O ministro da Saúde brasileiro, José Gomes Temporão, declarou hoje que a gripe A H1N1 já causou 192 mortos no país.
Segundo o ministro, a doença já representa 77 por cento do total dos casos de gripe em todo território brasileiro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que 43 por cento dos infectados pelo vírus H1N1 apresentam pelo menos um factor de risco, sobretudo com problemas respiratórios, crianças com menos de dois anos, gestantes, pacientes imuno-deprimidos e cardiopatias.
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Informação de Utilidade Pública - Gripe A
A gripe A, ou gripe suína como era reconhecida até 30 de abril de 2009, é causada pelo vírus Influenza tipo A/H1N1 modificado, denominado A/CALIFORNIA/04/2009. Esse, resultante da união de material genético de cepas da gripe humana, aviária e suina; extrapolou a barreira de espécies e passou a atingir seres humanos.
Em dezoito de março do ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde anunciou a ocorrência de casos desta gripe no México e, pouco tempo depois, nos Estados Unidos. Espanha, Canadá e outras regiões do globo terrestre, como o próprio Brasil, também entraram nesta lista. Por tal motivo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou tais incidências como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), criando o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública (GPESP), a fim de monitorar o vírus, tomando as medidas necessárias e cabíveis – como tratamento dos casos e busca pela viabilização de vacina contra tais cepas. Tais providências se fazem necessárias para evitar uma possível pandemia, esta que poderia ser capaz de contaminar um terço da população.
Embora seja mais transmissível que o vírus da gripe aviária, e assim como qualquer outra gripe, o contato com saliva contendo partículas virais, eliminadas principalmente ao espirrar ou tossir; ou secreções de pessoas infectadas são as formas mais comuns de contaminação.
Os sintomas desta doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos. O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas.
Pessoas com tais manifestações, e/ou que estiveram em algum dos países cuja incidência foi confirmada - além daqueles que tiveram contato próximo com estes - devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença. Os kits utilizados fornecem os resultados em até 72 horas, sendo necessárias amostras de secreções respiratórias, de no máximo sete dias após o início das manifestações. Pode ser necessária a coleta de sangue, para diagnóstico diferencial.
Apesar da grande transmissibilidade, algumas medidas relativamente simples podem evitar, de forma significativa, a contaminação pelo A/CALIFORNIA/04/2009. Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço descartável; lavar as mãos frequentemente, com água e sabão; não tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar aglomerações; não utilizar fármacos sem prescrição médica e buscar auxílio médico em casos de manifestação de sintomas são extremamente importantes. Além disso, uma alimentação balanceada e boa ingestão de líquidos reforçam o sistema imunológico, reduzindo as chances de incidência dessa e de outras doenças.
Informações relevantes:
• Não existem registros de incidência deste vírus em outras espécies animais.
• O consumo de carne suína ou derivados, desde que cozidos previamente, não fornece chances de contaminação.
• A maioria dos casos confirmados são adultos ou jovens, o que pode indicar a relativa eficácia das campanhas anuais de vacinação, até então indicadas para crianças e idosos.
• O uso de máscaras e equipamentos de proteção individual é recomendado para os profissionais de saúde e familiares que lidam diretamente com pessoas infectadas. Também é indicado para indivíduos que estão em áreas afetadas.
• Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza? Procure um médico ou um serviço de saúde.
Em dezoito de março do ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde anunciou a ocorrência de casos desta gripe no México e, pouco tempo depois, nos Estados Unidos. Espanha, Canadá e outras regiões do globo terrestre, como o próprio Brasil, também entraram nesta lista. Por tal motivo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou tais incidências como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), criando o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública (GPESP), a fim de monitorar o vírus, tomando as medidas necessárias e cabíveis – como tratamento dos casos e busca pela viabilização de vacina contra tais cepas. Tais providências se fazem necessárias para evitar uma possível pandemia, esta que poderia ser capaz de contaminar um terço da população.
Embora seja mais transmissível que o vírus da gripe aviária, e assim como qualquer outra gripe, o contato com saliva contendo partículas virais, eliminadas principalmente ao espirrar ou tossir; ou secreções de pessoas infectadas são as formas mais comuns de contaminação.
Os sintomas desta doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos. O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas.
Pessoas com tais manifestações, e/ou que estiveram em algum dos países cuja incidência foi confirmada - além daqueles que tiveram contato próximo com estes - devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença. Os kits utilizados fornecem os resultados em até 72 horas, sendo necessárias amostras de secreções respiratórias, de no máximo sete dias após o início das manifestações. Pode ser necessária a coleta de sangue, para diagnóstico diferencial.
Apesar da grande transmissibilidade, algumas medidas relativamente simples podem evitar, de forma significativa, a contaminação pelo A/CALIFORNIA/04/2009. Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço descartável; lavar as mãos frequentemente, com água e sabão; não tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar aglomerações; não utilizar fármacos sem prescrição médica e buscar auxílio médico em casos de manifestação de sintomas são extremamente importantes. Além disso, uma alimentação balanceada e boa ingestão de líquidos reforçam o sistema imunológico, reduzindo as chances de incidência dessa e de outras doenças.
Informações relevantes:
• Não existem registros de incidência deste vírus em outras espécies animais.
• O consumo de carne suína ou derivados, desde que cozidos previamente, não fornece chances de contaminação.
• A maioria dos casos confirmados são adultos ou jovens, o que pode indicar a relativa eficácia das campanhas anuais de vacinação, até então indicadas para crianças e idosos.
• O uso de máscaras e equipamentos de proteção individual é recomendado para os profissionais de saúde e familiares que lidam diretamente com pessoas infectadas. Também é indicado para indivíduos que estão em áreas afetadas.
• Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza? Procure um médico ou um serviço de saúde.
Grécia vai vacinar toda a população conta a gripe A
A Grécia vai vacinar toda a população contra a gripe A, anunciou hoje, sexta-feira, o ministro da Saúde grego, Dimitris Avramopoulos.
"Por instruções do primeiro-ministro (Costas Caramanlis) foi decidido vacinar todos os cidadãos e residentes no país", declarou Avramopoulos numa conferência de imprensa após uma reunião do conselho de ministros.
A Grécia registou até agora 700 casos de gripe A (H1N1), na sua maioria benignos. Quinze pessoas estão actualmente hospitalizadas, quatro das quais em estado grave.
"Por instruções do primeiro-ministro (Costas Caramanlis) foi decidido vacinar todos os cidadãos e residentes no país", declarou Avramopoulos numa conferência de imprensa após uma reunião do conselho de ministros.
A Grécia registou até agora 700 casos de gripe A (H1N1), na sua maioria benignos. Quinze pessoas estão actualmente hospitalizadas, quatro das quais em estado grave.
Presidente da Costa Rica tem gripe A

É o primeiro líder mundial a contrair a doença. Oscar Árias permanece isolado na sua residência, segundo as televisões locais.
O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, contraiu a gripe A (H1N1) e foi isolado no seu domicílio.
Prémio Nobel da Paz em 1987, Óscar Arias tem agido como mediador na crise das Honduras, desde a deposição do presidente Manuel Zelaya.
A gripe A já matou 1.462 pessoas dos 177.457 casos confirmados da doença, em 170 países, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Viúva de vítima de gripe A exige indemnização à cidade de Nova Iorque
Subdirector de uma escola pública foi a primeira vítima mortal da gripe A em Nova Iorque. A viúva exige uma indemnização à cidade por negligência oficial.
Bonnie Wiener, juntamente com os seus três filhos, apresentou num tribunal de Nova Iorque um pedido de indemnização de 40 milhões de dólares (28,3 milhões de euros), alegando que a morte de Mitchell Wiener, subdirector de uma escola em Queens, terá ocorrido porque a cidade não reagiu com suficiente rapidez ao surto da gripe A H1N1.
"A cidade não fez nada de errado", contesta o 'mayor' de Nova Iorque, Michael Bloomberg. "Tínhamos de tomar decisões em relação às escolas e a nossa obrigação era mantê-las abertas. Lamento que (Wiener) tenha sido contagiado com o vírus da gripe e falecido por isso, mas não vou comentar sobre a queixa judicial", acrescentou.
Até 1 de Julho (a última actualização publicada pelo Departamento de Saúde de Nova Iorque) tinham morrido 47 pessoas na cidade, vitimadas pela gripe A H1N1, havendo a estimativa de que o vírus se possa ter propagado por meio milhão de nova-iorquinos.
A nível nacional, morreram 436 pessoas nos Estados Unidos, vitimados por complicações acrescidas ao vírus da gripe A H1N1.
A gripe A já matou 1.462 pessoas dos 177.457 casos confirmados da doença, em 170 países, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Bonnie Wiener, juntamente com os seus três filhos, apresentou num tribunal de Nova Iorque um pedido de indemnização de 40 milhões de dólares (28,3 milhões de euros), alegando que a morte de Mitchell Wiener, subdirector de uma escola em Queens, terá ocorrido porque a cidade não reagiu com suficiente rapidez ao surto da gripe A H1N1.
"A cidade não fez nada de errado", contesta o 'mayor' de Nova Iorque, Michael Bloomberg. "Tínhamos de tomar decisões em relação às escolas e a nossa obrigação era mantê-las abertas. Lamento que (Wiener) tenha sido contagiado com o vírus da gripe e falecido por isso, mas não vou comentar sobre a queixa judicial", acrescentou.
Até 1 de Julho (a última actualização publicada pelo Departamento de Saúde de Nova Iorque) tinham morrido 47 pessoas na cidade, vitimadas pela gripe A H1N1, havendo a estimativa de que o vírus se possa ter propagado por meio milhão de nova-iorquinos.
A nível nacional, morreram 436 pessoas nos Estados Unidos, vitimados por complicações acrescidas ao vírus da gripe A H1N1.
A gripe A já matou 1.462 pessoas dos 177.457 casos confirmados da doença, em 170 países, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Morreu 10ª vítima da gripe A em Espanha
Um homem de 30 anos, hospitalizado desde 29 de Julho, morreu nas Canárias, tornando-se a décima vítima da gripe A (H1N1) em Espanha, confirmou o governo do arquipélago espanhol.
Em comunicado, o Governo das Canárias explica que o homem tinha factores de risco - que não revela - e que se encontrava já na unidade de cuidados intensivos do Hospital Doctor Negrín.
Trata-se da décima vítima mortal do vírus em Espanha e ocorre dois dias depois da morte em Valência de uma mulher de 28 anos.
Estima-se que só na primeira semana de Agosto se tenham registado em Espanha entre 12 e 16 mil novos casos de gripe A (H1N1).
Em comunicado, o Governo das Canárias explica que o homem tinha factores de risco - que não revela - e que se encontrava já na unidade de cuidados intensivos do Hospital Doctor Negrín.
Trata-se da décima vítima mortal do vírus em Espanha e ocorre dois dias depois da morte em Valência de uma mulher de 28 anos.
Estima-se que só na primeira semana de Agosto se tenham registado em Espanha entre 12 e 16 mil novos casos de gripe A (H1N1).
domingo, 12 de Julho de 2009
Michelle Obama leva as filhas às filmagens de "Harry Potter"
Em visita não oficial ao Reino Unido, a primeira-dama americana, Michelle Obama, levou nesta quarta-feira as filhas Malia e Sasha às gravações do último filme da saga "Harry Potter", com cujos atores fizeram uma pequena festa, informou o jornal "The Times" em sua edição online.
A visita foi um presente para Sasha, que completou recentemente 8 anos, mas Malia, de 10, também aproveitou a ocasião para conhecer os atores Daniel Radcliffe e Emma Watson, informou o "Times", citando fontes ligadas ao estúdio de cinema Leavesden, situado em Watford, arredores de Londres.
Também participou na festa improvisada a autora dos livros de Harry Potter, J.K. Rowling, a quem a primeira-dama americana já tinha encontrado durante a cúpula do Grupo dos Vinte (G20) realizada em abril, em Londres.
Os atores da versão cinematográfica das obras de Rowling estão gravando uma adaptação de duas partes do último livro da série, "Harry Potter e as Relíquias da Morte".
Michelle Obama e as filhas, que decidiram tirar alguns dias para fazer turismo em Londres após passarem o fim de semana em Paris --onde acompanharam a visita oficial do presidente Barack Obama-- assistiram na noite de terça-feira ao musical "O Rei Leão" no West End, distrito marcado pela concentração de teatros, galerias de arte e restaurantes no centro de Londres.
Na segunda-feira elas estiveram no palácio de Westminster, visitaram o Big Ben e jantaram em um restaurante londrino.
A visita foi um presente para Sasha, que completou recentemente 8 anos, mas Malia, de 10, também aproveitou a ocasião para conhecer os atores Daniel Radcliffe e Emma Watson, informou o "Times", citando fontes ligadas ao estúdio de cinema Leavesden, situado em Watford, arredores de Londres.
Também participou na festa improvisada a autora dos livros de Harry Potter, J.K. Rowling, a quem a primeira-dama americana já tinha encontrado durante a cúpula do Grupo dos Vinte (G20) realizada em abril, em Londres.
Os atores da versão cinematográfica das obras de Rowling estão gravando uma adaptação de duas partes do último livro da série, "Harry Potter e as Relíquias da Morte".
Michelle Obama e as filhas, que decidiram tirar alguns dias para fazer turismo em Londres após passarem o fim de semana em Paris --onde acompanharam a visita oficial do presidente Barack Obama-- assistiram na noite de terça-feira ao musical "O Rei Leão" no West End, distrito marcado pela concentração de teatros, galerias de arte e restaurantes no centro de Londres.
Na segunda-feira elas estiveram no palácio de Westminster, visitaram o Big Ben e jantaram em um restaurante londrino.
Editora de "Harry Potter" nega acusações de plágio
A editora da popular série de livros "Harry Potter" afirmou que pretende lutar judicialmente contra as alegações de que a autora J.K Rowling "roubou" a ideia dos livros de outro escritor.
Em um comunicado, a editora Bloomsbury Plc afirmou que enfrenta um processo em que Rowling é acusada de plagiar a ideia de um escritor chamado Adrian Jacobs. O comunicado ainda afirma que Jacob já morreu, mas o processo é mantido por seus herdeiros.
Nesta terça-feira (16), a Bloomsbury afirmou que as alegações de plágio são "infundadas, não substanciais e falsas" e que Rowling "nunca ouviu falar de Adrian Jacobs e seus livros, nem nunca o viu ou leu sua obra".
Em um comunicado, a editora Bloomsbury Plc afirmou que enfrenta um processo em que Rowling é acusada de plagiar a ideia de um escritor chamado Adrian Jacobs. O comunicado ainda afirma que Jacob já morreu, mas o processo é mantido por seus herdeiros.
Nesta terça-feira (16), a Bloomsbury afirmou que as alegações de plágio são "infundadas, não substanciais e falsas" e que Rowling "nunca ouviu falar de Adrian Jacobs e seus livros, nem nunca o viu ou leu sua obra".
Inspirado em filme, novo jogo da série "Harry Potter" tem até quadribol

Quadribol, duelos de magia e romances esperam o jogador em "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que chega às lojas antes mesmo da estreia do filme de mesmo nome, marcada para 15 de julho.
O game, que retrata o movimentado sexto ano do bruxinho na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, tem versões para PC, consoles e portáteis.
Em "O Enigma do Príncipe", Hogwarts e o Mundo dos Trouxas (como é chamado onde vivem os seres humanos) não são mais lugares seguros. Harry suspeita que as ameaças estejam dentro do castelo, mas Dumbledore, diretor da escola, está mais preocupado em prepará-lo para a batalha final conta o vilão Voldemort. Para completar, os bruxinhos estão às voltas com os hormônios adolescentes, então há muito romance no mundo da magia.
O jogo, para quem está familiarizado com a carreira do bruxinho nos games, lembra o estilo de A Ordem da Fênix, com um mundo aberto para explorar. Como de costume, Hogwarts guarda muitos segredos que o jogador deve descobrir enquanto se prepara para o confronto com Voldemort.
O destaque do jogo são os duelos de bruxaria, com muitos efeitos especiais e raios por todos os lados.
Feitiços conhecidos como Protego (que serve para rebater magias), e Levicorpus (que deixa o oponente de cabeça para baixo), figuram entre as armas do jogador.
Para relaxar entre os combates, uma boa opção é o quadribol, uma espécie de futebol de bruxos. Você compete pela equipe de Grifinória no campeonato em Hogwarts, dando voos rasantes com a vassoura em alta velocidade para buscar os gols.
Outros trechos nem são assim tão relevantes, mas mantêm o interesse de quem está do outro lado da tela: os minigames de mistura de poções são alguns deles. É possível até explorar o castelo de Hogwarts em missões noturnas.
No Brasil, a versão para PC de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que é similar às de PlayStation 3 e Xbox 360, é vendida por R$ 99, legendada em português e liberada para todas as idades. O lançamento acontece nesta sexta-feira.
No Wii, o game tem um apelo especial graças aos controles do videogame, que replicam a dinâmica da varinha mágica, especialmente na hora de lançar os feitiços. A qualidade gráfica pode ser inferior, mas a mecânica de jogo ganha um tom todo especial.
Jovem pega prisão perpétua por assassinar ator de "Harry Potter"

O jovem Karl Bishop, 22, foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua, com um mínimo de 20 anos na prisão, pelo assassinato, no ano passado, do ator britânico Rob Knox, então com 18 anos, e que participou no mais recente filme da saga de Harry Potter, ainda por estrear.
O crime ocorreu em maio de 2008, na saída de um bar do bairro de Sidcup, sudeste de Londres. O ator tentou defender seu irmão, Jamie, de 17 anos, que havia sido insultado por Bishop. O réu também foi condenado por ter ferido quatro amigos do ator.
Knox foi atacado com cinco facadas antes da prisão de Bishop no local do crime. A notícia abalou a opinião pública no Reino Unido, onde se multiplicaram os ataques com facas na capital britânica.
Bishop disse durante o julgamento que pegou duas facas da cozinha da mãe porque "duas facas dão mais medo do que uma".
Knox vive o estudante Marcus Belby no sexto episódio das aventuras do aprendiz de feiticeiro, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que deve estrear no segundo semestre deste ano.
Daniel Radcliffe é o ator "teen" mais rentável de Hollywood


O ator Daniel Radcliffe, 19, protagonista da saga cinematográfica do bruxinho Harry Potter, lidera a lista dos atores adolescentes mais rentáveis de Hollywood divulgada pela revista "Forbes".
Além de estrelar uma peça na Broadway, "Equus", o ator britânico estará em três filmes de "Harry Potter", que ainda serão lançados.
O ranking da revista foi criado com base em votos recolhidos dentro da indústria de entretenimento. Os artistas listados tinham até 19 anos no período em que a classificação foi gerada.
Em segundo lugar, aparece a atriz e cantora Miley Cyrus, 16, que faz sucesso como a protagonista da série da Disney "Hannah Montana". Um filme baseado no programa televisivo estreia em abril nos Estados Unidos.
Em terceiro, Dakota Fanning, 15, que despontou em "Uma Lição de Amor", com Sean Penn. Recentemente, ela dublou a voz da personagem principal de "Coraline". Ela ainda viverá uma vampira na continuação do sucesso "Crepúsculo", intitulado "Lua Nova".
Em seguida aparecem, Abigail Breslin, 12, a Olive de "Pequena Miss Sunshine"; e Hayden Panettiere, 19, a líder de torcida da série "Heroes".
Completam a lista Emma Watson, 18, também de "Harry Potter"; Freddie Highmore, 17 ("A Fantástica Fábrica de Chocolate"); Keke Palmer, 15 ("Prova de Fogo"); Emma Roberts, 18 ("Um Hotel Bom pra Cachorro"); e Anton Yelchin, 19, que estrelará os prováveis blockbusters "Star Trek" e "Terminator Salvation."
Veja abaixo a lista completa da revista "Forbes":
1 - Daniel Radcliffe
2 - Miley Cyrus
3 - Dakota Fanning
4 - Abigail Breslin
5 - Hayden Panettiere
6 - Emma Watson
7 - Freddie Highmore
8 - Keke Palmer
9 - Emma Roberts
10 - Anton Yelchin
Trem de Harry Potter chega a Paris para promover filme

