilidade nos mercados. "Temos uma variadade de ferramentas e vamos usá-las sem pudor. Podemos e vamos resolver esta crise", disse.

Bush ainda afirmou que a ansiedade sobre a instabilidade dos mercados está tornando a crise ainda pior.

O presidente americano fez o pronunciamento na Casa Branca, em meio a uma manhã tensa nos mercados financeiros mundiais.

Solbes: 'No es labor del Gobierno decir a la banca cómo debe gestionar sus carteras'


El ministro de Economía, Pedro Solbes, ha reconocido que el Gobierno sólo podrá recomendar a la banca que destine los 30.000 millones recibidos del fondo estatal de ayuda contra la crisis para atender las solicitudes de préstamos de hogares y empresas.

Solbes ha respondido así a la petición del Partido Popular para que el Ejecutivo asegure que el fondo será utilizado en créditos a familias y empresas. Algo que podría no suceder porque dentro de poco bancos y cajas de ahorro tendrán que hacer frente al vencimiento de sus propios compromisos.

Aunque el preámbulo del Decreto Ley del Fondo de Adquisición de Activos Financieros establecerá que los hogares tendrán prioridad sobre las empresas a la hora de optar a créditos bancarios, según explicó Solbes, lo cierto es que "corresponderá a los bancos" utilizar a su discreción la liquidez que reciban.

"Lo lógico es que no se metan en hipotecas", afirmó el viceministro económico, aunque reconoció que los vencimientos de los compromisos de las cajas de ahorro y bancos tendrán que cumplirse.

"Tenemos que corregir el mercado y no crear una banca pública", señaló el viceministro económico al explicar que la intervención no supondrá, en ningún momento, que el Estado se arriesgue a dar "préstamos a particulares".

"Hay créditos a largo plazo bloqueados que sacaremos de los activos de las entidades para que estas tengan mayor capacidad de liquidez", argumentó Solbes tras anunciar la entrada en vigor "inmediata" del fondo y de la ampliación a 100.000 euros de las garantías a depósitos y fondos de inversión.

Solbes ha insinuado tras la celebración del Consejo de Ministros que los activos financieros que podría comprar el fondo al principio serían las primeras hipotecas, siempre que sean calificadas 'AAA' (máxima nota).

Por otra parte, el viceministro económico asegura que el fondo tendrá un "coste cero" para los bolsillos de los ciudadanos porque los activos comprados por el Tesoro serán rentables o, como mínimo, se venderán en el futuro recuperando la inversión hecha en ellos.

Cómo funcionará el fondo: las subastas
El nuevo fondo con cargo al Tesoro Público para comprar activos financieros "de alta calidad" establecerá limitaciones para evitar que algunos bancos concentren la liquidez y estará sometido al control parlamentario cada cuatro meses, según ha explicado el secretario de Estado de Economía, David Vegara.

"Tendremos que establecer limitaciones a la concentración", dijo Vegara, ya que la compra de activos financieros emitidos voluntariamente por entidades a cambio de efectivo se realizará mediante un proceso competitivo de subasta para la selección de dichos activos a precios de mercado.

Las primeras operaciones del fondo se realizarán en el último trimestre de 2008 mediante un crédito extraordinario de 10.000 millones de euros. El próximo año será cuando se concedan los restantes 20.000 millones.

El secretario de Economía indicó que el fondo trata de suplir las irregularidades en los mercados para que las entidades puedan enajenar voluntariamente sus activos y obtener liquidez para normalizar sus actividades de crédito, facilitando el acceso a empresas y particulares, que deben ser los grandes beneficiarios del plan.

También insistió en que el fondo no es un plan de rescate de entidades, que "ninguna lo necesita", y que estará sometido al control parlamentario, a través del informe que se enviará cada cuatro meses a la Comisión de Economía del Congreso, donde también se podrá comparecer para dar cuenta.

En las subastas a las que acudan los bancos y cajas para acceder a efectivo se tomarán en consideración los títulos que incorporen las titulizaciones más recientes, y todos tendrán la máxima calificación crediticia que otorgan las agencias de rating (AAA), y que podrían ser descontables ante el Banco Central Europeo (BCE).

Wall Street no toca fondo mientras las Bolsas europeas siguen en caída libre


En plena histeria bursátil en todo el mundo, Wall Street protagoniza un arranque de sesión de vértigo, alternando desplomes e incluso ganancias, pero incapaz de deshacerse del pánico financiero que este jueves le condujo a una caída histórica desde 1987.

El Dow Jones (-120.43 / -1.4%)ha llegado a perder los 8.000 puntos en el frenesí de los primeros compases de la sesión, mientras que el resto de indicadores del parqué de Nueva York, el Nasdaq (-13.5 / -1.06%) y el S&P no conseguían poner rumbo.

Mientras tanto, las Bolsas del otro lado del Atlántico protagonizan unas caídas que se antojan históricas. La española no es una excepción y registraba pérdidas de hasta al 10%. El Ibex (-766.9 / -7.74%) pierde de esta forma otro nivel, el de los 9.000 puntos, sólo un día después de dejarse la barrera psicológica de los 10.000 puntos por primera vez en tres años.

Las últimas noticias en torno a la crisis financiera dibujan un panorama preocupante. Ni el plan de rescate financiero aprobado la pasada semana por el Congreso de EEUU ni la acción conjunta de los bancos centrales para bajar los tipos de interés han podido reflotar a los parqués. Tampoco parece haber aliviado la situación la decisión del Banco Central Europeo de conceder préstamos ilimitados a los bancos a un tipo de interés fijo.

Entre los fuertes retrocesos de las otras plazas bursátiles destacan los del FTSE (-290.26 / -6.73%) de Londres y del Dax Xetra (-310.23 / -6.35%) de Fráncfort, que llegaron a caer más del 10%, mientras que el Cac (-242.42 / -7.04%) de París retrocedió en los primeros compases un 8%. El Nikkei (-881.06 / -9.62%) japonés también se derrumbó durante la madrugada y cedió un 9,6%.

Los líderes a uno y otro lado del Atlántico intentan lanzar un mensaje de tranquilidad. Tras los intentos en solitario de diferentes países para hacer frente a la crisis, el G7 estudia este viernes en Washington cómo afrontar una situación que empeora a cada momento.

Además, el presidente de EEUU, George W. Bush, ha anunciado nuevas medidas para restablecer la calma en los mercados y poner freno a la especulación y la diseminación de información falta en una comparecencia ante los medios para analizar la situación del país.

Los último datos económicos en EEUU no abren un panorama esperanzador. Este viernes el Departamento de Comercio informaba de un aumento del déficit comercial en agosto en un 6,8% respecto al mismo periodo de 2007. A esto se suman los malos resultados de un gigante del parqué de neoyorquino, General Electric (+0.62 / +3.26%), cuyos beneficios trimestrales cayeron un 22% por el golpe de la crisis en su rama financiera.

Por otra parte, el presidente del Gobierno español, José Luis Rodríguez Zapatero, ha pedido al presidente francés, Nicolás Sarkozy, con quien ha almorzado esta tarde, una reunión urgente del Eurogrupo para dar una "respuesta coordinada a la crisis". El Fondo Monetario Internacional ha advertido que la actual crisis financiera podría provocar una recesión de la economía mundial el próximo año.

Dentro del Ibex todos los valores se movían con descensos. Los dos grandes bancos, BBVA (-0.96 / -9.1%) y Santander (-1.09 / -10.58%), se llevaban la peor parte con caías que superaban el 8%. Gas Natural (-1.41 / -6.16%) también se desplomaba con gran fuerza y cedía un 10%.

domingo, 21 de setembro de 2008

El Gobierno cifra en 180 los inmigrantes muertos desde 2004 en pateras y cayucos


El Gobierno calcula que desde 2004 y hasta el pasado mes de mayo, un total de 179 personas han perdido la vida cuando intentaban entrar de forma clandestina a España, una cifra que contrasta con los cálculos de la Asociación Pro Derechos Humanos de Andalucía (APDH-A), que cifra en más de 350 los extranjeros fallecidos en pateras y cayucos sólo en este año.

La estimación del Ejecutivo, facilitada en respuesta a una pregunta parlamentaria del PP, no tiene en cuenta a los inmigrantes desaparecidos ni los fallecidos en aguas extranjeras, pues sólo se computan los cadáveres rescatados en las costas españolas.

Según los datos oficiales, el año más trágico fue 2004, cuando perecieron 81 personas intentando llegar a España de forma ilegal. Un año después, fueron 24 las víctimas mortales, que ascendieron a 28 en 2006 y a 36, en 2007. Entre enero y mayo de este año, el Gobierno ha contado una decena de fallecidos.

El presidente de APDH-A, Rafael Lara, afirmó que si bien es normal que en términos generales las cifras no coincidan porque la asociación computa a los desaparecidos y a los muertos en aguas africanas, la cifra de cuerpos recuperados que ofrece el Gobierno es "ridícula", porque en el mismo periodo de 2008 la organización contabilizó más del doble de cadáveres en las costas españolas.

"No entendemos a qué viene ese ocultamiento siniestro del drama de nuestras costas y no sabemos si lo que se pretende es minimizar el problema y decir que la política de control de fronteras no tiene riesgos o simplemente ocultar la realidad", declaró Lara.

Según los datos de la APDH-A, en lo que va de año han fallecido o desaparecido 351 personas en las rutas entre África y España, unas 150 de las cuales lo hicieron ya en aguas españolas. Desde enero de este año se han recuperado 62 cuerpos en las costas nacionales, 26 de ellos, en los primeros cinco meses del año.

Embarcaciones interceptadas
El Ejecutivo informa asimismo del número de embarcaciones dedicadas a la inmigración irregular que se han interceptado en aguas terrotoriales o en costas españolas en los últimos cuatro años, y revela que en total, el número asciende a 3.191 pateras y cayucos, 160 de ellos en los primeros cinco meses de 2008.

Por años, el más intenso fue 2006, cuando las autoridades interceptaron 1.035 embarcaciones, frente a las 566 de 2005 o las 690 intervenidas un año después. De ellas, más de la mitad se detectaron en aguas del Mediterráneo.