A estação de trens parisiense Gare du Nord recebeu nesta segunda-feira (8) três vagões especialmente decorados e cheios de atores, objetos e animais da série "Harry Potter".
Entre eles, estavam Tom Felton, que interpreta Draco Malfoy, Bonnie Wright, que vive Gina Weasley, a coruja de Harry Potter, Edwiges e o cachorro de Hagrid, Canino, além dos gêmeos Weasley.
A composição é parte da promoção do próximo filme da série do mago mirim, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que tem estreia mundial marcada para o dia 15 de julho.
O trem parte de Paris no dia 9 de junho para uma turnê promocional pela França.
Até o dia 21 de junho, ele irá percorrer 11 cidades francesas.
Sequência de "Harry Potter" estreia na próxima semana; veja trailer
Chega às salas dos cinemas brasileiros o sexto filme da franquia, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe". Com estreia prevista para a próxima quarta-feira (15), o longa-metragem deveria ter chegado aos cinemas no fim do ano passado, mas o lançamento foi adiado por seis meses em razão da greve dos roteiristas --ocorrida no final de 2007--, que atrasou a produção do filme.
Na nova filmagem, o mago e seus amigos cursam o sexto ano na escola de magia de Hogwarts, enquanto a ameaça do vilão Voldemort aumenta graças à ajuda surpreendente do professor Severo Snape.
Os cinco filmes anteriores da franquia já arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões. A expectativa dos produtores é de que, com o sexto filme, Harry Potter passe a ser a série mais lucrativa da história do cinema, superando os filmes de James Bond, o agente 007.
Na nova filmagem, o mago e seus amigos cursam o sexto ano na escola de magia de Hogwarts, enquanto a ameaça do vilão Voldemort aumenta graças à ajuda surpreendente do professor Severo Snape.
Os cinco filmes anteriores da franquia já arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões. A expectativa dos produtores é de que, com o sexto filme, Harry Potter passe a ser a série mais lucrativa da história do cinema, superando os filmes de James Bond, o agente 007.
Ator de Harry Potter se recupera de gripe suína

O porta-voz de Rupert Grint, conhecido por interpretar o personagem Rony na série de filmes "Harry Potter", afirmou que o ator se recupera da gripe suína --A (H1N1).
Christian Hodell afirmou que o ator ficou alguns dias afastado das filmagens de seu mais recente filme, mas que já está autorizado a voltar ao trabalho.
Ator de "Harry Potter" é indiciado por posse de maconha

Um jovem ator britânico que atua na série de filmes "Harry Potter" foi indiciado nesta terça-feira (7) por posse de maconha, anunciou a polícia britânica.
James Waylett, 19, que interpreta Vincent Crabbe em "Harry Potter", comparecerá no dia 16 de julho diante do tribunal de Westminster, em Londres.
Waylet foi detido em 2 de abril em Londres quando dirigia seu carro. A polícia disse ter encontrado no veículo "oito sacos de um produto que acreditamos ser maconha".
Depois de interrogar Waylet, a polícia revistou a casa onde o ator mora com sua família em Camden, no norte de Londres, e descobriu uma dezena de pés de maconha, cujo valor foi estimado em cerca de 2.000 libras (2.200 euros), segundo a agência britânica Press Association.
Na Grã-Bretanha, a maconha é considerada uma droga leve, de categoria B, desde maio de 2008. A pena máxima para posse de maconha é de 5 anos de prisão, e de 14 anos para sua produção.
Sob chuva, novo "Harry Potter" estreia em Londres

Sob forte chuva, os astros de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" compareceram à estreia do filme na terça-feira (7) em Leicester Square, Londres.
Os críticos dizem que, em comparação com os filmes anteriores, o personagem principal está menos tenso e mais brincalhão.
Os cinco filmes anteriores da franquia já arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões. A expectativa dos produtores é de que, com o sexto filme, Harry Potter passe a ser a série mais lucrativa da história do cinema, superando os filmes de James Bond, o agente 007.
"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" estreia no dia 15 de julho no Brasil.
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Fim de "Harry Potter" é libertação, diz protagonista

O ambiente do Mandarin Oriental Hotel, no centro de Londres, é cheio de rococós. Cortinas de veludo, poltronas estofadas, mesas com toalhas pesadas. Daniel Radcliffe, 19, destoa de tudo isso. Ele veste tênis, calças velhas, uma camiseta marrom e uma jaqueta de couro preto. Parece um punk encostado no muro da esquina.
É isso o que a reportagem da Folha lhe diz, assim que ele entra no quarto onde cinco jornalistas o esperam: "Você está vestido como um punk". "Sim", diz, abrindo um sorriso. "Quando estava vindo para cá, tocou Ramones no rádio. É ótimo! Fiquei de bom humor." E que música foi essa? "Sheena Is a Punk Rocker", gravada pelos Ramones em 1977, 12 anos antes de Radcliffe nascer.
"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" estava programado para o Natal de 2008 --por isso, uma série de entrevistas, incluindo esta abaixo, foi feita no ano passado. Mas o filme foi adiado e estreia nesta quarta-feira (15).
Pergunta - Este é o primeiro filme de Harry Potter que é lançado quando todos já sabem o final da série. Isso diminui o interesse?
Radcliffe - Não, porque todo mundo sabia o que acontecia no quinto livro quando o quinto filme foi lançado. Mesmo conhecendo o sétimo livro, as pessoas vão estar curiosas em ver o sexto e o sétimo filme.
Pergunta - E o fato de o sétimo livro ter sido dividido em dois filmes?
Radcliffe - Vamos filmar as duas partes de uma só vez. Eu fiquei feliz com a divisão. Acho que tivemos que cortar muita coisa antes e isso não seria possível no sétimo filme.
Pergunta - E você vai ganhar o dobro de dinheiro?
Radcliffe - (Risos) Em teoria, sim. Acho que sim. Gosto do jeito que você pensa! Primeiro diz que sou punk e agora aumenta meu salário! Yeah!
Pergunta - Você faz trabalhos pelo dinheiro?
Radcliffe - De jeito nenhum. Dinheiro é uma coisa pela qual sou muito, muito grato. Não me preocupo com dinheiro, mas provavelmente isso acontece porque o tenho. Uma das coisas pelas quais adoro George Clooney é que ele faz a série "Onze Homens e um Segredo", que são bons filmes comerciais, e ele tira grana daí e faz "Syriana" ou "Boa Noite, Boa Sorte", filmes que não vão render muito dinheiro, mas que são ótimos.
Pergunta - Estamos bem perto de dizer adeus a Harry Potter. Como se sente a respeito disso?
Radcliffe - Acho que vai ser bem estranho quando terminarmos. Nos últimos tempos, quando fiz outros trabalhos, como "December Boys" [cinema], "Equus" [teatro] ou "My Boy Jack" [filme para TV], sempre soube que haveria um filme de Harry Potter para voltar e havia segurança nisso. Ao mesmo tempo, acho que vai ser uma libertação. Hoje, recebo roteiros fantásticos e tenho que dizer: "Infelizmente, estou ocupado até 2030" (risos).
Pergunta - Cinema, teatro ou TV?
Radcliffe - É interessante. No palco, você tem aquela plateia na sua frente e isso é muito empolgante. Na TV, o legal é que é tão rápido... E, quando vou fazer Harry Potter, é um processo muito, muito lento. Levamos 11 ou 12 meses num filme. Quando conseguimos uma cena inteira num dia, é um dia muito bom. Em "My Boy Jack", fazíamos seis ou sete cenas por dia. Isso me exigia muito mais em termos de aprendizado. A diferença é que a TV é um corrida de cem metros e o cinema é uma maratona. Porque o desafio em Potter é manter os níveis de energia altos e manter a resistência por 12 meses. Mas, se eu tivesse que escolher um dos três, eu realmente amo o teatro e escolheria esse.
Pergunta - As meninas brasileiras querem saber: que tipo de garotas você gosta?
Radcliffe - De garotas brasileiras (risos)! Nunca estive no Brasil, nem na América do Sul. Na verdade, procuro por alguém que seja mais talentosa que eu, que seja mais esperta que eu. Eu quero alguém que me desafie e que esteja certa sobre as coisas mais vezes do que eu. Não sei por quê, mas acho que se entrasse num relacionamento em que eu estivesse sempre certo, eu ficaria de saco cheio. Preciso de alguém que realmente me desafie. E que tenha um bom gosto musical! Sim, porque acho que se a gente estivesse numa situação romântica, jantar à luz de velas, e ela colocasse Britney Spears no som, eu sairia correndo.
Pergunta - Talvez se ela colocasse Sex Pistols?
Radcliffe - Exatamente! Isso seria bem mais romântico (risos).
quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Artistas prestam homenagem a Michael Jackson em Los Angeles
Artistas e amigos de Michael Jackson homenageiam o cantor em uma cerimônia realizada nesta terça-feira (7) no Staples Center, em Los Angeles. A cerimônia foi aberta com a fala do cantor Smokey Robinson.
Para plateia presente no ginásio, ele deu início a cerimônia lendo mensagens escritas por Diana Ross e Nelson Mandela. "Michael era um amigo íntimo, uma parte preciosa da minha vida", afirmou a cantora Diana Ross, no comunicado lido por Robinson.
A homenagem ao astro pop começou minutos depois do corpo do cantor chegar ao ginásio. Após o discurso inicial de Robinson, a cerimônia foi interrompida e, de acordo com a rede CNN, a paralisação foi motivada por problemas no áudio do ginásio.
Minutos depois, a cerimônia foi restabelecida, com o coral gospel de Andraé Crouch cantando a música "We Are Going to See the King", enquanto o caixão que transporta o corpo de Jackson era levado para a frente do palco.
O pastor Lucious Smith, amigo da família, ressaltou em discurso o aspecto familiar do artista, como filho, irmão e pai.
"Ele nunca irá para sempre. Até que nós lembremos dele, ele estará lá para nos confortar", afirmou Smith. "Michael fez muito para curar esse mundo. Que esse momento seja um momento de cura, de música, um momento de amor e conforto para todos os que amaram nosso amigo."
A primeira artista a cantar durante a cerimônia foi Mariah Carey, que entrou no palco ao som dos acordes iniciais de "I'll Be There". Durante a música, entrou no palco o cantor Trey Lorenz, que terminou a canção ao lado de Mariah.
A próxima a entrar no palco foi Queen Latifah, que em seu discurso disse estar ali representando todos os fãs que acompanharam a trajetória do artista.
Lionel Ritchie foi o convidado seguinte. Ele entrou no palco e cantou a música "Jesus in Love".
Berry Gordy, fundador da gravadora Motown, foi o próximo a discursar. Em uma longa fala, ele disse que Michael Jackson amava tudo e todos, especialmente seus fãs.
"Posso dizer que ele tinha duas personalidades: fora dos palcos, era uma pessoa tímida. Mas quando subia ao palco, virava outra pessoa... era um mestre", disse.
Gordy terminou seu discurso dizendo que o título de "rei do pop" não é grande o suficiente para Michael Jackson. "Ele foi maior 'entertainer' que já existiu."
Na sequência, um telão instalado no Staples Center mostrou um breve vídeo, mas com muitas imagens do cantor em vídeo clipes e shows.
Amor
Em seguida, entrou no palco o cantor Stevie Wonder, que fez um breve e emocionado discurso antes de começar a tocar "I Never Dreamed You'd Leave in Summer". "Eu amo você, Michael, e já te falei isso várias vezes", disse.
Os próximos a entrar no palco e prestar sua homenagem ao artista foram o jogador de basquete Kobe Bryant e o ex-jogador Magic Johnson. "Estamos aqui para celebrar a vida e o legado deixado por Michael", disse Johnson.
A performance seguinte foi musical, a música "Will You Be There", cantada pela atriz e cantora Jennifer Hudson, acompanhada por alguns dançarinos.
Nada de estranho
Falando como se estivesse em um sermão, o reverendo All Shaptom, amigo da família, defendeu o cantor e ressaltou sua suposta importância para questões raciais e sociais nos Estados Unidos.
"Obrigado, Michael, porque você nunca parou, porque você nunca desistiu, porque acabou com as nossas divisões, por ter nos dado amor, esperança", afirmou. "Eu gostaria de dizer algo para os três filhos [do cantor]: não há nada de estranho com seu pai. Estranho foi o que ele teve de enfrentar."
Após o pronunciamento do reverendo, John Mayer se apresentou tocando "Human Nature".
Amizade
Brooke Shields foi a próxima a dar sua declaração, dizendo que ela e Michael precisaram agir como adultos muito cedo, mas juntos eram "duas crianças se divertindo".
"Smile" foi a canção interpretada por Jermaine Jackson, que fez sua apresentação usando luvas brancas com aplicações de brilho, acessório que era uma das principais características do figurino de Michael.
Após a performance do irmão de Michael, Bernice A. King, filha de Martin Luther King Jr., e Martin Luther King 3º, ativista dos direitos humanos, subiram ao palco para um discurso com teor religioso.
"Michael sempre se preocupou com os outros e com a humanidade. (...) O trabalho e a vida dele foram inspirados por Deus", disse Bernice.
Também se apresentaram na cerimônia o cantor Usher, cantando "Gonne Too Soon", e Shaheen Jafargholi, finalista do programa "Britain's Got Talent, que se apresentou com a canção "Who's Lovin' You".
Lenda americana
Também subiu ao palco a representante negra do estado do Texas no Congresso norte-americano, Sheila Jackson Lee. Durante seu discurso, ela revelou que apresentará diante das autoridades um documento que propõe que o cantor seja reconhecido como "uma lenda e um ícone americano".
Antes dos integrantes que ensaivam para a turnê "This Is It" cantarem "We Are The World" e "Heal The World" ao lado dos convidados, o produtor Kenny Ortega lembrou os últimos momentos ao lado do cantor, no próprio Staples Center. "Ele criou e deu vida a isso", disse. "Michael Jackson vai vivem em nossos corações para sempre".
Deus
A família do cantor também subiu ao palco para agradecer a presença dos fãs. Os irmãos Marlon e Jermaine usaram um discurso fortemente religioso. "É difícil entender porque Deus pediu que nosso irmão voltasse para casa [o Céu], após uma visita tão curta [na Terra]", afirmou Marlon. Ele que ainda pediu que Michael "desse um abraço" em Brandon, irmão gêmeo natimorto de Marlon.
Ao final, a filha de Michal Jackson, Paris, também prestou homenagem ao artista. "Desde que eu nasci, você foi um melhor pai que se possa imaginar. Eu amo você, muito", afirmou a adolescente de 11 anos, entre lágrimas.
Trajeto
O caixão banhado a ouro que transporta o corpo do cantor Michael Jackson, morto no último dia 25, chegou ao local após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills.
Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.
Entre os famosos que irão participar da homenagem ao cantor pop no Staples Center então Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.
A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.
Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.
Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.
Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.
Para plateia presente no ginásio, ele deu início a cerimônia lendo mensagens escritas por Diana Ross e Nelson Mandela. "Michael era um amigo íntimo, uma parte preciosa da minha vida", afirmou a cantora Diana Ross, no comunicado lido por Robinson.
A homenagem ao astro pop começou minutos depois do corpo do cantor chegar ao ginásio. Após o discurso inicial de Robinson, a cerimônia foi interrompida e, de acordo com a rede CNN, a paralisação foi motivada por problemas no áudio do ginásio.
Minutos depois, a cerimônia foi restabelecida, com o coral gospel de Andraé Crouch cantando a música "We Are Going to See the King", enquanto o caixão que transporta o corpo de Jackson era levado para a frente do palco.
O pastor Lucious Smith, amigo da família, ressaltou em discurso o aspecto familiar do artista, como filho, irmão e pai.
"Ele nunca irá para sempre. Até que nós lembremos dele, ele estará lá para nos confortar", afirmou Smith. "Michael fez muito para curar esse mundo. Que esse momento seja um momento de cura, de música, um momento de amor e conforto para todos os que amaram nosso amigo."
A primeira artista a cantar durante a cerimônia foi Mariah Carey, que entrou no palco ao som dos acordes iniciais de "I'll Be There". Durante a música, entrou no palco o cantor Trey Lorenz, que terminou a canção ao lado de Mariah.
A próxima a entrar no palco foi Queen Latifah, que em seu discurso disse estar ali representando todos os fãs que acompanharam a trajetória do artista.
Lionel Ritchie foi o convidado seguinte. Ele entrou no palco e cantou a música "Jesus in Love".
Berry Gordy, fundador da gravadora Motown, foi o próximo a discursar. Em uma longa fala, ele disse que Michael Jackson amava tudo e todos, especialmente seus fãs.
"Posso dizer que ele tinha duas personalidades: fora dos palcos, era uma pessoa tímida. Mas quando subia ao palco, virava outra pessoa... era um mestre", disse.
Gordy terminou seu discurso dizendo que o título de "rei do pop" não é grande o suficiente para Michael Jackson. "Ele foi maior 'entertainer' que já existiu."
Na sequência, um telão instalado no Staples Center mostrou um breve vídeo, mas com muitas imagens do cantor em vídeo clipes e shows.
Amor
Em seguida, entrou no palco o cantor Stevie Wonder, que fez um breve e emocionado discurso antes de começar a tocar "I Never Dreamed You'd Leave in Summer". "Eu amo você, Michael, e já te falei isso várias vezes", disse.
Os próximos a entrar no palco e prestar sua homenagem ao artista foram o jogador de basquete Kobe Bryant e o ex-jogador Magic Johnson. "Estamos aqui para celebrar a vida e o legado deixado por Michael", disse Johnson.
A performance seguinte foi musical, a música "Will You Be There", cantada pela atriz e cantora Jennifer Hudson, acompanhada por alguns dançarinos.
Nada de estranho
Falando como se estivesse em um sermão, o reverendo All Shaptom, amigo da família, defendeu o cantor e ressaltou sua suposta importância para questões raciais e sociais nos Estados Unidos.
"Obrigado, Michael, porque você nunca parou, porque você nunca desistiu, porque acabou com as nossas divisões, por ter nos dado amor, esperança", afirmou. "Eu gostaria de dizer algo para os três filhos [do cantor]: não há nada de estranho com seu pai. Estranho foi o que ele teve de enfrentar."
Após o pronunciamento do reverendo, John Mayer se apresentou tocando "Human Nature".
Amizade
Brooke Shields foi a próxima a dar sua declaração, dizendo que ela e Michael precisaram agir como adultos muito cedo, mas juntos eram "duas crianças se divertindo".
"Smile" foi a canção interpretada por Jermaine Jackson, que fez sua apresentação usando luvas brancas com aplicações de brilho, acessório que era uma das principais características do figurino de Michael.
Após a performance do irmão de Michael, Bernice A. King, filha de Martin Luther King Jr., e Martin Luther King 3º, ativista dos direitos humanos, subiram ao palco para um discurso com teor religioso.
"Michael sempre se preocupou com os outros e com a humanidade. (...) O trabalho e a vida dele foram inspirados por Deus", disse Bernice.
Também se apresentaram na cerimônia o cantor Usher, cantando "Gonne Too Soon", e Shaheen Jafargholi, finalista do programa "Britain's Got Talent, que se apresentou com a canção "Who's Lovin' You".
Lenda americana
Também subiu ao palco a representante negra do estado do Texas no Congresso norte-americano, Sheila Jackson Lee. Durante seu discurso, ela revelou que apresentará diante das autoridades um documento que propõe que o cantor seja reconhecido como "uma lenda e um ícone americano".
Antes dos integrantes que ensaivam para a turnê "This Is It" cantarem "We Are The World" e "Heal The World" ao lado dos convidados, o produtor Kenny Ortega lembrou os últimos momentos ao lado do cantor, no próprio Staples Center. "Ele criou e deu vida a isso", disse. "Michael Jackson vai vivem em nossos corações para sempre".
Deus
A família do cantor também subiu ao palco para agradecer a presença dos fãs. Os irmãos Marlon e Jermaine usaram um discurso fortemente religioso. "É difícil entender porque Deus pediu que nosso irmão voltasse para casa [o Céu], após uma visita tão curta [na Terra]", afirmou Marlon. Ele que ainda pediu que Michael "desse um abraço" em Brandon, irmão gêmeo natimorto de Marlon.
Ao final, a filha de Michal Jackson, Paris, também prestou homenagem ao artista. "Desde que eu nasci, você foi um melhor pai que se possa imaginar. Eu amo você, muito", afirmou a adolescente de 11 anos, entre lágrimas.
Trajeto
O caixão banhado a ouro que transporta o corpo do cantor Michael Jackson, morto no último dia 25, chegou ao local após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills.
Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.
Entre os famosos que irão participar da homenagem ao cantor pop no Staples Center então Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.
A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.
Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.
Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.
Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.
Título de "rei do pop" é pouco para Michael Jackson, diz fundador da Motown

Berry Gordy, fundador da gravadora Motown, que impulsionou a carreira do Jackson 5 e Michael Jackson, foi aplaudido de pé no ginásio Staples Center, em Los Angeles, ao discursar sobre o ídolo. Gordy ressaltou o talento do artista, morto no último dia 25. "O título de rei do pop não é suficiente para ele. Ele foi simplesmente o maior 'entertainer' que já existiu", afirmou.
Gordy falou a respeito da experiência que teve quando Michael Jackson, então com dez anos, se apresentou pela primeira vez em um teste na gravadora. "Naquele julho de 1968 ele surpreendeu a todos, foi maravilhoso. Ele estava muito à frente de sua idade", diz.
Segundo o empresário, Michael Jackson tinha duas personalidades: uma fora do palco, tímido e calado, e outra quando se apresentava. "Ali ele era o mestre, era matar ou morrer. Ele estava completamente no controle", diz. "Michael entrou em órbita e nunca mais desceu."
Homenagem
O caixão banhado a ouro que transporta o corpo de Michael Jackson chegou ao local após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills.
Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.
Entre os famosos que irão participar da homenagem ao cantor pop no Staples Center então Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.
A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.
Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.
Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.
Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.
"Parecíamos um casal estranho", diz Brooke Shields sobre Michael Jackson

"Quando estávamos juntos e havia uma foto, a captura de um momento, parecíamos um casal estranho, um casal improvável. Mas na realidade aquilo era uma amizade natural, fácil." Com essas palavras, a atriz Brooke Shields, 44, abriu o discurso sobre o cantor Michael Jackson, durante homenagem realizada a ele em Los Angeles.
Shields afirmou que os dois se conheceram quando ela tinha 13 anos e iniciaram a amizade de modo praticamente instantâneo.
"Nós dois tivemos de agir como adultos muito cedo. Mas, quando estávamos juntos, éramos apenas crianças se divertindo", disse. "Nunca trabalhamos juntos, nunca nos apresentamos juntos, nunca dançamos no mesmo palco (...), nunca gravamos um vídeo, uma música juntos. Tudo o que fizemos foi rir."
Homenagem
O caixão banhado a ouro que transporta o corpo de Michael Jackson chegou ao Staples Center, onde ocorre a cerimônia, após a realização da cerimônia privada no cemitério Forest Lawn Memorial Park Hollywood Hills. Para chegar até o local da cerimônia em homenagem ao cantor, o cortejo percorreu cerca de 20 km.
Entre os famosos que participam da homenagem ao cantor pop estão Stevie Wonder, Mariah Carey, Usher, Lionel Richie, Kobe Bryant, Jennifer Hudson, John Mayer e Martin Luther King 3º.
A empresa que organiza a cerimônia --a mesma que preparava a turnê que marcaria o retorno do cantor aos palcos-- sorteou 17.500 entradas para alguns fãs acompanharem o evento.
Mais de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram no site do Staples Center para o sorteio e, no domingo (5), os vencedores foram notificados.
Já na noite de domingo começaram a aparecer dezenas de anúncios na internet oferecendo os ingressos sorteados. Na segunda-feira, o site de leilões online eBay.com oferecia mais de 80 lugares disponíveis, com preços variando de US$ 100 a US$ 1.000. O eBay anunciou, no entanto, que vai cancelar estes leilões.
Michael Jackson morreu no último dia 25, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardíaca em casa.
Local do enterro de Michael Jackson continua incerto
O caixão com o corpo de Michael Jackson deixou o o ginásio Staples Center, onde nesta terça-feira (7) houve uma grande homenagem, sem destino conhecido, e nesta quarta continuam as dúvidas sobre o local onde o artista será sepultado.
A Polícia de Los Angeles disse ao canal Fox que o carro com o caixão seguiu para um cemitério, porém sem identificar qual. Tudo aponta para que não seja o de Forest Lawn, onde a família realizou um funeral particular antes da grande homenagem.
O cemitério Forest Lawn Memorial Park de Hollywood é o local onde foram enterrados famosos como Bette Davis e David Carradine.
Segundo disse à Fox a oficial de Polícia April Harding, o corpo de Michael Jackson não voltará a esse cemitério.
A imprensa local também divulgou que a família Jackson, hospedada no hotel Beverly Wilshire, de Los Angeles, se reuniu depois da homenagem para uma cerimônia particular.
Ainda segundo a imprensa local, a incerteza sobre os planos para o enterro leva a crer que ainda é possível que o cantor seja cremado e as cinzas sejam espalhados no rancho Neverland, residência do artista durante anos.
Em uma entrevista ao canal NBC, Jermaine Jackson, irmão do cantor, disse que Neverland seria o local ideal para isso.
"É seu lar, ele criou isso. Por que não estaria aqui?", disse Jermaine. "Sinto sua presença. E isso me encanta, quero que minha mãe retorne aqui e sinta o que eu sinto", completou.
A Polícia de Los Angeles disse ao canal Fox que o carro com o caixão seguiu para um cemitério, porém sem identificar qual. Tudo aponta para que não seja o de Forest Lawn, onde a família realizou um funeral particular antes da grande homenagem.
O cemitério Forest Lawn Memorial Park de Hollywood é o local onde foram enterrados famosos como Bette Davis e David Carradine.
Segundo disse à Fox a oficial de Polícia April Harding, o corpo de Michael Jackson não voltará a esse cemitério.
A imprensa local também divulgou que a família Jackson, hospedada no hotel Beverly Wilshire, de Los Angeles, se reuniu depois da homenagem para uma cerimônia particular.
Ainda segundo a imprensa local, a incerteza sobre os planos para o enterro leva a crer que ainda é possível que o cantor seja cremado e as cinzas sejam espalhados no rancho Neverland, residência do artista durante anos.
Em uma entrevista ao canal NBC, Jermaine Jackson, irmão do cantor, disse que Neverland seria o local ideal para isso.
"É seu lar, ele criou isso. Por que não estaria aqui?", disse Jermaine. "Sinto sua presença. E isso me encanta, quero que minha mãe retorne aqui e sinta o que eu sinto", completou.
Tráfego na web fica 9% acima do normal durante funeral de Michael Jackson

A empresa de monitoramento de tráfego na internet em tempo real Akamai registrou uma média de aumento de 9% durante a transmissão do funeral do cantor Michael Jackson, durante esta terça-feira (7). Durante consultas feitas pela Folha Online na tarde de hoje, o índice chegou a 12%.
Nos Estados Unidos e na Europa, a intensidade de fluxo de tráfego foi maior: o Reino Unido liderava os países europeus, com 7,2% de aumento no uso da internet durante a cerimônia, seguido pela França, com 5%. A Alemanha apresentou um aumento de 4,6%.
Nos EUA, a Califórnia trazia um crescimento de 7,8% na tarde de hoje --é neste Estado o local em que o funeral está ocorrendo. A Califórnia vinha seguida por Nova York, Estado no qual se registrava um aumento de tráfego de 3,5%.
Durante a transmissão do funeral, o Brasil registrava um aumento de 1,9% no tráfego de internet.
Focos de crescimento de tráfego também eram encontrados na Ásia, na África e demais países da América Latina.
A transmissão do funeral de Michael Jackson ocorreu em diversos canais de televisão on-line.
Funeral de Michael Jackson tem menos audiência na web do que posse de Obama

Os números preliminares de tráfego na internet durante o funeral de Michael Jackson indicam que a posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou mais atenção de internautas, segundo dados divulgados pela companhia de análise da internet Omniture, na terça-feira (7).
De acordo com o site Techcrunch, durante a posse de Obama, em 20 de janeiro, a transmissão conjunta entre a CNN e o Facebook teve 13,9 milhões de acessos entre 7h e 12h44 no horário de Brasília, com outros milhões de acessos no decorrer do dia, com picos de transmissão que chegaram a 1,32 milhão de visitantes únicos.
Levando em conta os sites da CNN, E! Online, ABC e MTV --que transmitiam o evento por meio do Facebook, houve 964 mil assistindo ao funeral em tempo real. No total, os usuários postaram aproximadamente 800 mil mensagens relacionadas ao assunto.
"Em notícias que devem vir como surpresa absoluta para ninguém, o funeral de Michael Jackson deve ter sido um dos eventos mais assistidos na internet em todos os tempos", disse o Techcrunch. "São números realmente impressionantes, mas não ultrapassaram a posse."
Chineses construirão versão do rancho Neverland
A China está planejando construir em Xangai uma versão própria de Neverland, famoso rancho do cantor Michael Jackson erguido a 150 km a oeste de Los Angeles.
Segundo o jornal "Shanghai Morning Post", a primeira fase do projeto que está em curso em Chonming Island será finalizada em até um ano, cobrindo uma área de aproximadamente 667 mil metros quadrados.
O parque temático terá atrações semelhantes àquelas que podem ser encontradas na Califórnia, com carrosséis, dois trens e um espaço para animais.
O custo total da versão chinesa do rancho é estimado em cerca de US$ 14,6 milhões (aproximadamente R$ 29,2 milhões). O tributo a Michael Jackson, que morreu em 25 de junho, irá incluir um lago artificial, um cinema e um zoológico.
Objetos pessoais do cantor adquiridos em leilões e por outros canais também serão expostos no local.
Segundo o jornal "Shanghai Morning Post", a primeira fase do projeto que está em curso em Chonming Island será finalizada em até um ano, cobrindo uma área de aproximadamente 667 mil metros quadrados.
O parque temático terá atrações semelhantes àquelas que podem ser encontradas na Califórnia, com carrosséis, dois trens e um espaço para animais.
O custo total da versão chinesa do rancho é estimado em cerca de US$ 14,6 milhões (aproximadamente R$ 29,2 milhões). O tributo a Michael Jackson, que morreu em 25 de junho, irá incluir um lago artificial, um cinema e um zoológico.
Objetos pessoais do cantor adquiridos em leilões e por outros canais também serão expostos no local.
Bar em Cabedelo (PB) recebe visitantes para ver "imagem" de Michael Jackson
Uma imagem na parede de um bar em Cabedelo (28 km de João Pessoa, PB) tem atraído novos clientes. A dona do bar, Ilza Neves Ferreira, 44, diz que marcas escuras em uma das paredes do imóvel formam o rosto do cantor Michael Jackson, morto há duas semanas.
As suspeitas foram o bastante para chamar a atenção de muita gente. Ferreira diz que 3.000 pessoas passaram pelo bar entre ontem e hoje para ver a tal da imagem. "As pessoas fazem fila, tiram fotos", afirmou.
Ontem, por volta das 18h30, a filha a chamou para ver a parede da sala, ao lado da televisão. Tinha acabado de chover. "As marcas da água formaram o rosto dele. Parece que ele está nos olhando", disse.
Fã de Michael Jackson desde os 12 anos, Ferreira diz que ficou muito emocionada quando viu a imagem e que chorou sem parar. "É inexplicável", conta a dona do bar, que diz preferir a primeira fase de Michael Jackson e adorar a música "Ben".
Sobre o aumento do movimento em seu bar, Ferreira atribui ao boca a boca e à curiosidade dos moradores de Cabedelo e João Pessoa. Ela diz que vai manter o bar aberto amanhã e que não pensa em cobrar pelas visitas.
No Youtube, vídeos extraídos de uma reportagem da CNN mostram um suposto vulto caminhando pelo rancho Neverland --residência do cantor durante muitos anos--, na Califórnia (EUA).
As suspeitas foram o bastante para chamar a atenção de muita gente. Ferreira diz que 3.000 pessoas passaram pelo bar entre ontem e hoje para ver a tal da imagem. "As pessoas fazem fila, tiram fotos", afirmou.
Ontem, por volta das 18h30, a filha a chamou para ver a parede da sala, ao lado da televisão. Tinha acabado de chover. "As marcas da água formaram o rosto dele. Parece que ele está nos olhando", disse.
Fã de Michael Jackson desde os 12 anos, Ferreira diz que ficou muito emocionada quando viu a imagem e que chorou sem parar. "É inexplicável", conta a dona do bar, que diz preferir a primeira fase de Michael Jackson e adorar a música "Ben".
Sobre o aumento do movimento em seu bar, Ferreira atribui ao boca a boca e à curiosidade dos moradores de Cabedelo e João Pessoa. Ela diz que vai manter o bar aberto amanhã e que não pensa em cobrar pelas visitas.
No Youtube, vídeos extraídos de uma reportagem da CNN mostram um suposto vulto caminhando pelo rancho Neverland --residência do cantor durante muitos anos--, na Califórnia (EUA).
Mariah Carey se desculpa por performance em homenagem a Michael

Em seu perfil no Twitter, a cantora Mariah Carey pediu desculpas por sua performance durante o funeral de Michael Jackson que aconteceu nesta terça-feira (7), em Los Angeles.
De acordo com o site especializado em celebridades Pop Crunch, a cantora desafinou em alguns trechos da música "I'll Be There", que cantou acompanhada por Trey Lorenz.
Em várias mensagens postadas no microblog, a cantora atribuiu as falhas ao fato de estar emocionada após ver o caixão do astro pop.
"Tentar cantar foi praticamente impossível para mim. Eu mal conseguia segurar o choro", escreveu a cantora.
"Desculpem-me por não conseguir fazer isso da melhor forma, mas eu fiquei literalmente chocada quando o vi ali na minha frente. Uma coisa que sei é que nós nunca iremos nos despedir realmente de Michael Jackson. Seu legado vive através da sua música e dos milhões de pessoas que ele inspirou. Ele estará para sempre em nossos corações."
sexta-feira, 10 de Outubro de 2008
Crise financière et récession rendent le budget 2009 caduc

C'est l'une des conséquences de la crise : le projet de loi de finances (PLF) pour 2009 est dépassé, avant même que ne débute le marathon budgétaire à l'Assemblée. Les hypothèses macroéconomiques sur lesquelles il est bâti - une croissance de 1 % en 2009 et un déficit public stabilisé à 2,7 % du produit intérieur brut (PIB) - paraissent exagérément optimistes. Quant à la division par deux du rythme de progression de la dépense publique, elle inquiète la communauté des économistes qui redoute ses effets récessifs.
Les dernières prévisions du Fonds monétaire international (FMI), datées du 8 octobre, sont assez alarmistes : la France et la zone euro y sont logées à la même enseigne avec une croissance limitée à + 0,2 % en 2009. Ce scénario, plus noir que celui retenu par le consensus des économistes (+ 0,7 à + 0,8) avant la faillite de la banque Lehman Brothers, est jugé désormais plausible. S'il se réalise, le déficit public pourrait friser les 4 % du PIB en France.
"DÉGRADATION RAPIDE"
Les conjoncturistes réajustent leurs hypothèses pour tenir compte de la détérioration de la situation. Michel Didier (COE-Rexecode) fait état d'une "dégradation extrêmement rapide" depuis le mois de septembre. Fin août, il tablait encore sur une progression du PIB de 0,7 % en 2009. Dans sa nouvelle fourchette de prévisions (entre - 0,5 % et + 0,5 %), il n'exclut pas une récession en 2009. "Depuis le 15 septembre, explique Eric Heyer (OFCE), on a l'impression que tout est mauvais, à l'exception de la baisse du prix du pétrole et de la dépréciation de l'euro par rapport au dollar. Et si les principaux risques devaient se conjuguer - un ralentissement mondial plus prononcé, une baisse accrue de l'immobilier et l'adoption éventuelle d'un plan d'austérité -, la croissance française pourrait être négative". Hervé Monet (Société générale) fait état d'un "violent retournement du secteur manufacturier et d'une chute de l'immobilier". Il s'attend à "une baisse assez forte de l'investissement des entreprises". "On peut avoir assez facilement soit une panne de l'économie, soit une récession en 2009", dit-il. "Début 2008, l'acquis de croissance était de 0,8 %. C'est à peu près ce que l'on aura fait. L'année 2009, elle, débutera avec un acquis nul", note Jean-Christophe Caffet (Natixis).
Plus personne ne croit que le déficit public puisse être stabilisé à 2,7 % du PIB cette année. Même pas Gilles Carrez, rapporteur général du budget, qui n'exclut pas que les moins-values fiscales atteignent 7 milliards d'euros. En 2009, le déficit public serait de l'ordre de 4 % du PIB, inférieur de deux points au niveau atteint lors de la récession de 1993. Compte tenu des menaces élevées de récession, nombre de conjoncturistes s'interrogent sur l'opportunité de limiter à + 1,1 % en 2009 l'évolution de la dépense publique au lieu des 2,2 % constatés entre 1997 et 2007. "En 2009, on va rogner partout. Faut-il vraiment le faire alors que le chômage repart à la hausse et que la situation sociale va se tendre ? Je n'en suis pas sûr", analyse M. Heyer. "Pour éviter que le point bas ne le soit trop, il faudra bien augmenter les revenus réels. On n'y coupera pas", ajoute l'une de ses collègues.
Bercy, pour l'heure, ne varie pas : "Nous menons une politique structurelle de recherche d'efficacité de la dépense publique qu'il faut poursuivre quelle que soit la conjoncture", assure l'entourage d'Eric Woerth. "Si la conjoncture est telle que les recettes fiscales sont moins importantes que prévu, nous ne ferons pas d'économies supplémentaires. Nous n'ajouterons pas la crise à la crise", précise M. Carrez. Les discussions concrètes démarreront le 20 octobre.
Ex-presidente da Finlândia recebe o Nobel da Paz

O ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari venceu o prêmio Nobel da Paz 2008. Segundo a Fundação Nobel o prêmio foi dado por "seus importantes esforços em diversos continentes por mais de três décadas para resolver conflitos internacionais". Ele foi responsável nas negociações de paz em várias partes do mundo, principalmente no Timor Leste, Namibia, Iraque e nos Balcãs. Uma de suas missões mais recentes foi como enviado especial da ONU às negociações sobre o processo de status do Kosovo, que declarou independência da Sérvia este ano.
Ahtissari, nascido em 1937, foi presidente da Finlândia entre 1994 e 2000, e desde então se distinguiu por suas diversas ações como mediador de conflitos. Em 2005, ele mediou o acordo na província de Aceh, na Indonésia. O diplomata também teve um papel importante na Namíbia e no Iraque e contribuiu para a resolução de conflitos na Irlanda do Norte, Ásia Central e no Chifre da África, segundo o anúncio do comitê norueguês. Ahtisaari disse à rede norueguesa NRK que estava "muito satisfeito e agraecido" em receber o prêmio.
Ao apontar Ahtisaari, o comitê do Nobel volta seu foco para o tradicional trabalho pela paz, após premiar o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, no ano passado. "Ele é um campeão mundial quando se fala de paz e ele nunca desiste", resumiu Ole Danbolt Mjoes, presidente do comitê norueguês de premiação do Nobel. "Através de seus esforços incansáveis e bons resultados, ele mostrou o papel que a mediação de vários tipos pode ter na resolução de conflitos internacionais", escreveu o comitê em sua argumentação para apontar o premiado.
O texto do comitê mencionou os trabalhos de Ahtisaari na Namíbia, em Aceh, na Indonésia, em Kosovo e no Iraque. Desde 2005, o nome do premiado deste ano é mencionado entre os prováveis ganhadores. Em agosto daquele ano, Ahtisaari negociou o fim de um conflito na Indonésia que durava mais de 140 anos, ao realizar um acordo entre o governo indonésio e os líderes da guerrilha separatista de Aceh. Ele iniciou e mediou as conversas de paz na Finlândia - o acordo de paz foi firmado em Helsinque. "Ele também fez contribuições construtivas para a resolução de conflitos na Irlanda do Norte, na Ásia Central e no Chifre da África", apontou o texto.
O ex-presidente finlandês expressou satisfação e alegria após receber o Prêmio Nobel da Paz por seu papel como mediador em conflitos internacionais. "A mais importante de minhas missões foi certamente a da independência da Namíbia. Fiquei ocupado com esse processo durante 13 anos. Aceh e Kosovo foram também muito importantes", disse o ex-presidente finlandês. Ele ressaltou que o dinheiro do prêmio o ajudará "a financiar meu instituto Crise Management Initiative", o qual necessita de fundos. Ahtisaari disse esperar que o prêmio atraia mais recursos para seu trabalho em prol da paz. "Há sempre muitas possibilidades. Eu realmente espero, agora que eu recebi o prêmio, que seja mais fácil financiar as organizações que dirijo." Ele afirmou que esse financiamento é necessário e "nunca é o suficiente".
O vencedor do Nobel recebe uma medalha de ouro, um diploma e o prêmio de 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a US$ 1,42 milhão. Ahtisaari vai receber o prêmio em Oslo no dia 10 de dezembro, aniversário de morte, em 1896, do inventor sueco Alfred Nobel. O diplomata foi escolhido por um grupo secreto de cinco membros do Comitê Norueguês, em meio a 197 indicados.
Segundo a BBC, pela tradição, os nomes dos candidatos não foram divulgados. Acredita-se que o político de oposição do Zimbábue Morgan Tsvangirai e a ex-deputada colombiana Ingrid Betancourt estivessem entre eles. Os dissidentes chineses Hu Jia e Gao Zhisheng também estariam na lista, o que levou o governo da China a divulgar um aviso de que o prêmio deveria ir para a "pessoa certa".
Mediador de conflitos
Primeiro finlandês a ganhar o prêmio, Ahtisaari foi nomeado enviado especial da ONU para a Namíbia em 1971. Naquela época, guerrilhas desse país enfrentavam o regime de apartheid da África do Sul. Ele depois foi nomeado vice-secretário-geral da ONU, e em 1988 foi enviado à Namíbia para liderar uma força de mantenedores de paz durante a transição rumo à independência desse país.
Ahtisaari era um professor primário quando ingressou na diplomacia finlandesa em 1965. Ele passou 20 anos no exterior, primeiro como embaixador na Tanzânia e depois trabalhando nas Nações Unidas. Em 1994, Ahtisaari aceitou ser candidato à presidência pelo Partido Social-Democrata e venceu a eleição. Ele não tentou se reeleger em 2000, e desde então trabalhou pela paz internacional. Em 2007, a entidade mantida por Ahtisaari, a Crisis Management Initiative, iniciou conversas secretas na Finlândia entre grupos iraquianos sunitas e xiitas, para discutir um projeto para a paz no país.
Ahtisaari trabalhou ainda tentando resolver os problemas na ex-Iugoslávia. O primeiro-ministro de Kosovo, Hashim Thaci, afirmou que a escolha deste ano do Nobel era "a decisão certa, para o homem certo".
Podemos e vamos resolver essa crise, diz Bush na Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta sexta-feira que o governo está agindo para resolver a crise e restaurar a estabilidade nos mercados. "Temos uma variadade de ferramentas e vamos usá-las sem pudor. Podemos e vamos resolver esta crise", disse.
Bush ainda afirmou que a ansiedade sobre a instabilidade dos mercados está tornando a crise ainda pior.
O presidente americano fez o pronunciamento na Casa Branca, em meio a uma manhã tensa nos mercados financeiros mundiais.
Solbes: 'No es labor del Gobierno decir a la banca cómo debe gestionar sus carteras'

El ministro de Economía, Pedro Solbes, ha reconocido que el Gobierno sólo podrá recomendar a la banca que destine los 30.000 millones recibidos del fondo estatal de ayuda contra la crisis para atender las solicitudes de préstamos de hogares y empresas.
Solbes ha respondido así a la petición del Partido Popular para que el Ejecutivo asegure que el fondo será utilizado en créditos a familias y empresas. Algo que podría no suceder porque dentro de poco bancos y cajas de ahorro tendrán que hacer frente al vencimiento de sus propios compromisos.
Aunque el preámbulo del Decreto Ley del Fondo de Adquisición de Activos Financieros establecerá que los hogares tendrán prioridad sobre las empresas a la hora de optar a créditos bancarios, según explicó Solbes, lo cierto es que "corresponderá a los bancos" utilizar a su discreción la liquidez que reciban.
"Lo lógico es que no se metan en hipotecas", afirmó el viceministro económico, aunque reconoció que los vencimientos de los compromisos de las cajas de ahorro y bancos tendrán que cumplirse.
"Tenemos que corregir el mercado y no crear una banca pública", señaló el viceministro económico al explicar que la intervención no supondrá, en ningún momento, que el Estado se arriesgue a dar "préstamos a particulares".
"Hay créditos a largo plazo bloqueados que sacaremos de los activos de las entidades para que estas tengan mayor capacidad de liquidez", argumentó Solbes tras anunciar la entrada en vigor "inmediata" del fondo y de la ampliación a 100.000 euros de las garantías a depósitos y fondos de inversión.
Solbes ha insinuado tras la celebración del Consejo de Ministros que los activos financieros que podría comprar el fondo al principio serían las primeras hipotecas, siempre que sean calificadas 'AAA' (máxima nota).
Por otra parte, el viceministro económico asegura que el fondo tendrá un "coste cero" para los bolsillos de los ciudadanos porque los activos comprados por el Tesoro serán rentables o, como mínimo, se venderán en el futuro recuperando la inversión hecha en ellos.
Cómo funcionará el fondo: las subastas
El nuevo fondo con cargo al Tesoro Público para comprar activos financieros "de alta calidad" establecerá limitaciones para evitar que algunos bancos concentren la liquidez y estará sometido al control parlamentario cada cuatro meses, según ha explicado el secretario de Estado de Economía, David Vegara.
"Tendremos que establecer limitaciones a la concentración", dijo Vegara, ya que la compra de activos financieros emitidos voluntariamente por entidades a cambio de efectivo se realizará mediante un proceso competitivo de subasta para la selección de dichos activos a precios de mercado.
Las primeras operaciones del fondo se realizarán en el último trimestre de 2008 mediante un crédito extraordinario de 10.000 millones de euros. El próximo año será cuando se concedan los restantes 20.000 millones.
El secretario de Economía indicó que el fondo trata de suplir las irregularidades en los mercados para que las entidades puedan enajenar voluntariamente sus activos y obtener liquidez para normalizar sus actividades de crédito, facilitando el acceso a empresas y particulares, que deben ser los grandes beneficiarios del plan.
También insistió en que el fondo no es un plan de rescate de entidades, que "ninguna lo necesita", y que estará sometido al control parlamentario, a través del informe que se enviará cada cuatro meses a la Comisión de Economía del Congreso, donde también se podrá comparecer para dar cuenta.
En las subastas a las que acudan los bancos y cajas para acceder a efectivo se tomarán en consideración los títulos que incorporen las titulizaciones más recientes, y todos tendrán la máxima calificación crediticia que otorgan las agencias de rating (AAA), y que podrían ser descontables ante el Banco Central Europeo (BCE).
Wall Street no toca fondo mientras las Bolsas europeas siguen en caída libre

En plena histeria bursátil en todo el mundo, Wall Street protagoniza un arranque de sesión de vértigo, alternando desplomes e incluso ganancias, pero incapaz de deshacerse del pánico financiero que este jueves le condujo a una caída histórica desde 1987.
El Dow Jones (-120.43 / -1.4%)ha llegado a perder los 8.000 puntos en el frenesí de los primeros compases de la sesión, mientras que el resto de indicadores del parqué de Nueva York, el Nasdaq (-13.5 / -1.06%) y el S&P no conseguían poner rumbo.
Mientras tanto, las Bolsas del otro lado del Atlántico protagonizan unas caídas que se antojan históricas. La española no es una excepción y registraba pérdidas de hasta al 10%. El Ibex (-766.9 / -7.74%) pierde de esta forma otro nivel, el de los 9.000 puntos, sólo un día después de dejarse la barrera psicológica de los 10.000 puntos por primera vez en tres años.
Las últimas noticias en torno a la crisis financiera dibujan un panorama preocupante. Ni el plan de rescate financiero aprobado la pasada semana por el Congreso de EEUU ni la acción conjunta de los bancos centrales para bajar los tipos de interés han podido reflotar a los parqués. Tampoco parece haber aliviado la situación la decisión del Banco Central Europeo de conceder préstamos ilimitados a los bancos a un tipo de interés fijo.
Entre los fuertes retrocesos de las otras plazas bursátiles destacan los del FTSE (-290.26 / -6.73%) de Londres y del Dax Xetra (-310.23 / -6.35%) de Fráncfort, que llegaron a caer más del 10%, mientras que el Cac (-242.42 / -7.04%) de París retrocedió en los primeros compases un 8%. El Nikkei (-881.06 / -9.62%) japonés también se derrumbó durante la madrugada y cedió un 9,6%.
Los líderes a uno y otro lado del Atlántico intentan lanzar un mensaje de tranquilidad. Tras los intentos en solitario de diferentes países para hacer frente a la crisis, el G7 estudia este viernes en Washington cómo afrontar una situación que empeora a cada momento.
Además, el presidente de EEUU, George W. Bush, ha anunciado nuevas medidas para restablecer la calma en los mercados y poner freno a la especulación y la diseminación de información falta en una comparecencia ante los medios para analizar la situación del país.
Los último datos económicos en EEUU no abren un panorama esperanzador. Este viernes el Departamento de Comercio informaba de un aumento del déficit comercial en agosto en un 6,8% respecto al mismo periodo de 2007. A esto se suman los malos resultados de un gigante del parqué de neoyorquino, General Electric (+0.62 / +3.26%), cuyos beneficios trimestrales cayeron un 22% por el golpe de la crisis en su rama financiera.
Por otra parte, el presidente del Gobierno español, José Luis Rodríguez Zapatero, ha pedido al presidente francés, Nicolás Sarkozy, con quien ha almorzado esta tarde, una reunión urgente del Eurogrupo para dar una "respuesta coordinada a la crisis". El Fondo Monetario Internacional ha advertido que la actual crisis financiera podría provocar una recesión de la economía mundial el próximo año.
Dentro del Ibex todos los valores se movían con descensos. Los dos grandes bancos, BBVA (-0.96 / -9.1%) y Santander (-1.09 / -10.58%), se llevaban la peor parte con caías que superaban el 8%. Gas Natural (-1.41 / -6.16%) también se desplomaba con gran fuerza y cedía un 10%.
domingo, 21 de Setembro de 2008
El Gobierno cifra en 180 los inmigrantes muertos desde 2004 en pateras y cayucos

El Gobierno calcula que desde 2004 y hasta el pasado mes de mayo, un total de 179 personas han perdido la vida cuando intentaban entrar de forma clandestina a España, una cifra que contrasta con los cálculos de la Asociación Pro Derechos Humanos de Andalucía (APDH-A), que cifra en más de 350 los extranjeros fallecidos en pateras y cayucos sólo en este año.
La estimación del Ejecutivo, facilitada en respuesta a una pregunta parlamentaria del PP, no tiene en cuenta a los inmigrantes desaparecidos ni los fallecidos en aguas extranjeras, pues sólo se computan los cadáveres rescatados en las costas españolas.
Según los datos oficiales, el año más trágico fue 2004, cuando perecieron 81 personas intentando llegar a España de forma ilegal. Un año después, fueron 24 las víctimas mortales, que ascendieron a 28 en 2006 y a 36, en 2007. Entre enero y mayo de este año, el Gobierno ha contado una decena de fallecidos.
El presidente de APDH-A, Rafael Lara, afirmó que si bien es normal que en términos generales las cifras no coincidan porque la asociación computa a los desaparecidos y a los muertos en aguas africanas, la cifra de cuerpos recuperados que ofrece el Gobierno es "ridícula", porque en el mismo periodo de 2008 la organización contabilizó más del doble de cadáveres en las costas españolas.
"No entendemos a qué viene ese ocultamiento siniestro del drama de nuestras costas y no sabemos si lo que se pretende es minimizar el problema y decir que la política de control de fronteras no tiene riesgos o simplemente ocultar la realidad", declaró Lara.
Según los datos de la APDH-A, en lo que va de año han fallecido o desaparecido 351 personas en las rutas entre África y España, unas 150 de las cuales lo hicieron ya en aguas españolas. Desde enero de este año se han recuperado 62 cuerpos en las costas nacionales, 26 de ellos, en los primeros cinco meses del año.
Embarcaciones interceptadas
El Ejecutivo informa asimismo del número de embarcaciones dedicadas a la inmigración irregular que se han interceptado en aguas terrotoriales o en costas españolas en los últimos cuatro años, y revela que en total, el número asciende a 3.191 pateras y cayucos, 160 de ellos en los primeros cinco meses de 2008.
Por años, el más intenso fue 2006, cuando las autoridades interceptaron 1.035 embarcaciones, frente a las 566 de 2005 o las 690 intervenidas un año después. De ellas, más de la mitad se detectaron en aguas del Mediterráneo.
ETA atenta contra la Ertzaintza con 100 kilos de explosivo en Ondarroa