ETA atenta contra la Ertzaintza con 100 kilos de explosivo en Ondarroa


Al menos 10 personas han resultado heridas tras la explosión de un coche bomba aparcado junto a la comisaría de la Ertzaintza en Ondarroa (Vizcaya), situada en la calle Zaldubide. El estallido se produjo sobre las 04.30 de la madrugada. El vehículo contenía unos 100 kilos de explosivos.

El consejero vasco de Interior, Javier Balza, ha explicado que los terroristas intentaron provocar "una masacre" y matar al mayor número de ertzainas, según informa Mikel Segovia. Cruzaron el coche en la calle hacia la puerta de la comisaría y tiraron dos 'cócteles molotov' para atraer a los agentes, algo que no ha ocurrido. El vehículo ha volado y ha aparecido en la ría Artibai, a bastantes metros de la zona de la explosión.

El atentado se produjo sin que hubiera ninguna llamada previa alertando de su colocación, por lo que no dio tiempo a evacuar la zona. De los heridos, tres son ertzainas y el resto son vecinos y transeúntes que pasaban por la zona.

En el hospital de Galdakao fueron atendidas ocho personas, entre ellos, los tres policías, aunque únicamente dos de los evacuados a este centro hospitalario permanecen ingresados con pronóstico reservado. La mayor parte de los heridos, que fueron dados de alta, presentaba problemas en los tímpanos a consecuencia de la onda expansiva, así como algunas contusiones.

En el centro de Galdakao se encuentra hospitalizado un ertzaina, con un problema en la mano motivado por el estallido del artefacto y el alcance de la metralla. También ha sufrido la rotura de uno de sus tímpanos y, si bien, en principio, se había informado de que iba a ser intervenido, por el momento los médicos que le atienden han descartado esta posibilidad.

La otra persona ingresada en Galdakao, una joven de 15 años, fue posteriormente trasladada al Hospital de Cruces y presenta traumatismo cranoencefálico y fisura el cráneo, en el parietal. Su pronóstico también es reservado.

En ese hospital de Cruces también se atendieron a otros dos ciudadanos, un chico y una chica, que presentaban lesiones leves y que fueron dados de alta. Por último, otra joven fue trasladada al hospital comarcal de Mendaro en Guipúzcoa, con heridas leves y, posteriormente, recibió el alta médica.

Según han informado fuentes de la investigación, los terroristas colocaron el coche bomba junto a la puerta del edificio de la policía vasca, que se encuentra entre un río y la carretera de acceso a la citada localidad, y se dieron a la fuga.

De momento se desconoce la cantidad de material explosivo que llevaba el coche bomba, pero el estallido ha sido muy potente, según han señalado los testigos. Con la luz del día los agentes han comenzado a recoger evidencias del atentado. La onda expansiva ha ocasionado dos importantes boquetes en la fachada de la comisaria y además ha ocasionado la rotura de numerosos cristales en viviendas y comercios de los alrededores.

Este es el segundo atentado que se produce en el País Vasco en pocas horas. A las 00.00 horas, otro coche bomba estalló en Vitoria sin causar heridos pero originando graves daños materiales. Una llamada a la policía en nombre de la organización terrorista ETA había advertido de la explosión.

En Ondarroa, Vizcaya, gobierna una gestora municipal, ya que debido a la presión de la izquierda abertzale tras las pasadas elecciones únicamente un representante del PP tomó la posesión de su cargo de concejal.

Mort des soldats français en Afghanistan : le rapport qui accable

Les talibans ont pu mener une embuscade meurtrière contre des parachutistes français, le 18 août en Afghanistan, grâce à un équipement et une préparation bien supérieurs à ceux de leurs adversaires, révèle le quotidien canadien Globe and Mail, qui affirme avoir eu accès à un rapport "secret" de l'OTAN. L'unité de soldats français, tombée dans l'embuscade, n'avait pas suffisamment de balles ni d'équipement de communication, affirme le journal.

LE MINISTÈRE DE LA DÉFENSE MAINTIENT SA VERSION, L'OTAN DÉMENT LES CRITIQUES

A Paris, le ministère de la défense dit tout ignorer de ce rapport. "A ce stade, nous n'avons pas trace de l'existence de ce document à Paris", a déclaré, dimanche, le porte-parole du ministère Laurent Teisseire, précisant que la défense avait "interrogé l'OTAN" mais pas encore obtenu de réponse. "Nous ne disposons pas d'élément pour le moment sur l'existence même de ce document", a-t-il insisté. M. Teisseire a également souligné que la défense maintenait "tous les éléments factuels donnés depuis le début sur les modalités et les caractéristiques de l'embuscade et de l'opération" du 18 août.

L'OTAN nie avoir formulé des critiques contre l'équipement et la préparation des soldats français, mais a reconnu la capacité des talibans de mener des opérations d'envergure. "Nous n'avons aucune information indiquant que les forces françaises étaient sous équipées", a affirmé, dimanche, le porte-parole de l'Alliance, James Appathurai. "L'OTAN n'a aucun doute sur les capacités et l'entraînement des forces françaises", a-t-il insisté. "Je suis en mesure d'affirmer qu'il n'y a eu aucun rapport, ni de l'OTAN, ni de l'ISAF sur ces événements", a affirmé en début d'après-midi le porte-parole de l'Allliance. "Le secrétaire général n'a pas connaissance d'un tel rapport" et à ce stade, après recherches, nous n'avons pas trouvé trace d'un tel rapport", avait-il déclaré un peu plus tôt.

Le rapport évoqué par le Globe and Mail donne une autre version de l'embuscade. Selon lui, la section française aurait été obligée d'abandonner le combat lorsqu'elle s'est retrouvée sans munitions après seulement 90 minutes d'engagement, alors que les affrontements auraient duré près de deux jours. Elle n'avait qu'une seule radio, qui s'est trouvée rapidement hors service, empêchant ainsi les soldats d'appeler leurs camarades au secours, les obligeant à patienter de longues heures avant l'arrivée de renforts. "Ceci est probablement dû au fait que la section française ne disposait que d'une radio", peut-on lire dans des extraits du rapport de l'OTAN, qui précise que l'appareil est tombé en panne peu après le début des combats. Le Globe and Mail indique par ailleurs que les soldats ont été tués "lors de combats rapprochés", accréditant ainsi la thèse de l'arrivée tardive des renforts.

INSURGÉS BIEN PRÉPARÉS ET SOUTENUS


Au contraire, les insurgés, eux, étaient extrêmement bien préparés, accompagnés de tireurs d'élite, entraînés aux techniques de guérilla et équipés en balles incendiaires, souligne-t-il. "La précision de l'ennemi était très bonne", note le rapport. Selon différentes informations, non confirmées, ce groupe d'insurgés n'était pas uniquement composé de talibans afghans, mais semblait avoir reçu l'aide d'autres rebelles, et notamment d'extrémistes venus du Pakistan, selon le général canadien Richard Blanchette, un porte-parole de l'ISAF. "Le fait qu'ils sont en possession de davantage d'armes sophistiquées est peut-être signe d'une connexion avec des gens de l'extérieur", a expliqué le général Blanchette au Globe and Mail.

L'enquête de l'OTAN avance deux hypothèses qui expliqueraient les circonstances de l'embuscade. "Soit les forces de l'ISAF ont pénêtré dans un village truffé d'insurpassable. Et dans ce cas, les taliban se sont retirés vers des positions défensives à l'approche de l'ISAF, avant d'exécuter un plan soigneusement préparé." "Soit les insurgés ont obtenu des renseignements sur l'itinéraire et la destination" des soldats, peut-on lire dans Le Globe and Mail. Le document de l'OTAN pointe par ailleurs le rôle des forces afghanes dans la tournure des événements, qui se sont enfuies à pied, peu après le début des combats, "laissant sur place leur équipement militaire, en proie à l'ennemi".


MANIFESTATIONS


Dimanche matin, à Paris, des opposants à la présence militaire française en Afghanistan ont déployé sur le pont de Tolbiac une banderole appelant les parlementaires à s'opposer lundi au maintien des forces françaises dans ce pays. Samedi, plusieurs milliers de personnes ont défilé à Paris et Lyon pour dénoncer la présence de troupes françaises en Afghanistan.


Cette manifestation survenait à deux jours du débat prévu lundi à l'Assemblée nationale sur ce sujet. Selon un sondage BVA pour Orange et L'Express rendu public mardi, les Français sont à 62 % opposés au maintien d'une présence militaire de la France en Afghanistan.

Elections sénatoriales : les enjeux du scrutin


Un peu plus de 50 000 "grands électeurs" sont appelés à se rendre en préfectures, dimanche 21 septembre, pour élire 114 sénateurs. Une élection d'un autre temps ? L'image surannée du Palais du Luxembourg cadre mal avec les responsabilités renforcées que la révision constitutionnelle adoptée le 21 juillet accorde au Sénat. Selon un sondage Ifop pour Profession politique, réalisé les 4 et 5 septembre auprès de 1 006 personnes, 74 % des personnes interrogées estiment que le Sénat n'est pas "moderne" et 71 % ne le jugent pas "représentatif".

Deux enjeux majeurs dominent pourtant ce scrutin. Dans quelle mesure le renouvellement d'un tiers des effectifs va-t-il permettre de "rééquilibrer" une chambre où l'UMP est la force dominante mais, à l'inverse de l'Assemblée nationale, ne dispose pas de la majorité absolue ? Qui les sénateurs porteront-ils à la présidence pour mettre en oeuvre le chantier d'une rénovation que la réforme des institutions rend encore plus urgente ?

Qui vote ? Le scrutin du 21 septembre concerne les départements métropolitains de l'Ain à l'Indre et le Territoire de Belfort, ainsi que la Guyane, la Polynésie française, Wallis-et-Futuna, Saint-Barthélemy, Saint-Martin et quatre représentants des Français établis hors de France. Aux 102 sièges à renouveler s'ajoutent 12 nouveaux sièges à pourvoir. Les effectifs du Sénat passeront ainsi, au terme de ce renouvellement, de 331 à 343. Les sénateurs sont élus, dans chaque département ou collectivité, par un collège composé des députés, des conseillers régionaux, des conseillers généraux et de délégués des conseils municipaux. Ces derniers représentent 95 % du corps électoral.