Al menos 10 personas han resultado heridas tras la explosión de un coche bomba aparcado junto a la comisaría de la Ertzaintza en Ondarroa (Vizcaya), situada en la calle Zaldubide. El estallido se produjo sobre las 04.30 de la madrugada. El vehículo contenía unos 100 kilos de explosivos.
El consejero vasco de Interior, Javier Balza, ha explicado que los terroristas intentaron provocar "una masacre" y matar al mayor número de ertzainas, según informa Mikel Segovia. Cruzaron el coche en la calle hacia la puerta de la comisaría y tiraron dos 'cócteles molotov' para atraer a los agentes, algo que no ha ocurrido. El vehículo ha volado y ha aparecido en la ría Artibai, a bastantes metros de la zona de la explosión.
El atentado se produjo sin que hubiera ninguna llamada previa alertando de su colocación, por lo que no dio tiempo a evacuar la zona. De los heridos, tres son ertzainas y el resto son vecinos y transeúntes que pasaban por la zona.
En el hospital de Galdakao fueron atendidas ocho personas, entre ellos, los tres policías, aunque únicamente dos de los evacuados a este centro hospitalario permanecen ingresados con pronóstico reservado. La mayor parte de los heridos, que fueron dados de alta, presentaba problemas en los tímpanos a consecuencia de la onda expansiva, así como algunas contusiones.
En el centro de Galdakao se encuentra hospitalizado un ertzaina, con un problema en la mano motivado por el estallido del artefacto y el alcance de la metralla. También ha sufrido la rotura de uno de sus tímpanos y, si bien, en principio, se había informado de que iba a ser intervenido, por el momento los médicos que le atienden han descartado esta posibilidad.
La otra persona ingresada en Galdakao, una joven de 15 años, fue posteriormente trasladada al Hospital de Cruces y presenta traumatismo cranoencefálico y fisura el cráneo, en el parietal. Su pronóstico también es reservado.
En ese hospital de Cruces también se atendieron a otros dos ciudadanos, un chico y una chica, que presentaban lesiones leves y que fueron dados de alta. Por último, otra joven fue trasladada al hospital comarcal de Mendaro en Guipúzcoa, con heridas leves y, posteriormente, recibió el alta médica.
Según han informado fuentes de la investigación, los terroristas colocaron el coche bomba junto a la puerta del edificio de la policía vasca, que se encuentra entre un río y la carretera de acceso a la citada localidad, y se dieron a la fuga.
De momento se desconoce la cantidad de material explosivo que llevaba el coche bomba, pero el estallido ha sido muy potente, según han señalado los testigos. Con la luz del día los agentes han comenzado a recoger evidencias del atentado. La onda expansiva ha ocasionado dos importantes boquetes en la fachada de la comisaria y además ha ocasionado la rotura de numerosos cristales en viviendas y comercios de los alrededores.
Este es el segundo atentado que se produce en el País Vasco en pocas horas. A las 00.00 horas, otro coche bomba estalló en Vitoria sin causar heridos pero originando graves daños materiales. Una llamada a la policía en nombre de la organización terrorista ETA había advertido de la explosión.
En Ondarroa, Vizcaya, gobierna una gestora municipal, ya que debido a la presión de la izquierda abertzale tras las pasadas elecciones únicamente un representante del PP tomó la posesión de su cargo de concejal.
Mort des soldats français en Afghanistan : le rapport qui accable
Les talibans ont pu mener une embuscade meurtrière contre des parachutistes français, le 18 août en Afghanistan, grâce à un équipement et une préparation bien supérieurs à ceux de leurs adversaires, révèle le quotidien canadien Globe and Mail, qui affirme avoir eu accès à un rapport "secret" de l'OTAN. L'unité de soldats français, tombée dans l'embuscade, n'avait pas suffisamment de balles ni d'équipement de communication, affirme le journal.
LE MINISTÈRE DE LA DÉFENSE MAINTIENT SA VERSION, L'OTAN DÉMENT LES CRITIQUES
A Paris, le ministère de la défense dit tout ignorer de ce rapport. "A ce stade, nous n'avons pas trace de l'existence de ce document à Paris", a déclaré, dimanche, le porte-parole du ministère Laurent Teisseire, précisant que la défense avait "interrogé l'OTAN" mais pas encore obtenu de réponse. "Nous ne disposons pas d'élément pour le moment sur l'existence même de ce document", a-t-il insisté. M. Teisseire a également souligné que la défense maintenait "tous les éléments factuels donnés depuis le début sur les modalités et les caractéristiques de l'embuscade et de l'opération" du 18 août.
L'OTAN nie avoir formulé des critiques contre l'équipement et la préparation des soldats français, mais a reconnu la capacité des talibans de mener des opérations d'envergure. "Nous n'avons aucune information indiquant que les forces françaises étaient sous équipées", a affirmé, dimanche, le porte-parole de l'Alliance, James Appathurai. "L'OTAN n'a aucun doute sur les capacités et l'entraînement des forces françaises", a-t-il insisté. "Je suis en mesure d'affirmer qu'il n'y a eu aucun rapport, ni de l'OTAN, ni de l'ISAF sur ces événements", a affirmé en début d'après-midi le porte-parole de l'Allliance. "Le secrétaire général n'a pas connaissance d'un tel rapport" et à ce stade, après recherches, nous n'avons pas trouvé trace d'un tel rapport", avait-il déclaré un peu plus tôt.
Le rapport évoqué par le Globe and Mail donne une autre version de l'embuscade. Selon lui, la section française aurait été obligée d'abandonner le combat lorsqu'elle s'est retrouvée sans munitions après seulement 90 minutes d'engagement, alors que les affrontements auraient duré près de deux jours. Elle n'avait qu'une seule radio, qui s'est trouvée rapidement hors service, empêchant ainsi les soldats d'appeler leurs camarades au secours, les obligeant à patienter de longues heures avant l'arrivée de renforts. "Ceci est probablement dû au fait que la section française ne disposait que d'une radio", peut-on lire dans des extraits du rapport de l'OTAN, qui précise que l'appareil est tombé en panne peu après le début des combats. Le Globe and Mail indique par ailleurs que les soldats ont été tués "lors de combats rapprochés", accréditant ainsi la thèse de l'arrivée tardive des renforts.
INSURGÉS BIEN PRÉPARÉS ET SOUTENUS
Au contraire, les insurgés, eux, étaient extrêmement bien préparés, accompagnés de tireurs d'élite, entraînés aux techniques de guérilla et équipés en balles incendiaires, souligne-t-il. "La précision de l'ennemi était très bonne", note le rapport. Selon différentes informations, non confirmées, ce groupe d'insurgés n'était pas uniquement composé de talibans afghans, mais semblait avoir reçu l'aide d'autres rebelles, et notamment d'extrémistes venus du Pakistan, selon le général canadien Richard Blanchette, un porte-parole de l'ISAF. "Le fait qu'ils sont en possession de davantage d'armes sophistiquées est peut-être signe d'une connexion avec des gens de l'extérieur", a expliqué le général Blanchette au Globe and Mail.
L'enquête de l'OTAN avance deux hypothèses qui expliqueraient les circonstances de l'embuscade. "Soit les forces de l'ISAF ont pénêtré dans un village truffé d'insurpassable. Et dans ce cas, les taliban se sont retirés vers des positions défensives à l'approche de l'ISAF, avant d'exécuter un plan soigneusement préparé." "Soit les insurgés ont obtenu des renseignements sur l'itinéraire et la destination" des soldats, peut-on lire dans Le Globe and Mail. Le document de l'OTAN pointe par ailleurs le rôle des forces afghanes dans la tournure des événements, qui se sont enfuies à pied, peu après le début des combats, "laissant sur place leur équipement militaire, en proie à l'ennemi".
MANIFESTATIONS
Dimanche matin, à Paris, des opposants à la présence militaire française en Afghanistan ont déployé sur le pont de Tolbiac une banderole appelant les parlementaires à s'opposer lundi au maintien des forces françaises dans ce pays. Samedi, plusieurs milliers de personnes ont défilé à Paris et Lyon pour dénoncer la présence de troupes françaises en Afghanistan.
Cette manifestation survenait à deux jours du débat prévu lundi à l'Assemblée nationale sur ce sujet. Selon un sondage BVA pour Orange et L'Express rendu public mardi, les Français sont à 62 % opposés au maintien d'une présence militaire de la France en Afghanistan.
LE MINISTÈRE DE LA DÉFENSE MAINTIENT SA VERSION, L'OTAN DÉMENT LES CRITIQUES
A Paris, le ministère de la défense dit tout ignorer de ce rapport. "A ce stade, nous n'avons pas trace de l'existence de ce document à Paris", a déclaré, dimanche, le porte-parole du ministère Laurent Teisseire, précisant que la défense avait "interrogé l'OTAN" mais pas encore obtenu de réponse. "Nous ne disposons pas d'élément pour le moment sur l'existence même de ce document", a-t-il insisté. M. Teisseire a également souligné que la défense maintenait "tous les éléments factuels donnés depuis le début sur les modalités et les caractéristiques de l'embuscade et de l'opération" du 18 août.
L'OTAN nie avoir formulé des critiques contre l'équipement et la préparation des soldats français, mais a reconnu la capacité des talibans de mener des opérations d'envergure. "Nous n'avons aucune information indiquant que les forces françaises étaient sous équipées", a affirmé, dimanche, le porte-parole de l'Alliance, James Appathurai. "L'OTAN n'a aucun doute sur les capacités et l'entraînement des forces françaises", a-t-il insisté. "Je suis en mesure d'affirmer qu'il n'y a eu aucun rapport, ni de l'OTAN, ni de l'ISAF sur ces événements", a affirmé en début d'après-midi le porte-parole de l'Allliance. "Le secrétaire général n'a pas connaissance d'un tel rapport" et à ce stade, après recherches, nous n'avons pas trouvé trace d'un tel rapport", avait-il déclaré un peu plus tôt.
Le rapport évoqué par le Globe and Mail donne une autre version de l'embuscade. Selon lui, la section française aurait été obligée d'abandonner le combat lorsqu'elle s'est retrouvée sans munitions après seulement 90 minutes d'engagement, alors que les affrontements auraient duré près de deux jours. Elle n'avait qu'une seule radio, qui s'est trouvée rapidement hors service, empêchant ainsi les soldats d'appeler leurs camarades au secours, les obligeant à patienter de longues heures avant l'arrivée de renforts. "Ceci est probablement dû au fait que la section française ne disposait que d'une radio", peut-on lire dans des extraits du rapport de l'OTAN, qui précise que l'appareil est tombé en panne peu après le début des combats. Le Globe and Mail indique par ailleurs que les soldats ont été tués "lors de combats rapprochés", accréditant ainsi la thèse de l'arrivée tardive des renforts.
INSURGÉS BIEN PRÉPARÉS ET SOUTENUS
Au contraire, les insurgés, eux, étaient extrêmement bien préparés, accompagnés de tireurs d'élite, entraînés aux techniques de guérilla et équipés en balles incendiaires, souligne-t-il. "La précision de l'ennemi était très bonne", note le rapport. Selon différentes informations, non confirmées, ce groupe d'insurgés n'était pas uniquement composé de talibans afghans, mais semblait avoir reçu l'aide d'autres rebelles, et notamment d'extrémistes venus du Pakistan, selon le général canadien Richard Blanchette, un porte-parole de l'ISAF. "Le fait qu'ils sont en possession de davantage d'armes sophistiquées est peut-être signe d'une connexion avec des gens de l'extérieur", a expliqué le général Blanchette au Globe and Mail.
L'enquête de l'OTAN avance deux hypothèses qui expliqueraient les circonstances de l'embuscade. "Soit les forces de l'ISAF ont pénêtré dans un village truffé d'insurpassable. Et dans ce cas, les taliban se sont retirés vers des positions défensives à l'approche de l'ISAF, avant d'exécuter un plan soigneusement préparé." "Soit les insurgés ont obtenu des renseignements sur l'itinéraire et la destination" des soldats, peut-on lire dans Le Globe and Mail. Le document de l'OTAN pointe par ailleurs le rôle des forces afghanes dans la tournure des événements, qui se sont enfuies à pied, peu après le début des combats, "laissant sur place leur équipement militaire, en proie à l'ennemi".
MANIFESTATIONS
Dimanche matin, à Paris, des opposants à la présence militaire française en Afghanistan ont déployé sur le pont de Tolbiac une banderole appelant les parlementaires à s'opposer lundi au maintien des forces françaises dans ce pays. Samedi, plusieurs milliers de personnes ont défilé à Paris et Lyon pour dénoncer la présence de troupes françaises en Afghanistan.
Cette manifestation survenait à deux jours du débat prévu lundi à l'Assemblée nationale sur ce sujet. Selon un sondage BVA pour Orange et L'Express rendu public mardi, les Français sont à 62 % opposés au maintien d'une présence militaire de la France en Afghanistan.
Elections sénatoriales : les enjeux du scrutin

Un peu plus de 50 000 "grands électeurs" sont appelés à se rendre en préfectures, dimanche 21 septembre, pour élire 114 sénateurs. Une élection d'un autre temps ? L'image surannée du Palais du Luxembourg cadre mal avec les responsabilités renforcées que la révision constitutionnelle adoptée le 21 juillet accorde au Sénat. Selon un sondage Ifop pour Profession politique, réalisé les 4 et 5 septembre auprès de 1 006 personnes, 74 % des personnes interrogées estiment que le Sénat n'est pas "moderne" et 71 % ne le jugent pas "représentatif".
Deux enjeux majeurs dominent pourtant ce scrutin. Dans quelle mesure le renouvellement d'un tiers des effectifs va-t-il permettre de "rééquilibrer" une chambre où l'UMP est la force dominante mais, à l'inverse de l'Assemblée nationale, ne dispose pas de la majorité absolue ? Qui les sénateurs porteront-ils à la présidence pour mettre en oeuvre le chantier d'une rénovation que la réforme des institutions rend encore plus urgente ?
Qui vote ? Le scrutin du 21 septembre concerne les départements métropolitains de l'Ain à l'Indre et le Territoire de Belfort, ainsi que la Guyane, la Polynésie française, Wallis-et-Futuna, Saint-Barthélemy, Saint-Martin et quatre représentants des Français établis hors de France. Aux 102 sièges à renouveler s'ajoutent 12 nouveaux sièges à pourvoir. Les effectifs du Sénat passeront ainsi, au terme de ce renouvellement, de 331 à 343. Les sénateurs sont élus, dans chaque département ou collectivité, par un collège composé des députés, des conseillers régionaux, des conseillers généraux et de délégués des conseils municipaux. Ces derniers représentent 95 % du corps électoral.
Les rapports de forces actuels. Dans le Sénat sortant, le groupe UMP détenait 159 sièges sur 330 (un siège étant resté vacant depuis le décès de son titulaire). La majorité présidentielle s'appuyait aussi sur le groupe Union centriste (30 membres) qui a survécu à la disparition de l'UDF et dont le président, Michel Mercier, tente tant bien que mal de concilier les différentes sensibilités. Elle disposait aussi d'une réserve de voix chez les 17 membres du Rassemblement démocratique et européen (RDSE), alliage composite de radicaux de droite et de gauche, et de quelques sénateurs non inscrits. Globalement, dans les scrutins majeurs comme le vote du budget, la majorité pouvait tabler sur un potentiel de 195 voix, la gauche (PS, PCF, Verts, PRG) ne disposant, stricto sensu, que de 125 voix.
Les évolutions attendues. Pas de risque pour la majorité présidentielle de perdre le Sénat. En dépit des scrutins locaux intervenus depuis 1998, qui ont permis à la gauche de gagner la majorité des régions, des départements et des communes de plus de 3 500 habitants, les déplacements devraient rester limités. Le renouvellement des effectifs par tiers - à partir de 2011, il s'effectuera par moitié - a pour effet de "lisser" les évolutions électorales. Surtout, le collège sénatorial surreprésente les communes de moins de 3 500 habitants, qui à elles seules fournissent la moitié des délégués.
Le premier secrétaire du PS, François Hollande, espère pour son parti un gain de "10 à 15 sièges". Insuffisante pour faire basculer la majorité, cette progression, si elle se vérifiait, pourrait toutefois offrir une "clé de blocage" à l'opposition dans le cadre d'une éventuelle révision constitutionnelle nécessitant trois cinquièmes des suffrages du Parlement.
L'objectif pour l'UMP est de conserver, au minimum, le même nombre de sièges. Ce qui malgré tout l'obligera, pour arriver à la majorité absolue, à composer - au moins dans la forme - avec ses partenaires et alliés. Le RDSE espère pouvoir continuer à former un groupe (15 membres au Sénat). De son côté, le Nouveau Centre présidé par Hervé Morin, le ministre de la défense, aspire à pouvoir en constituer un, qui deviendrait le correspondant de celui qu'il possède déjà à l'Assemblée. Ceci entraînerait la fin du groupe centriste et l'isolement des partisans de François Bayrou.
Qui succédera à Christian Poncelet ? Dès dimanche soir commencera la bataille pour la présidence du Sénat. L'UMP considère qu'elle lui revient de droit. Elle procédera, mercredi, à une primaire pour désigner celui qui sera son candidat. Deux "poids lourds", Gérard Larcher et Jean-Pierre Raffarin, et un "outsider", Philippe Marini, se disputent les faveurs de leurs collègues. L'élection du futur président, par l'ensemble des sénateurs, aura lieu le 1er octobre.
quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Obama Wins Nomination; Biden and Bill Clinton Rally Party

Barack Hussein Obama, a freshman senator who defeated the first family of Democratic Party politics with a call for a fundamentally new course in politics, was nominated by his party on Wednesday to be the 44th president of the United States.
The unanimous vote made Mr. Obama the first African-American to become a major party nominee for president. It brought to an end an often-bitter two-year political struggle for the nomination with Senator Hillary Rodham Clinton of New York, who, standing on a packed convention floor electric with anticipation, moved to halt the roll call in progress so that the convention could nominate Mr. Obama by acclamation. That it did with a succession of loud roars, followed by a swirl of dancing, embracing, high-fiving and chants of “Yes, we can.”
In an effort to fully ease the lingering animosity from the primary season, former President Bill Clinton, in a speech that had been anxiously awaited by Mr. Obama’s aides given the uncomfortable relations between the two men, offered an enthusiastic and unstinting endorsement of Mr. Obama’s credentials to be president. Mr. Clinton’s message, like the messenger, was greeted rapturously in the hall.
“Last night Hillary told us in no uncertain terms that she is going to do everything she can to elect Barack Obama,” Mr. Clinton said. “That makes two of us.”
Mr. Clinton proceeded to do precisely what Mr. Obama’s campaign was looking for him to do: attest to Mr. Obama’s readiness to be president, after a campaign largely based on Mrs. Clinton’s contention that he was not.
“I say to you: Barack Obama is ready to lead America and restore American leadership in the world,” Mr. Clinton said. “Barack Obama is ready to preserve, protect and defend the Constitution of the United States. Barack Obama is ready to be president of the United States.”
Senator Joseph R. Biden Jr. of Delaware, Mr. Obama’s choice for vice president, accepted the nomination with a speech in which he spoke frequently, and earnestly, of his blue-collar background, in effect offering himself as a validator for Mr. Obama among some voters who have been reluctant to embrace the Democratic presidential nominee.
He then turned to Senator John McCain, the likely Republican nominee, signaling how he would go after him in the campaign ahead. He referred to Mr. McCain as a friend — “I know you hear that phrase a lot in politics; I mean it,” he said — and then proceeded to offer a long and systematic case about why Mr. McCain should not be president.
“The choice in this election is clear,” Mr. Biden said. “These times require more than a good soldier. They require a wise leader,” he said, a leader who can deliver “the change that everybody knows we need.”
His 21-minute address completed, Mr. Biden was joined on stage by his wife, Jill, who told the crowd they were about to be joined by an unscheduled guest. The crowd exploded as Mr. Obama walked around the corner.
“If I’m not mistaken, Hillary Clinton rocked the house last night,” he said, gazing up at where Mr. and Mrs. Clinton were watching the proceedings and leading the crowd in applause. “And President Clinton reminded us of what it’s like when you have a president who actually puts people first. Thank you.”
The historic nature of the moment quickly gave way to the political imperatives confronting Mr. Obama, who arrived here on Wednesday afternoon and is to accept the nomination Thursday night before a crowd of 75,000 people in a football stadium. After days in which the convention often seemed less about Mr. Obama than about the two families that have dominated Democratic politics for nearly a half-century, the Kennedys and the Clintons, he needed to convince voters that he has solutions to their economic anxieties and to rally his party against the reinvigorated candidacy of Mr. McCain.
The roll-call vote took place in the late afternoon Wednesday — the first time in at least 50 years that Democrats have not scheduled their roll call on prime-time television — as Democrats sought to avoid drawing attention to the lingering resentments between Clinton and Obama delegates. Yet the significance of the vote escaped no one, and sent a charge through the Pepsi Center as a procession of state delegations cast their votes and the hall, slightly empty at the beginning of the vote, became shoulder-to-shoulder with Democrats eager to witness this moment.
As planned, it fell to Mrs. Clinton to put Mr. Obama over the top. He was declared the party’s nominee at 4:47 p.m. Mountain time after Mrs. Clinton, in a light blue suit standing out in a crowd that included almost every elected New York official, moved that the roll call be suspended and that Mr. Obama be declared the party’s nominee by acclamation. The vote was timed to conclude during the network evening news broadcasts.
“With eyes firmly fixed on the future in the spirit of unity, with the goal of victory, with faith in our party and country, let’s declare together in one voice, right here and right now, that Barack Obama is our candidate and he will be our president,” Mrs. Clinton said.
“I move that Senator Barack Obama of Illinois be selected by this convention by acclamation as the nominee of the Democratic Party for president of the United States,” she said.
Speaker Nancy Pelosi of California, standing at the lectern, asked for a second and was greeted by a roar of voices. A louder roar came from the crowd when she asked for support of the motion.
When the voting was cut off, Mr. Obama had received 1,549 votes, compared with 231 for Mrs. Clinton.
The hall pulsed when Mr. Clinton strode onto the stage for a performance that became a reminder of why Democrats had considered him a politician with once-in-a-generation skills — and suggested that for Democrats in this hall at least, Mr. Clinton may have survived a primary in which he was repeatedly criticized for the sharp tone he often used against Mr. Obama. Again and again, Mr. Clinton tried to quiet the crowd. Again and again, they ignored him.
“You all sit down, we have to get on with the show,” he said.
Mr. Clinton arguably did a better job than Mrs. Clinton the night before in making the case for Mr. Obama, and pumped up a crowd at a convention that has often seemed listless. He even managed, amid all his praise, to slip in a reference to the reservations he voiced about Mr. Obama back when he was campaigning against him, suggesting that Mr. Biden was just what Mr. Obama needed.
“With Joe Biden’s experience and wisdom, supporting Barack Obama’s proven understanding, instincts and insight, America will have the national security leadership we need,” he said.
And without mentioning Mr. McCain by name, he offered a sharp denunciation of him and the Republicans.
“The Republicans will nominate a good man who served our country heroically and suffered terribly in Vietnam,” he said. “He loves our country every bit as much as we all do. As a senator, he has shown his independence on several issues. But on the two great questions of this election, how to rebuild the American Dream and how to restore America’s leadership in the world, he still embraces the extreme philosophy which has defined his party for more than 25 years.”
“They actually want us to reward them for the last eight years by giving them four more,” he said. “Let’s send them a message that will echo from the Rockies all across America: Thanks, but no thanks.”
For all the good Mr. Clinton might have done for Mr. Obama on Wednesday night it marked the second night in a row that the Clintons had been the face of what was supposed to be Mr. Obama’s convention. But when Mr. Obama walked out from backstage at the end of the night — “Hello, Democrats!” — he left little doubt about who was now the face of the Democratic party.
For Mr. Obama, the nomination — seized from Mrs. Clinton, who just one year ago was viewed as the obvious favorite to win the nomination especially against an opponent with a scant political résumé — was a remarkable achievement in what has been a remarkable ascendance. It was less than four years ago that Mr. Obama, coming off of serving seven years as an Illinois state senator, became a member of the United States Senate. He is 47 years old, the son of a white mother from Kansas and a black father from Kenya.
Mr. Obama’s nomination came 120 years after Frederick Douglass became the first African-American to have his name entered in nomination at a major party convention. Douglass received one vote at the Republican convention in Chicago in 1888.
Making the moment even more striking was the historical nature of Mrs. Clinton’s candidacy. She was the third woman whose name has been entered as a candidate for president at a major party convention. As she moved to end the roll-call vote, some women in the hall could be seen wiping tears from their eyes.
El Euribor cae en agosto pero las hipotecas a revisar se encarecerán
El Euribor, indicador utilizado para revisar la mayoría de las hipotecas en España, cerró agosto en el nivel del 5,32%, unos 0,07 puntos por debajo de la cota de julio, con lo que rompe la tendencia alcista de los últimos cinco meses.
El indicador ha conseguido recortar unas céntémismas respecto a julio a falta de un día para que finalice oficialmente el mes, aunque, continúa en niveles máximos históricos por tercer mes consecutivo, ya que en junio superó la barrera más alta marcada hasta ahora en agosto del año 2000 (5,248%), al cerrar en el 5,361%, y julio en el 5,393%.
A pesar del descenso registrado por el Euribor en agosto, los consumidores verán incrementadas las cuotas que pagan cada mes por sus hipotecas, ya que el indicador se situaba en tasas más bajas en agosto de 2007. No obstante, este incremento será menor que el que soportaron los consumidores que revisaron su hipoteca en julio.
En concreto, para una hipoteca de 141.939 euros (importe medio en junio según los últimos datos del Instituto Nacional de Estadística), un diferencial del 0,50% y un plazo de amortización de unos 26 años, los usuarios pagarán en agosto 56 euros más al mes y unos 670 euros más al año.
Los usuarios que tengan contratada la revisión de su hipoteca de manera semestral experimentarán un incremento de unos 80 euros al mes y unos 960 euros al año, ya que el Euribor en febrero se situaba en el 4,349%, muy por debajo del nivel actual.
La volatilidad ha sido la tónica dominante en el comportamiento de este indicador durante agosto, mes en el que las perspectivas sobre un posible recorte o mantenimiento de los tipos de interés por parte del Banco Central Europeo han permitido su descenso.
El indicador ha conseguido recortar unas céntémismas respecto a julio a falta de un día para que finalice oficialmente el mes, aunque, continúa en niveles máximos históricos por tercer mes consecutivo, ya que en junio superó la barrera más alta marcada hasta ahora en agosto del año 2000 (5,248%), al cerrar en el 5,361%, y julio en el 5,393%.
A pesar del descenso registrado por el Euribor en agosto, los consumidores verán incrementadas las cuotas que pagan cada mes por sus hipotecas, ya que el indicador se situaba en tasas más bajas en agosto de 2007. No obstante, este incremento será menor que el que soportaron los consumidores que revisaron su hipoteca en julio.
En concreto, para una hipoteca de 141.939 euros (importe medio en junio según los últimos datos del Instituto Nacional de Estadística), un diferencial del 0,50% y un plazo de amortización de unos 26 años, los usuarios pagarán en agosto 56 euros más al mes y unos 670 euros más al año.
Los usuarios que tengan contratada la revisión de su hipoteca de manera semestral experimentarán un incremento de unos 80 euros al mes y unos 960 euros al año, ya que el Euribor en febrero se situaba en el 4,349%, muy por debajo del nivel actual.
La volatilidad ha sido la tónica dominante en el comportamiento de este indicador durante agosto, mes en el que las perspectivas sobre un posible recorte o mantenimiento de los tipos de interés por parte del Banco Central Europeo han permitido su descenso.
Dos familias incineraron restos que no eran los de su allegado por un error en la entrega
Iban a despegar con los restos mortales de su familiar rumbo a Francia, cuando recibieron una llamada del Consulado galo comunicándoles que las cenizas que llevaban en la urna no eran las de su allegada.
Un fallo en la entrega de féretros que contenían los restos mortales de dos víctimas del accidente aéreo del avión de Spanair ha provocado que las dos familias incineraran cuerpos que no eran los de su familiar, según han indicado fuentes cercanas a la investigación.
El titular del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid, Javier Pérez, investiga cómo se produjo el error. Los féretros con los restos mortales de las dos víctimas del accidente fueron intercambiadas por un fallo en la recogida de los ataúdes por parte de la funeraria.
Uno de las fallecidas era Pilar González, una joven francoespañola que llevaba un año residiendo en Gran Canaria, donde daba clases en un colegio francés de la localidad de Taliarte.
De esta forma, los restos mortales de la víctima número 134, la ciudadana francesa, fueran entregados a la familia de la víctima 104, y viceversa. Las familias celebraron, por tanto, la incineración con cuerpos que no correspondían a la persona que creían.
Los restos de Pilar iban a ser trasladados por sus familiares esta misma mañana a Francia por avión, pero, una vez detectada la incidencia, el Juzgado hizo las gestiones pertinentes con el Consulado galo en Madrid y, poco después cada familia tenía ya en su poder la urna que le correspondía.
Las fuentes judiciales consultadas han insistido en que en ningún caso se ha producido un error en la identificación de las víctimas, ya que éste es un proceso "absolutamente fiable". Los agentes del servicio especial de la Guardia Civil que colaboran en los reconocimientos realizaron la identificación de forma correcta, a través del ADN de los dos fallecidos.
Una vez que la Guardia Civil identifica a los cadáveres se hace entrega de los cuerpos al juez, que es el quien determina el procedimiento de entrega.
Los familiares de otros dos ciudadanos franceses fallecidos en el accidente han calificado lo sucedido como "un error intolerable".
Un vehículo del Consulado francés con personal de los servicios psicosociales llegó a media tarde al hotel Auditorium, donde las familias de los heridos y de las víctimas mortales que aún no han sido identificadas aguardan noticias de sus allegados.
El Ministerio del Interior alegó que el reparto de los restos mortales es competencia del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid.
Un fallo en la entrega de féretros que contenían los restos mortales de dos víctimas del accidente aéreo del avión de Spanair ha provocado que las dos familias incineraran cuerpos que no eran los de su familiar, según han indicado fuentes cercanas a la investigación.
El titular del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid, Javier Pérez, investiga cómo se produjo el error. Los féretros con los restos mortales de las dos víctimas del accidente fueron intercambiadas por un fallo en la recogida de los ataúdes por parte de la funeraria.
Uno de las fallecidas era Pilar González, una joven francoespañola que llevaba un año residiendo en Gran Canaria, donde daba clases en un colegio francés de la localidad de Taliarte.
De esta forma, los restos mortales de la víctima número 134, la ciudadana francesa, fueran entregados a la familia de la víctima 104, y viceversa. Las familias celebraron, por tanto, la incineración con cuerpos que no correspondían a la persona que creían.
Los restos de Pilar iban a ser trasladados por sus familiares esta misma mañana a Francia por avión, pero, una vez detectada la incidencia, el Juzgado hizo las gestiones pertinentes con el Consulado galo en Madrid y, poco después cada familia tenía ya en su poder la urna que le correspondía.
Las fuentes judiciales consultadas han insistido en que en ningún caso se ha producido un error en la identificación de las víctimas, ya que éste es un proceso "absolutamente fiable". Los agentes del servicio especial de la Guardia Civil que colaboran en los reconocimientos realizaron la identificación de forma correcta, a través del ADN de los dos fallecidos.
Una vez que la Guardia Civil identifica a los cadáveres se hace entrega de los cuerpos al juez, que es el quien determina el procedimiento de entrega.
Los familiares de otros dos ciudadanos franceses fallecidos en el accidente han calificado lo sucedido como "un error intolerable".
Un vehículo del Consulado francés con personal de los servicios psicosociales llegó a media tarde al hotel Auditorium, donde las familias de los heridos y de las víctimas mortales que aún no han sido identificadas aguardan noticias de sus allegados.
El Ministerio del Interior alegó que el reparto de los restos mortales es competencia del Juzgado de Instrucción número 11 de Madrid.
terça-feira, 29 de Julho de 2008
Kléber reclama de perseguição da arbitragem e da imprensa