Les rapports de forces actuels. Dans le Sénat sortant, le groupe UMP détenait 159 sièges sur 330 (un siège étant resté vacant depuis le décès de son titulaire). La majorité présidentielle s'appuyait aussi sur le groupe Union centriste (30 membres) qui a survécu à la disparition de l'UDF et dont le président, Michel Mercier, tente tant bien que mal de concilier les différentes sensibilités. Elle disposait aussi d'une réserve de voix chez les 17 membres du Rassemblement démocratique et européen (RDSE), alliage composite de radicaux de droite et de gauche, et de quelques sénateurs non inscrits. Globalement, dans les scrutins majeurs comme le vote du budget, la majorité pouvait tabler sur un potentiel de 195 voix, la gauche (PS, PCF, Verts, PRG) ne disposant, stricto sensu, que de 125 voix.

Les évolutions attendues. Pas de risque pour la majorité présidentielle de perdre le Sénat. En dépit des scrutins locaux intervenus depuis 1998, qui ont permis à la gauche de gagner la majorité des régions, des départements et des communes de plus de 3 500 habitants, les déplacements devraient rester limités. Le renouvellement des effectifs par tiers - à partir de 2011, il s'effectuera par moitié - a pour effet de "lisser" les évolutions électorales. Surtout, le collège sénatorial surreprésente les communes de moins de 3 500 habitants, qui à elles seules fournissent la moitié des délégués.

Le premier secrétaire du PS, François Hollande, espère pour son parti un gain de "10 à 15 sièges". Insuffisante pour faire basculer la majorité, cette progression, si elle se vérifiait, pourrait toutefois offrir une "clé de blocage" à l'opposition dans le cadre d'une éventuelle révision constitutionnelle nécessitant trois cinquièmes des suffrages du Parlement.

L'objectif pour l'UMP est de conserver, au minimum, le même nombre de sièges. Ce qui malgré tout l'obligera, pour arriver à la majorité absolue, à composer - au moins dans la forme - avec ses partenaires et alliés. Le RDSE espère pouvoir continuer à former un groupe (15 membres au Sénat). De son côté, le Nouveau Centre présidé par Hervé Morin, le ministre de la défense, aspire à pouvoir en constituer un, qui deviendrait le correspondant de celui qu'il possède déjà à l'Assemblée. Ceci entraînerait la fin du groupe centriste et l'isolement des partisans de François Bayrou.

Qui succédera à Christian Poncelet ? Dès dimanche soir commencera la bataille pour la présidence du Sénat. L'UMP considère qu'elle lui revient de droit. Elle procédera, mercredi, à une primaire pour désigner celui qui sera son candidat. Deux "poids lourds", Gérard Larcher et Jean-Pierre Raffarin, et un "outsider", Philippe Marini, se disputent les faveurs de leurs collègues. L'élection du futur président, par l'ensemble des sénateurs, aura lieu le 1er octobre.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Obama Wins Nomination; Biden and Bill Clinton Rally Party


Barack Hussein Obama, a freshman senator who defeated the first family of Democratic Party politics with a call for a fundamentally new course in politics, was nominated by his party on Wednesday to be the 44th president of the United States.

The unanimous vote made Mr. Obama the first African-American to become a major party nominee for president. It brought to an end an often-bitter two-year political struggle for the nomination with Senator Hillary Rodham Clinton of New York, who, standing on a packed convention floor electric with anticipation, moved to halt the roll call in progress so that the convention could nominate Mr. Obama by acclamation. That it did with a succession of loud roars, followed by a swirl of dancing, embracing, high-fiving and chants of “Yes, we can.”

In an effort to fully ease the lingering animosity from the primary season, former President Bill Clinton, in a speech that had been anxiously awaited by Mr. Obama’s aides given the uncomfortable relations between the two men, offered an enthusiastic and unstinting endorsement of Mr. Obama’s credentials to be president. Mr. Clinton’s message, like the messenger, was greeted rapturously in the hall.

“Last night Hillary told us in no uncertain terms that she is going to do everything she can to elect Barack Obama,” Mr. Clinton said. “That makes two of us.”

Mr. Clinton proceeded to do precisely what Mr. Obama’s campaign was looking for him to do: attest to Mr. Obama’s readiness to be president, after a campaign largely based on Mrs. Clinton’s contention that he was not.

“I say to you: Barack Obama is ready to lead America and restore American leadership in the world,” Mr. Clinton said. “Barack Obama is ready to preserve, protect and defend the Constitution of the United States. Barack Obama is ready to be president of the United States.”

Senator Joseph R. Biden Jr. of Delaware, Mr. Obama’s choice for vice president, accepted the nomination with a speech in which he spoke frequently, and earnestly, of his blue-collar background, in effect offering himself as a validator for Mr. Obama among some voters who have been reluctant to embrace the Democratic presidential nominee.

He then turned to Senator John McCain, the likely Republican nominee, signaling how he would go after him in the campaign ahead. He referred to Mr. McCain as a friend — “I know you hear that phrase a lot in politics; I mean it,” he said — and then proceeded to offer a long and systematic case about why Mr. McCain should not be president.

“The choice in this election is clear,” Mr. Biden said. “These times require more than a good soldier. They require a wise leader,” he said, a leader who can deliver “the change that everybody knows we need.”

His 21-minute address completed, Mr. Biden was joined on stage by his wife, Jill, who told the crowd they were about to be joined by an unscheduled guest. The crowd exploded as Mr. Obama walked around the corner.

“If I’m not mistaken, Hillary Clinton rocked the house last night,” he said, gazing up at where Mr. and Mrs. Clinton were watching the proceedings and leading the crowd in applause. “And President Clinton reminded us of what it’s like when you have a president who actually puts people first. Thank you.”

The historic nature of the moment quickly gave way to the political imperatives confronting Mr. Obama, who arrived here on Wednesday afternoon and is to accept the nomination Thursday night before a crowd of 75,000 people in a football stadium. After days in which the convention often seemed less about Mr. Obama than about the two families that have dominated Democratic politics for nearly a half-century, the Kennedys and the Clintons, he needed to convince voters that he has solutions to their economic anxieties and to rally his party against the reinvigorated candidacy of Mr. McCain.

The roll-call vote took place in the late afternoon Wednesday — the first time in at least 50 years that Democrats have not scheduled their roll call on prime-time television — as Democrats sought to avoid drawing attention to the lingering resentments between Clinton and Obama delegates. Yet the significance of the vote escaped no one, and sent a charge through the Pepsi Center as a procession of state delegations cast their votes and the hall, slightly empty at the beginning of the vote, became shoulder-to-shoulder with Democrats eager to witness this moment.

As planned, it fell to Mrs. Clinton to put Mr. Obama over the top. He was declared the party’s nominee at 4:47 p.m. Mountain time after Mrs. Clinton, in a light blue suit standing out in a crowd that included almost every elected New York official, moved that the roll call be suspended and that Mr. Obama be declared the party’s nominee by acclamation. The vote was timed to conclude during the network evening news broadcasts.

“With eyes firmly fixed on the future in the spirit of unity, with the goal of victory, with faith in our party and country, let’s declare together in one voice, right here and right now, that Barack Obama is our candidate and he will be our president,” Mrs. Clinton said.

“I move that Senator Barack Obama of Illinois be selected by this convention by acclamation as the nominee of the Democratic Party for president of the United States,” she said.

Speaker Nancy Pelosi of California, standing at the lectern, asked for a second and was greeted by a roar of voices. A louder roar came from the crowd when she asked for support of the motion.

When the voting was cut off, Mr. Obama had received 1,549 votes, compared with 231 for Mrs. Clinton.

The hall pulsed when Mr. Clinton strode onto the stage for a performance that became a reminder of why Democrats had considered him a politician with once-in-a-generation skills — and suggested that for Democrats in this hall at least, Mr. Clinton may have survived a primary in which he was repeatedly criticized for the sharp tone he often used against Mr. Obama. Again and again, Mr. Clinton tried to quiet the crowd. Again and again, they ignored him.

“You all sit down, we have to get on with the show,” he said.

Mr. Clinton arguably did a better job than Mrs. Clinton the night before in making the case for Mr. Obama, and pumped up a crowd at a convention that has often seemed listless. He even managed, amid all his praise, to slip in a reference to the reservations he voiced about Mr. Obama back when he was campaigning against him, suggesting that Mr. Biden was just what Mr. Obama needed.

“With Joe Biden’s experience and wisdom, supporting Barack Obama’s proven understanding, instincts and insight, America will have the national security leadership we need,” he said.

And without mentioning Mr. McCain by name, he offered a sharp denunciation of him and the Republicans.

“The Republicans will nominate a good man who served our country heroically and suffered terribly in Vietnam,” he said. “He loves our country every bit as much as we all do. As a senator, he has shown his independence on several issues. But on the two great questions of this election, how to rebuild the American Dream and how to restore America’s leadership in the world, he still embraces the extreme philosophy which has defined his party for more than 25 years.”

“They actually want us to reward them for the last eight years by giving them four more,” he said. “Let’s send them a message that will echo from the Rockies all across America: Thanks, but no thanks.”

For all the good Mr. Clinton might have done for Mr. Obama on Wednesday night it marked the second night in a row that the Clintons had been the face of what was supposed to be Mr. Obama’s convention. But when Mr. Obama walked out from backstage at the end of the night — “Hello, Democrats!” — he left little doubt about who was now the face of the Democratic party.

For Mr. Obama, the nomination — seized from Mrs. Clinton, who just one year ago was viewed as the obvious favorite to win the nomination especially against an opponent with a scant political résumé — was a remarkable achievement in what has been a remarkable ascendance. It was less than four years ago that Mr. Obama, coming off of serving seven years as an Illinois state senator, became a member of the United States Senate. He is 47 years old, the son of a white mother from Kansas and a black father from Kenya.

Mr. Obama’s nomination came 120 years after Frederick Douglass became the first African-American to have his name entered in nomination at a major party convention. Douglass received one vote at the Republican convention in Chicago in 1888.

Making the moment even more striking was the historical nature of Mrs. Clinton’s candidacy. She was the third woman whose name has been entered as a candidate for president at a major party convention. As she moved to end the roll-call vote, some women in the hall could be seen wiping tears from their eyes.