Para a torcida do Palmeiras, Kléber é um dos jogadores mais raçudos a vestir a camisa do clube nos últimos anos. Um ídolo. Para jogadores e torcedores adversários, porém, o atacante confunde raça com deslealdade. É tachado de violento dentro de campo e nos debates na tevê e no rádio. E vem colecionando um cartão atrás do outro - são três vermelhos e cinco amarelos em 11 jogos, recorde absoluto no Brasileirão.
A última expulsão foi contra o Goiás, no domingo retrasado. O zagueiro Rafael Marques o acusou de agressão, que foi registrada na súmula pelo árbitro Alicio Pena Júnior. "Não agredi ninguém! Ele simulou, caiu, aí o assistente levantou a bandeira e o juiz foi na dele", diz Kléber. "O problema é a fama que eu peguei." O atacante reclama de perseguição e culpa também a imprensa. "Se o juiz lê que sou violento, já me olha de outra forma no jogo seguinte."
Carlos Eugênio Simon, árbitro de duas Copas do Mundo, diz que a acusação de Kléber é "absurda". O próprio Simon chegou a dar um amarelo para ele no jogo do Palmeiras contra o Vasco - e o atacante também reclamou de perseguição. "Árbitro nenhum persegue jogador. Quem é o Kléber pra falar isso?"
Temeroso por uma suspensão severa pela expulsão contra o Goiás (o julgamento ainda não foi marcado), Kléber tem dito que precisa se controlar. Argumenta que passou quatro anos na Ucrânia, "onde os árbitros não costumam dar qualquer faltinha", e ainda não conseguiu se readaptar ao futebol brasileiro, apesar de já estar há seis meses no Palmeiras.
"O árbitro da partida contra o Fluminense (Leandro Vuaden) foi elogiado justamente por deixar o jogo correr. Esse deveria ser o critério da arbitragem. Se o jogo fica truncado, o jogador se irrita."
A diretoria e o técnico Vanderlei Luxemburgo têm se colocado ao lado de Kléber. O atacante recebeu uma multa pela expulsão contra o Goiás, mas ninguém foi a público para condená-lo. Pelo contrário: o treinador chegou a defendê-lo, por concordar que exista um exagero nas punições ao jogador. "O Kléber está sendo penalizado porque tem um estilo de jogo diferente. Ele é muito forte e é duro nas disputas de bola. Mas isso não quer dizer que seja violento", defendeu o treinador.
Kléber acha que o exemplo de perseguição vem do próprio Palmeiras. "Está acontecendo comigo a mesma coisa que aconteceu com o Valdivia ano passado", compara Kléber, sem lembrar que o chileno continua levando muitos cartões amarelos por simular faltas, na visão dos árbitros, e reclamar. "Mas é meu estilo de jogo, não posso mudar. Entro sempre pra ganhar. Não sou do tipo que tira o pé de dividida."
Força Nacional para eleição ainda não é necessária, diz TRE-RJ
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio, desembargador Roberto Wider, disse nesta segunda-feira, 28, que ainda não há necessidade de solicitar o envio de tropas federais para garantir o pleito no Estado porque pode estar havendo uma certa "politização" da questão da segurança na campanha. Ele confirmou que o órgão já recebeu mais de 20 denúncias anônimas de que há pelo menos sete áreas da capital, dominadas por traficantes ou milicianos, em que candidatos estariam tendo dificuldade de entrar para fazer campanha e eleitores estariam sendo constrangidos , mas declarou que "a questão do tráfico e das milícias não é nova". Nesta terça-feira, ele se reúne com a cúpula da Secretaria de Segurança do Rio para tratar do assunto.
Além das denúncias recebidas pelo TRE-RJ, a polêmica sobre a falta da segurança nas eleições fluminenses ficou latente no último sábado, quando fotógrafos de três veículos da imprensa do Rio foram obrigados por traficantes armados da Vila Cruzeiro (Penha, zona norte) a apagar as imagens registradas durante campanha do senador Marcelo Crivella (PRB), em que ele aparecia cumprimentando supostos traficantes. As fotos foram recuperadas por um software especial e publicadas. Dois dias antes, a polícia encontrou na Rocinha (São Conrado, zona sul) uma espécie de ata de uma suposta reunião na favela, que teria sido redigida por traficantes, em que se determinava "todo empenho para o candidato da Rocinha".
Desde 6 de julho, quando a campanha para prefeito e vereador começou oficialmente, o TRE-RJ já recebeu mais de 20 denúncias . Rocinha , complexo de favelas da Penha (em especial Vila Cruzeiro) e morro do Vidigal são as áreas dominadas pelo tráfico citadas nesses informes. As áreas controladas por milicianos , todas na zona oeste, são favelas de Santa Cruz, Jacarepaguá, Rio das Pedras (uma favela em Jacarepaguá) e Carobinha. Esta última seria controlada pela "Liga da Justiça", milícia que, segundo a polícia, é comandada pelo vereador Jerônimo Guimarães (PMDB) e seu irmão, o deputado estadual Natalino Guimarães (DEM).
Ambos estão presos. A quadrilha é acusada pela Polícia Civil de 98 assassinatos. "A questão da milícia, a questão do tráfico no Rio de Janeiro, não é de hoje, não é nova. Só que estamos verificando, e agora ficou mais latente, que eles estão entrando na atividade pública também e buscando criar representantes dessa atividade fora da lei e trazendo para dentro do governo de maneira geral", disse Wider.
A reunião de hoje, segundo o desembargador, fornecerá elementos para que ele decida se há necessidade de pedir apoio federal. Amanhã, ele se encontra com o ministro Carlos Ayres Brito, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). " O tribunal não oferece segurança a candidato nenhum, não é essa a nossa função constitucional. Nossa função é oferecer segurança jurídica. Teremos eleições tranqüilas, seguras. Se for necessário, vamos buscar todos os apoio. Já tivemos o apoio do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) para que nós aqui resolvamos nossos problemas, em primeiro lugar ", disse. Para ele, a ameaça aos jornalistas é "inadmissível".
Além das denúncias recebidas pelo TRE-RJ, a polêmica sobre a falta da segurança nas eleições fluminenses ficou latente no último sábado, quando fotógrafos de três veículos da imprensa do Rio foram obrigados por traficantes armados da Vila Cruzeiro (Penha, zona norte) a apagar as imagens registradas durante campanha do senador Marcelo Crivella (PRB), em que ele aparecia cumprimentando supostos traficantes. As fotos foram recuperadas por um software especial e publicadas. Dois dias antes, a polícia encontrou na Rocinha (São Conrado, zona sul) uma espécie de ata de uma suposta reunião na favela, que teria sido redigida por traficantes, em que se determinava "todo empenho para o candidato da Rocinha".
Desde 6 de julho, quando a campanha para prefeito e vereador começou oficialmente, o TRE-RJ já recebeu mais de 20 denúncias . Rocinha , complexo de favelas da Penha (em especial Vila Cruzeiro) e morro do Vidigal são as áreas dominadas pelo tráfico citadas nesses informes. As áreas controladas por milicianos , todas na zona oeste, são favelas de Santa Cruz, Jacarepaguá, Rio das Pedras (uma favela em Jacarepaguá) e Carobinha. Esta última seria controlada pela "Liga da Justiça", milícia que, segundo a polícia, é comandada pelo vereador Jerônimo Guimarães (PMDB) e seu irmão, o deputado estadual Natalino Guimarães (DEM).
Ambos estão presos. A quadrilha é acusada pela Polícia Civil de 98 assassinatos. "A questão da milícia, a questão do tráfico no Rio de Janeiro, não é de hoje, não é nova. Só que estamos verificando, e agora ficou mais latente, que eles estão entrando na atividade pública também e buscando criar representantes dessa atividade fora da lei e trazendo para dentro do governo de maneira geral", disse Wider.
A reunião de hoje, segundo o desembargador, fornecerá elementos para que ele decida se há necessidade de pedir apoio federal. Amanhã, ele se encontra com o ministro Carlos Ayres Brito, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). " O tribunal não oferece segurança a candidato nenhum, não é essa a nossa função constitucional. Nossa função é oferecer segurança jurídica. Teremos eleições tranqüilas, seguras. Se for necessário, vamos buscar todos os apoio. Já tivemos o apoio do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) para que nós aqui resolvamos nossos problemas, em primeiro lugar ", disse. Para ele, a ameaça aos jornalistas é "inadmissível".
TRE do Rio avalia uso de tropas federais para garantir eleição

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro, desembargador Roberto Wider, afirmou ontem que ainda não há necessidade de solicitar o envio de tropas federais para garantir o pleito no Estado. Na avaliação de Wider, pode estar havendo uma certa "politização" da questão da segurança na campanha fluminense.
Ele confirmou que o tribunal já recebeu mais de 20 denúncias anônimas de que em pelo menos sete áreas da capital, dominadas por traficantes ou milicianos, candidatos estariam tendo dificuldade de entrar para fazer campanha e eleitores estariam sendo constrangidos. Observou, contudo, que "a questão do tráfico e das milícias não é nova".
Wider se reúne hoje com a cúpula da Secretaria de Segurança do Rio para tratar do assunto.
Além das denúncias recebidas pelo TRE do Rio, a polêmica sobre a falta da segurança nas eleições fluminenses cresceu no sábado, quando fotógrafos dos jornais O Globo, Jornal do Brasil e O Dia foram obrigados por traficantes armados da Vila Cruzeiro (zona norte) a apagar as imagens registradas durante campanha do senador Marcelo Crivella (PRB), em que ele aparecia cumprimentando supostos traficantes. As fotos foram recuperadas por um software especial e publicadas pelos jornais. Dois dias antes, a polícia encontrou na Rocinha (zona sul) uma espécie de ata de reunião na favela, que teria sido redigida por traficantes, em que se determinava "todo empenho para o candidato da Rocinha".
?LIGA DA JUSTIÇA?
Desde 6 de julho, quando a campanha para prefeito e vereador começou oficialmente, o TRE fluminense vem recebendo denúncias. Rocinha, complexo de favelas da Penha (em especial Vila Cruzeiro) e morro do Vidigal são as áreas dominadas pelo tráfico citadas nesses informes. Controladas por milicianos, todas na zona oeste da capital, são as favelas de Santa Cruz, Jacarepaguá, Rio das Pedras (uma favela em Jacarepaguá) e Carobinha. Esta última seria controlada pela "Liga da Justiça", milícia que, segundo a polícia, é comandada pelo vereador Jerônimo Guimarães (PMDB) e seu irmão, o deputado estadual Natalino Guimarães (DEM). Ambos estão presos. Essa milícia é acusada pela Polícia Civil de 98 assassinatos.
"A questão da milícia, a questão do tráfico no Rio de Janeiro, não é de hoje, não é nova. Só que estamos verificando que eles estão entrando na atividade pública também e buscando criar representantes dessa atividade fora da lei e trazendo para dentro do governo de maneira geral", disse o presidente do TRE fluminense.
SUPREMO
A reunião de hoje, segundo o desembargador, fornecerá elementos para que ele decida se há necessidade de pedir apoio federal. Amanhã, ele se encontrará com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Brito. " O tribunal não oferece segurança a candidato nenhum, não é essa nossa função constitucional. Nossa função é oferecer segurança jurídica. Teremos eleições tranqüilas, seguras. Se for necessário, vamos buscar todos os apoios. Já tivemos o apoio do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) para que nós aqui resolvamos nossos problemas, em primeiro lugar ", disse. Para ele, "a ameaça aos jornalistas é inadmissível".
Explota un artefacto en la playa de Torremolinos sin causar ningún herido
Un explosivo de escasa potencia estalló sin previo aviso hacia las 00.20 horas del martes en el paseo marítimo de la Carihuela de la localidad malagueña, situada en plena Costa del Sol.
Varias unidades de los TEDAX y de la Policía Nacional se desplazaron hasta la zona para evaluar los daños causados e investigando lo ocurrido, tratando de encontrar restos de explosivos para identificar su procedencia.
La deflagración, que se ha sentido en el Paseo Marítimo de la Carihuela, entre los hoteles Aloha Puerto y Timorsol. Sin embargo, los hoteles no fueron desalojados.
Los daños materiales producidos tras la explosión son "inexistentes", según ha asegurado el alcalde del municipio, Pedro Fernández Montes, quien añadió que la situación se encuentra "normalizada" desde primera hora.
Fernández Montes señaló que "el artefacto estaba en un arroyo entre Torremolinos y Benalmádena, con una cierta profundidad, siendo imposible que hiciera daño a terceros". De hecho, dijo, en un chiringuito que se encontraba a unos 10 metros "no se ha roto ni un cristal", ya que "el artefacto era de una potencia mínima".
No hubo previo aviso de la colocación del artefacto, que era de escasa potencia y que provocó un agujero de aproximadamente un metro de diámetro y 40 centímetros de profundidad.
Sobresalto para los turistas
La explosión de un artefacto de escasa potencia en una playa de Torremolinos ha sobresaltado a los turistas alojados en varios hoteles de la zona, que sintieron como "temblaban" sus habitaciones y posteriormente vieron "mucho humo" procedente del paseo marítimo.
Según ha explicado el recepcionista del hotel Timorsol, ubicado en la cercana avenida de Salvador Allende, pasada la medianoche notó una fuerte explosión que en principio achacó a un petardo procedente de alguna moraga de la playa, hasta que pocos minutos después vio llegar a la Policía para acordonar la zona y vehículos de bomberos y ambulancias.
"Muchos clientes del hotel, sobre todo nacionales, nos han llamado asustados, casi llorando, pensando que había sido algo más grave", ha explicado el recepcionista, a quien varias personas procedentes de la playa le han contado que había mucho humo en la zona y no sabían qué había pasado.
Tras la explosión del artefacto, la Policía cortó el acceso momentáneamente al Hotel Aloha Puerto -el más cercano al lugar de los hechos- y preguntó a los responsables de dicho establecimiento y a los del hotel Timorsol si habían visto algo sospechoso, ha añadido la fuente.
Varias unidades de los TEDAX y de la Policía Nacional se desplazaron hasta la zona para evaluar los daños causados e investigando lo ocurrido, tratando de encontrar restos de explosivos para identificar su procedencia.
La deflagración, que se ha sentido en el Paseo Marítimo de la Carihuela, entre los hoteles Aloha Puerto y Timorsol. Sin embargo, los hoteles no fueron desalojados.
Los daños materiales producidos tras la explosión son "inexistentes", según ha asegurado el alcalde del municipio, Pedro Fernández Montes, quien añadió que la situación se encuentra "normalizada" desde primera hora.
Fernández Montes señaló que "el artefacto estaba en un arroyo entre Torremolinos y Benalmádena, con una cierta profundidad, siendo imposible que hiciera daño a terceros". De hecho, dijo, en un chiringuito que se encontraba a unos 10 metros "no se ha roto ni un cristal", ya que "el artefacto era de una potencia mínima".
No hubo previo aviso de la colocación del artefacto, que era de escasa potencia y que provocó un agujero de aproximadamente un metro de diámetro y 40 centímetros de profundidad.
Sobresalto para los turistas
La explosión de un artefacto de escasa potencia en una playa de Torremolinos ha sobresaltado a los turistas alojados en varios hoteles de la zona, que sintieron como "temblaban" sus habitaciones y posteriormente vieron "mucho humo" procedente del paseo marítimo.
Según ha explicado el recepcionista del hotel Timorsol, ubicado en la cercana avenida de Salvador Allende, pasada la medianoche notó una fuerte explosión que en principio achacó a un petardo procedente de alguna moraga de la playa, hasta que pocos minutos después vio llegar a la Policía para acordonar la zona y vehículos de bomberos y ambulancias.
"Muchos clientes del hotel, sobre todo nacionales, nos han llamado asustados, casi llorando, pensando que había sido algo más grave", ha explicado el recepcionista, a quien varias personas procedentes de la playa le han contado que había mucho humo en la zona y no sabían qué había pasado.
Tras la explosión del artefacto, la Policía cortó el acceso momentáneamente al Hotel Aloha Puerto -el más cercano al lugar de los hechos- y preguntó a los responsables de dicho establecimiento y a los del hotel Timorsol si habían visto algo sospechoso, ha añadido la fuente.
Las maltratadas que maten a sus parejas sólo serán acusadas de homicidio

Las personas que maten a su pareja tras sufrir años de violencia doméstica podrán evitar una condena por asesinato y ser acusadas sólo de homicidio de acuerdo con una nueva propuesta legal del Gobierno laborista británico.
La propuesta supone una nueva línea de defensa para las mujeres víctimas de ese tipo de violencia "de palabra y obra", que no tendrán que demostrar que actuaron de modo espontáneo al dar muerte a sus "torturadores" aunque sólo se permitirá ese recurso en casos excepcionales.
Las reformas propuestas al Parlamento pondrán fin al mismo tiempo a una secular tradición de la utilización de la provocación como defensa, que permitía a muchos hombres escapar a una condena por asesinato ya que podrán ser convictos ahora de homicidio.
"No puede haber ninguna excusa para la violencia doméstica, y mucho menos para matar a nadie. Lo que pueda ocurrir en una relación (entre personas) no justifica recurrir a la violencia", según la ministra británica para la Mujer, Harriet Harman.
"Queremos poner fin a una cultura de excusas que permite a un hombre que ha dado muerte a su mujer decir que no es culpa suya porque tenía una relación (extramatrimonial) o porque le había provocado", afirma Harman en varios medios británicos.
Las propuestas, en cuya elaboración el Gobierno ha venido trabajando más de cuatro años, crean una nueva defensa parcial consistente en el "temor a violencia grave".
Según por portavoz del ministerio de Justicia, la reforma legal dejará bien claro que quien descubra que su pareja tiene una relación extraconyugal no podrá utilizar ese hecho como defensa para justificar un crimen.
"Hay muchas situaciones en las que las pasiones se desbordan y las personas se sienten profundamente ofendidas, sobre todo si se trata de relaciones muy estrechas. Pero por devastadoras que puedan ser esas situaciones para los interesados, es preciso que éstos sepan resolverlas sin recurrir a la violencia", ha señalado el portavoz.
La llamada "defensa por provocación", que la nueva propuesta legal pretende abolir, permitía a un hombre argumentar que había sido provocado para justificar el hecho de haber dado muerte a su compañera: el llamado "crimen pasional", producto de los celos.
Por el contrario, una mujer víctima durante años de la violencia de su compañero y al que hubiera terminado por dar muerte no podía utilizar la misma línea de defensa.
Según la abogada Harriet Wistrich, fundadora de Justicia para las Mujeres, las reformas legales permitirán a aquellas que hayan sufrido años de abusos a manos de sus parejas utilizar una defensa moderna que les permitirá evitar la prisión perpetua por asesinato.
segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Bronx Hospitality, Unnoticed by the Tourist Guides

The folks who published the AAA 2008 New York Tour Book had a hard time recommending any hotels in the Bronx. They could only find one, in fact, a rather bland-looking Howard Johnson a mile north of Yankee Stadium and hard by a service road to the Major Deegan Expressway.
Hey, the hotel fared better than restaurants, since the guide does not list a single place to eat in the Bronx. As far as the AAA guide goes, Arthur Avenue, Morris Park Avenue or City Island do not exist.
It is an odd distinction for that lone hotel, a Howard Johnson of no particular architectural distinction. And given the borough’s long battles against hot sheet motels that rent rooms by the hour, a casual observer might assume this place was no different.
It is a real hotel catering to real tourists. One day last week, the parking lot was filled with cars from out of state, most belonging to guests who had come to see the Yankees play Cleveland. Retirees from Oklahoma and families from upstate New York eagerly hauled suitcases upstairs as they prepared to change into baseball jerseys and take in a game.
Chadd Morris and Brandon Bebout had driven eight hours from Cleveland to score game tickets. They asked a local police officer for the location of the nearest hotel and were directed to the HoJo.
“We got to New York with no idea where we were going to stay,” Mr. Morris said. “I had heard negatives and positives about the Bronx. We’ll see what happens.”
Negatives? In the Bronx?
“People said we couldn’t wear Indians stuff in New York,” he said. “But Yankee fans wear their stuff in our field, so we’ll try that here.”
The hotel itself has Yankee pinstripe wallpaper in the lobby and a breakfast nook dominated by a photo mural of the stadium. The rooms and windows are tiny, but clean and well appointed, with wi-fi access (and plasma screen televisions coming soon, too). A southbound highway ramp is nearby. The garage even has a waiting area labeled “High Class Passenger Pick Up and Drop Off.”
O.K., “High Class” is not (necessarily) referring to the passengers, but to High Class Bronx, a livery cab service that takes guests to the stadium or back and forth to the subway.
Gaurang Parikh bought the 45-room hotel two years ago when a friend told him the previous owner was having a hard time making a go of the place.
“I came to see the property and fell in love with it,” he said. “It has a river view of the Harlem river.”
Not to mention it was a 20 minute walk to the stadium. It was his idea to redo the décor in a baseball theme.
“I am from India, but I have always been a die hard Yankees fan,” he said. “For me to have a hotel next to Yankee Stadium is a dream come true.”
Actually, he is right next to the old 44th Police Precinct, which now houses the Bronx Task Force. The area is safe. Up to a point.
“I used to have baseballs in the molding of the breakfast area,” he said. American League teams on the baseballs. But people were stealing them.”
Out of town people, for you smart-alecks out there.
He said about 40 percent of his guests are baseball fans, and the place is packed when Boston or Baltimore come to play. The rest are people who want to visit Manhattan but do not want to pay Manhattan hotel rates.
Getting any kind of attention away from Manhattan has always been a challenge for this, the Rodney Dangerfield of boroughs, beset by old images of fire and mayhem. A hotel is planned for the new mall being built south of the stadium. There are also some new, smaller hotels being built, though their very location raises more questions. A sleek, new Day’s Inn is almost completed – at the end of a worn row of red-brick warehouses tucked between Melrose and Brooke Avenues, just south of 165th Street. The rear rooms face the Metro North tracks.
A Comfort Inn planned for Webster Avenue north of Fordham Road met with strong local opposition, though the owner insisted to the Norwood news that it will serve families visiting relatives at Fordham University or being treated at Montefiore Medical Center.
As for the AAA guides, it is usually up to the hotel or restaurant owners to seek approval for listing, having to meet criteria for safety, cleanliness, location and room amenities. Some 32,000 lodgings are rated for North America, said Heather Hunter, a spokeswoman for AAA. Travel editors from AAA visit the properties, and they can recommend others they encounter.
Looks like they had a hard time running across any others in the Bronx.
Of course, Bronx boosters could do more to help get out the word. It was less than a year ago that Bronx Borough president Adolfo Carrión Jr. unveiled a new series of radio ads and billboards aimed at promoting business and tourism in the Bronx (though some thought the ads were really about promoting Mr. Carrion and his political aspirations to higher office in Manhattan). The spots – produced by an advertising agency in White Plains – had a limited run. The Web site associated with the campaign apparently shares the same fate as Bronx hotels: it cannot be found on the server.
The Web site of the Bronx Tourism Council — which is supposed to help the Borough president promote the charms of all things Bronx — lists only one bed and breakfast in the borough, Le Refuge Inn, an elegantly appointed Victorian house on City Island. After that, the Web site lists several local colleges as having dorm rooms available when classes are not in session and a couple of hotels in Westchester County.
A voice-mail message for the council’s marketing director and executive director was not returned. A call to the council’s Bronx hot line resulted only in a recorded greeting: “Please join us for the Bronx’s official tree lighting ceremony, Monday, December 17 at 5 P.M. at the Bronx County Building.”
The Howard Johnson near Yankee Stadium is not listed on the tourism council’s Web site. Nor is Mi Casa/Tu Casa, a guest house located a few blocks south of Yankee Stadium. The house – which has a total of five available rooms, is set to reopen this week after having been closed for renovations after an accidental fire damaged much of the building.
Mi Casa literally is the home of its owner, Julio Pabon, a local businessman and community advocate whose twin passions of baseball and Latino pride are reflected in the house’s décor. A backyard garden has a mural of Puerto Rico’s El Yunque rain forest. The guest rooms feature art from various Latin American countries. The living room is decorated with prints by Puerto Rican artists and figures honoring Negro League heroes “Cool Papa” Bell and Josh Gibson.
Of course there are more than a few photos of Roberto Clemente, too. And one entire room is decorated with photos and drawings of Yankees from every era. That room, Mr. Pabon explained, will soon be occupied for the rest of the season by a Yankees executive.
Though he has relied on word of mouth to keep his house full ever since it opened two years ago, he is frustrated that the borough gets short shrift from guidebooks and even those whose job is to promote it.
“The more things are supposed to change, the more it stays the same,” he said. “People think the Bronx is still a no man’s land so nobody wants to stay here. So there’s no place to stay.”
Yet in the few blocks around his house, there is a gallery, a theater troupe, several decent bars and restaurants. And Yankee Stadium.
“Now I’m going to market this and aim for the people who go to see the Yankees,” he said. “My desire is to market this as a full-fledged bed and breakfast. I just have to learn what are the requirements are. Other than serving breakfast.”
Liban : reprise des combats à Tripoli, blocage politique à Beyrouth

Le calme précaire qui régnait dans une grande partie du territoire libanais a été interrompu, lundi 12 mai, par de nouveaux affrontements "violents" à Tripoli, selon la sécurité et des témoins. La grande ville du nord du Liban avait déjà été le théâtre de combats, dimanche, alors que les miliciens de l'opposition se retiraient des quartiers ouest de Beyrouth.
Des échanges de tirs ont eu lieu dans les quartiers de Bab El-Tebbaneh et Jabal Mohsen entre des partisans de l'opposition, menée par le Hezbollah et des militants sunnites pro-gouvernementaux. Une personne a été tuée et quatre autres blessées.
AU MOINS 59 MORTS
Le bilan humain au niveau national est toujours incertain, cinq jours après le début des combats. Selon des sources sécuritaires, entre 59 et 81 personnes ont été tuées et plus de 200 blessées dans tout le pays depuis les début des affrontements. La situation dans les montagnes à l'est de Beyrouth, où les militants druzes pro-gouvernementaux de Walid Joumblat affrontent des forces de l'opposition, est également tendue. Plusieurs dizaines de personnes auraient péri depuis dimanche.
Politiquement, la situation semble toujours bloquée. La majorité antisyrienne a refusé la possibilité d'un dialogue avec l'opposition tant que celle-ci menacera le pays par les armes. La condition préalable à toute négociation entre les deux parties est "un engagement solennel de Hassan Nasrallah devant l'opinion publique, les pays arabes et même l'Iran, qu'il ne va pas utiliser ses armes contre les Libanais", a affirmé l'ancien président Amine Gemayel.
Une délégation de la Ligue arabe, conduite par le premier ministre du Qatar, est arrivée à Beyrouth, lundi, et devrait entamer des discussions avec les forces en présence, mercredi, pour tenter d'obtenir un compromis et une sortie de crise.
La loi sur l'autonomie des universités engendre des situations de blocage
L'application de la loi du 10 août 2007 sur les libertés et responsabilités des universités (LRU), qui organise leur autonomie, provoque des remous dans un certain nombre d'établissements. La présidente de l'université Blaise-Pascal (Clermont-II) a préféré jeter l'éponge. Nadine Lavignotte et son équipe ont démissionné, vendredi 2 mai, après que sa proposition de nomination de personnalités extérieures a été refusée à deux reprises par son conseil d'administration (CA).
Mise en difficulté sur le même sujet, sa collègue de l'université de Dijon, Sophie Béjean, tentera pour la troisième fois, le 16 mai, de faire approuver sa liste de candidats. A l'université de Montpellier-II, le président bataille aussi. Sans aller jusqu'à ces situations de blocage, beaucoup d'autres présidents ont dû ferrailler à l'intérieur de leurs murs.
Première occasion de contestation : l'élection des nouveaux membres des conseils d'administration et la désignation de leur président. Les universités ont jusqu'au 11 août pour y procéder. Selon le ministère de l'enseignement supérieur, 49 universités sur 85 avaient déjà organisé ce scrutin début mai. Dans ces 49 établissements, 37 présidents ont été reconduits, un a été réélu, 11 entament leur premier mandat. Pas de grand changement en apparence, la plupart des présidents qui exerçaient avant la loi ayant retrouvé leur fauteuil.
Michel Lussault, président de l'université de Tours et porte-parole de la conférence des présidents d'université (CPU), se félicite que le vote "n'ait pas porté d'équipes "anti-LRU" à la tête des universités". Il reste que le mode de scrutin à un tour avec prime majoritaire (la liste arrivée en tête obtient 50 % des sièges plus une voix) a permis aux anti-LRU de se tailler une bonne place dans les conseils de l'université.
Le scrutin a également révélé que les maîtres de conférences étaient moins enthousiastes envers la LRU que les professeurs. Conséquence : dans certaines universités, les présidents ont eu du mal à trouver des majorités. Personnels administratifs et étudiants ont joué le rôle d'arbitre.
Une fois le CA élu, la désignation des personnalités extérieures a provoqué de nouvelles situations de blocage. La loi prévoit que le conseil d'administration, qui comprend au maximum 30 membres au lieu de 60 auparavant, doit être plus ouvert sur l'extérieur. A côté des représentants des maîtres de conférences, des enseignants chercheurs, des étudiants, et des personnels administratifs élus, le CA doit compter 7 ou 8 personnalités "qualifiées", dont deux ou trois représentants des collectivités territoriales et au moins un chef d'entreprise ou un cadre dirigeant.
"DIFFICULTÉS TRANSITOIRES"
La liste de ces personnalités est établie par le président mais doit être approuvée par le conseil d'administration restreint aux membres élus. Or, un président ne peut être confirmé dans son poste qu'après avoir obtenu cet accord sur les personnalités extérieures. Les plus réticents à la réforme se sont saisis de cette disposition pour bloquer l'élection des présidents et préserver le poids qu'ils avaient acquis dans les différents conseils. L'arrivée de personnalités extérieures choisies par le président modifierait, selon eux, l'équilibre des forces apparu lors des élections.
Selon Mme Béjean, "ce système produit une coalition entre des listes et des personnes qui ne partagent pas les mêmes visions de l'université mais qui se retrouvent dans une opposition qui n'est pas constructive". Secrétaire général du Snesup (Syndicat national de l'enseignement supérieur), hostile à la loi, Jean Fabbri admet que "les blocages des personnalités extérieures ne se font pas sur le choix des personnes mais parce que c'est souvent le seul moyen de préserver la légitimité des élections".
Pour Benoist Apparu, député UMP de la Marne et rapporteur de la loi à l'Assemblée nationale, "ces difficultés sont limitées et transitoires". "Il a fallu adapter le système existant à la nouvelle loi. D'où, cette première année, des situations un peu bancales, en raison de ce système transitoire de confirmation des présidents. Quand la réforme prendra son rythme de croisière, tout devrait être plus simple", estime le parlementaire.
Mise en difficulté sur le même sujet, sa collègue de l'université de Dijon, Sophie Béjean, tentera pour la troisième fois, le 16 mai, de faire approuver sa liste de candidats. A l'université de Montpellier-II, le président bataille aussi. Sans aller jusqu'à ces situations de blocage, beaucoup d'autres présidents ont dû ferrailler à l'intérieur de leurs murs.
Première occasion de contestation : l'élection des nouveaux membres des conseils d'administration et la désignation de leur président. Les universités ont jusqu'au 11 août pour y procéder. Selon le ministère de l'enseignement supérieur, 49 universités sur 85 avaient déjà organisé ce scrutin début mai. Dans ces 49 établissements, 37 présidents ont été reconduits, un a été réélu, 11 entament leur premier mandat. Pas de grand changement en apparence, la plupart des présidents qui exerçaient avant la loi ayant retrouvé leur fauteuil.
Michel Lussault, président de l'université de Tours et porte-parole de la conférence des présidents d'université (CPU), se félicite que le vote "n'ait pas porté d'équipes "anti-LRU" à la tête des universités". Il reste que le mode de scrutin à un tour avec prime majoritaire (la liste arrivée en tête obtient 50 % des sièges plus une voix) a permis aux anti-LRU de se tailler une bonne place dans les conseils de l'université.
Le scrutin a également révélé que les maîtres de conférences étaient moins enthousiastes envers la LRU que les professeurs. Conséquence : dans certaines universités, les présidents ont eu du mal à trouver des majorités. Personnels administratifs et étudiants ont joué le rôle d'arbitre.
Une fois le CA élu, la désignation des personnalités extérieures a provoqué de nouvelles situations de blocage. La loi prévoit que le conseil d'administration, qui comprend au maximum 30 membres au lieu de 60 auparavant, doit être plus ouvert sur l'extérieur. A côté des représentants des maîtres de conférences, des enseignants chercheurs, des étudiants, et des personnels administratifs élus, le CA doit compter 7 ou 8 personnalités "qualifiées", dont deux ou trois représentants des collectivités territoriales et au moins un chef d'entreprise ou un cadre dirigeant.
"DIFFICULTÉS TRANSITOIRES"
La liste de ces personnalités est établie par le président mais doit être approuvée par le conseil d'administration restreint aux membres élus. Or, un président ne peut être confirmé dans son poste qu'après avoir obtenu cet accord sur les personnalités extérieures. Les plus réticents à la réforme se sont saisis de cette disposition pour bloquer l'élection des présidents et préserver le poids qu'ils avaient acquis dans les différents conseils. L'arrivée de personnalités extérieures choisies par le président modifierait, selon eux, l'équilibre des forces apparu lors des élections.
Selon Mme Béjean, "ce système produit une coalition entre des listes et des personnes qui ne partagent pas les mêmes visions de l'université mais qui se retrouvent dans une opposition qui n'est pas constructive". Secrétaire général du Snesup (Syndicat national de l'enseignement supérieur), hostile à la loi, Jean Fabbri admet que "les blocages des personnalités extérieures ne se font pas sur le choix des personnes mais parce que c'est souvent le seul moyen de préserver la légitimité des élections".
Pour Benoist Apparu, député UMP de la Marne et rapporteur de la loi à l'Assemblée nationale, "ces difficultés sont limitées et transitoires". "Il a fallu adapter le système existant à la nouvelle loi. D'où, cette première année, des situations un peu bancales, en raison de ce système transitoire de confirmation des présidents. Quand la réforme prendra son rythme de croisière, tout devrait être plus simple", estime le parlementaire.
Un puissant séisme fait au moins 3 000 morts dans le centre de la Chine
Un tremblement de terre d'une magnitude de 7,8 sur l'échelle de Richter s'est produit, lundi 12 mai, à 14 h 28, heure locale (8 h 28, heure de Paris), dans la province chinoise du Sichuan (sud-ouest de la Chine), rapporte l'institut américain de veille géologique, l'USGS. Selon cette source, l'épicentre du séisme a été localisé à 93 km au nord-ouest de Chengdu, la capitale du Sichuan, à une profondeur de 10 km.
Selon l'agence Chine nouvelle, le séisme a fait entre 3 000 et 5 000 morts dans le seul district de Beichuan, situé à 160 km au nord de Chengdu. Il y aurait aussi plus de 10 000 blessés. Le bilan pourrait être encore plus lourd. Le premier ministre chinois Wen Jiabao a qualifié le séisme de "désastre" et appelé la population "au calme et au courage", dans une interview à la télévision chinoise. Les autorités ont rapidement annoncé l'envoi de militaires pour aider aux opérations de secours. "Le président Hu Jintao a ordonné de déployer tous les efforts pour venir en aide aux victimes du tremblement de terre", a souligné Chine nouvelle.
SECOUSSE RESSENTIE À BANGKOK
Les effondrements d'immeubles sont à l'origine d'un nombre élevé de victimes. Près de 900 étudiants ont par ailleurs été ensevelis sous des décombres dans un lycée de la ville de Dujiangyan, également dans le Sichuan. Des centaines de personnes sont ensevelies à Shifang, au nord de Chengdu, où plusieurs écoles, usines et dortoirs se sont écroulés.
La secousse a été ressentie à Pékin et Shanghaï, où des bâtiments gouvernementaux ont été ébranlés, jusque sur l'île de Taïwan, ainsi que dans la capitale thaïlandaise, Bangkok, située à 3 300 km de l'épicentre. Là bas, des immeubles ont tremblé plusieurs minutes après la secousse.
Dans le quartier d'affaires de Pékin, de nombreux immeubles ont été évacués sans qu'on signale toutefois de dégâts dans l'immédiat. Le métro n'a pas été affecté. Dans la province du Yunnan, voisine du Sichuan, des bâtiments se sont effondrés, a indiqué l'agence gouvernementale, sans donner d'éventuel bilan de victimes.
L'agence météorologique japonaise signale ne pas avoir émis d'alerte au tsunami. A Bruxelles, la Commission européenne s'est dite "prête à apporter son assistance en cas de besoin".
Selon l'agence Chine nouvelle, le séisme a fait entre 3 000 et 5 000 morts dans le seul district de Beichuan, situé à 160 km au nord de Chengdu. Il y aurait aussi plus de 10 000 blessés. Le bilan pourrait être encore plus lourd. Le premier ministre chinois Wen Jiabao a qualifié le séisme de "désastre" et appelé la population "au calme et au courage", dans une interview à la télévision chinoise. Les autorités ont rapidement annoncé l'envoi de militaires pour aider aux opérations de secours. "Le président Hu Jintao a ordonné de déployer tous les efforts pour venir en aide aux victimes du tremblement de terre", a souligné Chine nouvelle.
SECOUSSE RESSENTIE À BANGKOK
Les effondrements d'immeubles sont à l'origine d'un nombre élevé de victimes. Près de 900 étudiants ont par ailleurs été ensevelis sous des décombres dans un lycée de la ville de Dujiangyan, également dans le Sichuan. Des centaines de personnes sont ensevelies à Shifang, au nord de Chengdu, où plusieurs écoles, usines et dortoirs se sont écroulés.
La secousse a été ressentie à Pékin et Shanghaï, où des bâtiments gouvernementaux ont été ébranlés, jusque sur l'île de Taïwan, ainsi que dans la capitale thaïlandaise, Bangkok, située à 3 300 km de l'épicentre. Là bas, des immeubles ont tremblé plusieurs minutes après la secousse.
Dans le quartier d'affaires de Pékin, de nombreux immeubles ont été évacués sans qu'on signale toutefois de dégâts dans l'immédiat. Le métro n'a pas été affecté. Dans la province du Yunnan, voisine du Sichuan, des bâtiments se sont effondrés, a indiqué l'agence gouvernementale, sans donner d'éventuel bilan de victimes.
L'agence météorologique japonaise signale ne pas avoir émis d'alerte au tsunami. A Bruxelles, la Commission européenne s'est dite "prête à apporter son assistance en cas de besoin".
La defensa de los medios cree que dar la razón a Telma Ortiz es aplicar la censura previa