El Euribor cae en agosto pero las hipotecas a revisar se encarecerán

El Euribor, indicador utilizado para revisar la mayoría de las hipotecas en España, cerró agosto en el nivel del 5,32%, unos 0,07 puntos por debajo de la cota de julio, con lo que rompe la tendencia alcista de los últimos cinco meses.

El indicador ha conseguido recortar unas céntémismas respecto a julio a falta de un día para que finalice oficialmente el mes, aunque, continúa en niveles máximos históricos por tercer mes consecutivo, ya que en junio superó la barrera más alta marcada hasta ahora en agosto del año 2000 (5,248%), al cerrar en el 5,361%, y julio en el 5,393%.

A pesar del descenso registrado por el Euribor en agosto, los consumidores verán incrementadas las cuotas que pagan cada mes por sus hipotecas, ya que el indicador se situaba en tasas más bajas en agosto de 2007. No obstante, este incremento será menor que el que soportaron los consumidores que revisaron su hipoteca en julio.

En concreto, para una hipoteca de 141.939 euros (importe medio en junio según los últimos datos del Instituto Nacional de Estadística), un diferencial del 0,50% y un plazo de amortización de unos 26 años, los usuarios pagarán en agosto 56 euros más al mes y unos 670 euros más al año.

Los usuarios que tengan contratada la revisión de su hipoteca de manera semestral experimentarán un incremento de unos 80 euros al mes y unos 960 euros al año, ya que el Euribor en febrero se situaba en el 4,349%, muy por debajo del nivel actual.

La volatilidad ha sido la tónica dominante en el comportamiento de este indicador durante agosto, mes en el que las perspectivas sobre un posible recorte o mantenimiento de los tipos de interés por parte del Banco Central Europeo han permitido su descenso.

Dos familias incineraron restos que no eran los de su allegado por un error en la entrega

Iban a despegar con los restos mortales de su familiar rumbo a Francia, cuando recibieron una llamada del Consulado galo comunicándoles que las cenizas que llevaban en la urna no eran las de su allegada.

Un fallo en la entrega de féretros que contenían los restos mortales de dos víctimas del accidente aéreo del avión de Spanair ha provocado que las dos familias incineraran cuerpos que no eran los de su familiar, según han indicado fuentes cercanas a la investigación.

El titular del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid, Javier Pérez, investiga cómo se produjo el error. Los féretros con los restos mortales de las dos víctimas del accidente fueron intercambiadas por un fallo en la recogida de los ataúdes por parte de la funeraria.

Uno de las fallecidas era Pilar González, una joven francoespañola que llevaba un año residiendo en Gran Canaria, donde daba clases en un colegio francés de la localidad de Taliarte.

De esta forma, los restos mortales de la víctima número 134, la ciudadana francesa, fueran entregados a la familia de la víctima 104, y viceversa. Las familias celebraron, por tanto, la incineración con cuerpos que no correspondían a la persona que creían.

Los restos de Pilar iban a ser trasladados por sus familiares esta misma mañana a Francia por avión, pero, una vez detectada la incidencia, el Juzgado hizo las gestiones pertinentes con el Consulado galo en Madrid y, poco después cada familia tenía ya en su poder la urna que le correspondía.

Las fuentes judiciales consultadas han insistido en que en ningún caso se ha producido un error en la identificación de las víctimas, ya que éste es un proceso "absolutamente fiable". Los agentes del servicio especial de la Guardia Civil que colaboran en los reconocimientos realizaron la identificación de forma correcta, a través del ADN de los dos fallecidos.

Una vez que la Guardia Civil identifica a los cadáveres se hace entrega de los cuerpos al juez, que es el quien determina el procedimiento de entrega.

Los familiares de otros dos ciudadanos franceses fallecidos en el accidente han calificado lo sucedido como "un error intolerable".

Un vehículo del Consulado francés con personal de los servicios psicosociales llegó a media tarde al hotel Auditorium, donde las familias de los heridos y de las víctimas mortales que aún no han sido identificadas aguardan noticias de sus allegados.

El Ministerio del Interior alegó que el reparto de los restos mortales es competencia del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Kléber reclama de perseguição da arbitragem e da imprensa


Para a torcida do Palmeiras, Kléber é um dos jogadores mais raçudos a vestir a camisa do clube nos últimos anos. Um ídolo. Para jogadores e torcedores adversários, porém, o atacante confunde raça com deslealdade. É tachado de violento dentro de campo e nos debates na tevê e no rádio. E vem colecionando um cartão atrás do outro - são três vermelhos e cinco amarelos em 11 jogos, recorde absoluto no Brasileirão.

A última expulsão foi contra o Goiás, no domingo retrasado. O zagueiro Rafael Marques o acusou de agressão, que foi registrada na súmula pelo árbitro Alicio Pena Júnior. "Não agredi ninguém! Ele simulou, caiu, aí o assistente levantou a bandeira e o juiz foi na dele", diz Kléber. "O problema é a fama que eu peguei." O atacante reclama de perseguição e culpa também a imprensa. "Se o juiz lê que sou violento, já me olha de outra forma no jogo seguinte."

Carlos Eugênio Simon, árbitro de duas Copas do Mundo, diz que a acusação de Kléber é "absurda". O próprio Simon chegou a dar um amarelo para ele no jogo do Palmeiras contra o Vasco - e o atacante também reclamou de perseguição. "Árbitro nenhum persegue jogador. Quem é o Kléber pra falar isso?"

Temeroso por uma suspensão severa pela expulsão contra o Goiás (o julgamento ainda não foi marcado), Kléber tem dito que precisa se controlar. Argumenta que passou quatro anos na Ucrânia, "onde os árbitros não costumam dar qualquer faltinha", e ainda não conseguiu se readaptar ao futebol brasileiro, apesar de já estar há seis meses no Palmeiras.

"O árbitro da partida contra o Fluminense (Leandro Vuaden) foi elogiado justamente por deixar o jogo correr. Esse deveria ser o critério da arbitragem. Se o jogo fica truncado, o jogador se irrita."

A diretoria e o técnico Vanderlei Luxemburgo têm se colocado ao lado de Kléber. O atacante recebeu uma multa pela expulsão contra o Goiás, mas ninguém foi a público para condená-lo. Pelo contrário: o treinador chegou a defendê-lo, por concordar que exista um exagero nas punições ao jogador. "O Kléber está sendo penalizado porque tem um estilo de jogo diferente. Ele é muito forte e é duro nas disputas de bola. Mas isso não quer dizer que seja violento", defendeu o treinador.

Kléber acha que o exemplo de perseguição vem do próprio Palmeiras. "Está acontecendo comigo a mesma coisa que aconteceu com o Valdivia ano passado", compara Kléber, sem lembrar que o chileno continua levando muitos cartões amarelos por simular faltas, na visão dos árbitros, e reclamar. "Mas é meu estilo de jogo, não posso mudar. Entro sempre pra ganhar. Não sou do tipo que tira o pé de dividida."

Força Nacional para eleição ainda não é necessária, diz TRE-RJ

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio, desembargador Roberto Wider, disse nesta segunda-feira, 28, que ainda não há necessidade de solicitar o envio de tropas federais para garantir o pleito no Estado porque pode estar havendo uma certa "politização" da questão da segurança na campanha. Ele confirmou que o órgão já recebeu mais de 20 denúncias anônimas de que há pelo menos sete áreas da capital, dominadas por traficantes ou milicianos, em que candidatos estariam tendo dificuldade de entrar para fazer campanha e eleitores estariam sendo constrangidos , mas declarou que "a questão do tráfico e das milícias não é nova". Nesta terça-feira, ele se reúne com a cúpula da Secretaria de Segurança do Rio para tratar do assunto.

Além das denúncias recebidas pelo TRE-RJ, a polêmica sobre a falta da segurança nas eleições fluminenses ficou latente no último sábado, quando fotógrafos de três veículos da imprensa do Rio foram obrigados por traficantes armados da Vila Cruzeiro (Penha, zona norte) a apagar as imagens registradas durante campanha do senador Marcelo Crivella (PRB), em que ele aparecia cumprimentando supostos traficantes. As fotos foram recuperadas por um software especial e publicadas. Dois dias antes, a polícia encontrou na Rocinha (São Conrado, zona sul) uma espécie de ata de uma suposta reunião na favela, que teria sido redigida por traficantes, em que se determinava "todo empenho para o candidato da Rocinha".

Desde 6 de julho, quando a campanha para prefeito e vereador começou oficialmente, o TRE-RJ já recebeu mais de 20 denúncias . Rocinha , complexo de favelas da Penha (em especial Vila Cruzeiro) e morro do Vidigal são as áreas dominadas pelo tráfico citadas nesses informes. As áreas controladas por milicianos , todas na zona oeste, são favelas de Santa Cruz, Jacarepaguá, Rio das Pedras (uma favela em Jacarepaguá) e Carobinha. Esta última seria controlada pela "Liga da Justiça", milícia que, segundo a polícia, é comandada pelo vereador Jerônimo Guimarães (PMDB) e seu irmão, o deputado estadual Natalino Guimarães (DEM).

Ambos estão presos. A quadrilha é acusada pela Polícia Civil de 98 assassinatos. "A questão da milícia, a questão do tráfico no Rio de Janeiro, não é de hoje, não é nova. Só que estamos verificando, e agora ficou mais latente, que eles estão entrando na atividade pública também e buscando criar representantes dessa atividade fora da lei e trazendo para dentro do governo de maneira geral", disse Wider.

A reunião de hoje, segundo o desembargador, fornecerá elementos para que ele decida se há necessidade de pedir apoio federal. Amanhã, ele se encontra com o ministro Carlos Ayres Brito, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). " O tribunal não oferece segurança a candidato nenhum, não é essa a nossa função constitucional. Nossa função é oferecer segurança jurídica. Teremos eleições tranqüilas, seguras. Se for necessário, vamos buscar todos os apoio. Já tivemos o apoio do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) para que nós aqui resolvamos nossos problemas, em primeiro lugar ", disse. Para ele, a ameaça aos jornalistas é "inadmissível".