Los 25 abogados que representan a los medios demandados por Telma Ortiz han comenzado a desgranar las líneas argumentales de su defensa, que a lo largo de la mañana se ha concretado en la interpretación de la aplicación de las medidas cautelares solicitadas por la hermana de la Princesa de Asturias en una forma de censura previa.
Durante las dos primeras horas de la vista de medidas cautelares para que los demandados no puedan publicar ni emitir imágenes de la demandante, los letrados han defendido el carácter de personaje público de Telma Ortiz por su parentesco con la Familia Real y el hecho de que la censura previa es algo que prohíbe expresamente la Constitución.
Una de las abogadas ha advertido además de que la aludida censura previa sería en este caso también discriminatioria, dado que la eventual decisión de la magistrada en favor de la petición de la demandante afectaría sólo a los medios de comunicación denunciados y no al resto.
La aplicación de las medidas cautelares tampoco afectaría a los 'paparazzi', que en la mayoría de los casos trabajan como colaboradores y no forman parte de las plantillas de los medios demandados.
"Se puede provocar incluso que los medios ni siquiera pudieran ofrecer la imagen de esta vista con lo que se vulneraría el derecho a la información de los ciudadanos", ha destacado otro abogado.
De momento y a la espera de que concluyan esta tarde las declaraciones, la magistrada del Juzgado de Primera Instancia número 3 de Toledo ha reducido considerablemente el número de medios demandados tras aceptar la petición de los abogados de la defensa sobre un defecto de incapacidad procesal.
En la práctica supone aceptar sólo como demandados a las empresas propietarias de las cabeceras y televisiones denunciadas, que en el escrito de Telma Ortiz estaban duplicados con el nombre de los medios y sus editores. De este modo, desparecerían de la demanda nombres como los de las revistas del corazón y los de todas las cadenas de televisión.
"Medidas y derechos constitucionales"
Enfrente, el abogado de Telma Ortiz, Fernando Garrido, ha alegado que las medidas cautelares solicitadas por su patrocinada son "idóneas, necesarias y equilibradas" debido al "acoso insorportable que sufren y permanente las 24 horas del día".
Garrido ha defendido además que el derecho a la imagen de su patrocinada "es tan constitucional como las medidas cautelares" que Ortiz y Martín-Llop solicitan, ya que "no son personajes públicos ni por cargo, ni por profesión ni por haber hecho ostentación pública ni por parentesco" y para acompañar esta reflexión ha citado el caso de los hermanos de los presidentes del Gobierno, a quienes "nadie conoce".
Ha justificado así la 'apariencia de buen derecho' que debe cumplirse para establecer las medidas cautelares, y ha subrayado que si los medios quieren tomar imágenes de sus defendidos lo podrían hacer en actos protocolarios u oficiales. En este punto, ha criticado la "irrelevancia" de algunas de informaciones publicadas respecto a Telma Ortiz, en las que ha salido su imagen acompañándola de titulares como 'Telma en moto por Madrid', 'Telma sabe cuidarse para mantener una piel sin brillos' o 'Telma se coloca las gafas de sol'.
"No se puede consentir ni esto ni que el postparto -de Telma Ortiz- lo tenga que vivir a escondidas, en un infierno como el que están viviendo para no ser fotografiados", ha señalado el letrado, quien, en defensa del requisito de 'peligro por mora procesal' para las meidas cautelares, aludió a las "conductas perturbadoras" que han tenido que padecer sus patrocinados "permanentemente" desde hace cuatro meses, ya estén en Toledo, Asturias o Madrid, informa Europa Press.
En este contexto, ha resaltado que el precio que se paga por las imágenes "es tan desorbitado" que incluso los "cazadores de imágenes" han "llegado a las manos" por conseguir "una imagen tan ridícula como una merienda familiar en Villaseca (Toledo)". Finalmente, y respecto al requisito de 'prestación de caución', relacionado con la adopción de medidas cautelares, no lo ha visto justificado porque con ellas "no se causa perjuicio a terceros".
"Que se deje en paz a mi demandante. Ellos no quieren ser noticia, ni son personajes públicos, no quieren entrar en la rueda del negocio de las revistas del corazón, ni ser fotografiados. Ellos no quieren que se vendan sus imágenes, que se publiquen sus imágenes sin su consentimiento. Es su derecho y su libertad", ha concluido el letrado, quien citó varias sentencias del Tribunal Constitucional para apoyar sus tesis.
Las autoridades chinas cifran entre 3.000 y 5.000 los muertos por un terremoto

"Compatriotas chinos, en un desastre de esta gravedad, necesitamos calma, confianza, coraje y una organización eficiente". El desastre al que aludía el lunes el primer ministro chino, Wen Jiabao, es el terremoto registrado a mediodía en la provincia de Sichuan —en el suroeste del país—, que ha causado entre 3.000 y 5.000 muertos y alrededor de 10.000 heridos. A este drama se une el sufrimiento de centenares de víctimas que han quedado atrapadas en escuelas, fábricas y otros edificios derruidos.
De momento, se estima que hay casi 900 estudiantes bajo los escombros en Dujiangyan, a unos 50 kilómetros del epicentro del seísmo, informa Xinhua. Al menos hay seis muertos entre ellos, aunque se espera que la cifra aumente según los grupos de rescate puedan hacer su trabajo.
Se contabilizan también cuatro fallecimientos más en un grupo de niños por el derrumbe de dos escuelas primarias en Chongqing (suroeste de China), a unos 300 kilómetros del epicentro, en el distrito de Wenchuan, una zona montañosa a 92 kilómetros al noroeste de Chengdu.
Los edificios de otras cinco escuelas en la provincia suroccidental china de Sichuan también colapsaron por el temblor.
El temblor se sintió también en Pekín, Shanghai, Taiwán y hasta en Bangkok, donde los edificios de oficinas temblaron por el movimiento sísmico.
Algunos habitantes de la capital china salieron de sus casas alarmados por el temblor, hacia las 14.30 hora local (06.30 GMT).
De acuerdo con la agencia oficial, muchos edificios han sido evacuados, entre ellos el edificio más alto de Shanghai, la Torre Jinmao.
El terremoto se ha sentido con gran intensidad en la ciudad de Xian, a unos 500 kilómetros al noreste del epicentro, informa Luis Tejero. Centenares de turistas han sido desalojados de los hoteles, al mismo tiempo que trabajadores y estudiantes salían al exterior de fábricas, comercios y escuelas.
"Nos movíamos como en un barco", comentaba un viajero español minutos después de salir corriendo de un abarrotado restaurante de Xian. "Todavía noto los temblores", anotaba otra visitante desde la calle.
Pese a todo, el seísmo no provocó desperfectos de gravedad en la mayoría de edificios y carreteras de la zona y en apenas media hora regresó la normalidad.
En la provincia de Yunnan, Xinhua informa del derrumbamiento de edificios.
En Chendung, donde más se ha sentido el temblor, otros edificios también han sido evacuados. "Sentimos la sacudida durante aproximadamente dos o tres minutos. Toda la gente en nuestra oficina se precipitó al suelo. Todavía sentimos temblores leves", dijo un oficinista en Chengdu.
"No he visto edificios derrumbados, pero sí vi una gran grieta en el muro de una casa", dijo una mujer por vía telefónica desde Chengdu. Poco después se cortaron las comunicaciones telefónicas con esta metrópoli y otras ciudades cercanas, mientras que las autoridades han cerrado temporalmente el aeropuerto internacional de la ciudad.
"Hemos notado un fuerte movimiento, nunca habíamos vivido algo así en Chengdu. Se ha cortado la luz", afirmó por teléfono una portavoz de el Ayuntamiento de esa ciudad, con 10 millones de habitantes.
La presa de las Tres Gargantas, la planta hidroeléctrica y de control de inundaciones más grande del mundo y que se encuentra en construcción, no se ha visto dañada por el temblor, según ha informado un testigo.
Botella: 'Estoy con San Gil; si ella abandona será por un motivo esencial'

La concejala de Madrid Ana Botella se ha unido a las voces críticas del partido después de la salida de María San Gil de la ponencia política del PP. Botella ha afirmado que si San Gil ha abandonado la ponencia será por un motivo "esencial", como que "no se estarán garantizando los principios del partido", y ha añadido: "Yo estoy con María San Gil".
La segunda teniente de alcalde y delegada de Medio Ambiente del Ayuntamiento de Madrid ha salido este lunes en defensa de María San Gil, tras presentar el Plan de Plantaciones de Flor de Primavera de la ciudad en la Plaza de Oriente, porque "defiende sin duda los principios del partido".
Botella se suma a los reproches realizados por la mañana por la presidenta de la Comunidad de Madrid, Esperanza Aguirre, quien aseguró que la decisión de San Gil "nos debe llevar a todos a reflexionar" y, sin nombrar a Rajoy pero en clara referencia a éste, ha pedido que esa reflexión sea sobre todo de los que tienen "la máxima responsabilidad política a nivel nacional".
Botella insistió en que si "San Gil se ha retirado de la ponencia política es que tiene un motivo esencial para hacerlo", ha manifestado para, a continuación, destacar que la dirigente vasca "es un referente moral, político y afectivo para el partido".
Luchar por la idea de España
"En el País Vasco —ha señalado Botella—, han muerto muchas personas en estos años por defender la idea de España y, sinceramente, creo que la mayoría de los militantes del PP y de los votantes creemos en esa idea y vamos a luchar porque esa idea de España se vea reflejada en la ponencia política", ha precisado.
Preguntada por los periodistas por si, en su opinión, esa idea de España que defiende San Gil, es o no la de Mariano Rajoy, la concejala ha indicado: "No lo sé. Pero como sí que defiende la idea de España, pues tiene que estar también reflejada en la ponencia política".
"Creo que la dirección del partido tiene que reflexionar porque María San Gil es un referente moral, político y afectivo del Partido Popular (...) y estoy segura de que si María San Gil ha abandonado la ponencia política quiere decir que no se estarán garantizando los principios del partido en esa ponencia política", ha reiterado.
Aguirre fue precisamente la encargada de sustituir esta mañana a San Gil en la inauguración del VII Congreso sobre Mujer y Conciliación organizado por la Asociación Mujer, Trabajo y Familia, alegando que no quería que su decisión sobre el partido interfiriera en la jornada.
La presidenta de la Comunidad madrileña ha subrayado que María San Gil "no es una persona que tome esta decisión de manera frívola, todo lo contrario, y si ha discrepado y ha decidido no firmar la ponencia estoy segura de que tiene sus razones".
En este sentido, ha insistido en que esta postura "nos debe mover a todos a la reflexión", tras subrayar que la presidenta del PP en el País Vasco "es una referencia moral dentro del partido".
quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
Apuração do Grupo Especial: Bicampeonato para Beija-Flor ou uma nova escola campeã?

A resposta sobre a vencedora do Grupo Especial no carnaval 2008 será dada na tarde desta quarta-feira, na apuração das notas dos quarenta jurados, que começa às 15h30, no Sambódromo. O ano ficou marcado por apresentações irregulares e com muitos erros de evolução, com a formação de buracos, além da quebra de carros.
A escola de Nilópolis mostrou na Avenida sua qualidade e fez um desfile correto e desponta como principal favorita, mas Salgueiro e Unidos da Tijuca, vencedora do Estandarte de Ouro , também estão no páreo.
A Vila Isabel fez um desfile magnífico com um show de bom gosto do carnavalesco Alex de Souza nas alegorias e fantasias. Porém, a escola vacilou e um problema no último carro alegórico que não entrava na pista e gerou um buraco do início da concentração até o meio do setor 5 deve comprometer o resultado final, pois a escola pode ser punida nos módulos 1 e 2 de julgamentos pelos jurados dos quesitos Evolução, Harmonia e Conjunto.
Apesar de apresentar belas alegorias e uma bateria impecável, a Grande Rio também sofreu com problemas no seu desfile. O intérprete Wander Pires chegou atrasado e o desfile começou com o auxiliar Emerson Dias cantando o samba-enredo. Também aconteceram buracos no meio e fim do desfile, além de um acidente com a quarta alegoria que perdeu a direção e foi parar nas frisas do setor 4.
Outro erro e que deve prejudicar ainda mais o resultado da Grande Rio foi o último carro alegórico que desacoplou e com isso foi ultrapassado o limite máximo de carros alegóricos, que são oito. Os membros da Comissão de Obrigatoriedades da Liga tiram fotos do problema e o anúncio da punição deve ser feito na apuração. Pelo regulamento, a Grande Rio teria que perder 1 ponto.
Com um desfile correto e explicando com extrema clareza o seu enredo sobre coleções, a Unidos da Tijuca brilhou na Avenida. Apesar do visual simples nas alegorias, a falta de impacto visual na comissão de frente e a bateria com altos e baixos na retomada das paradinhas, a agremiação do Borel cantou forte o samba-enredo e evoluiu com desenvoltura.
No seu desfile sobre o Rio de Janeiro, o Salgueiro fez uma apresentação leve e alegre. Com alegorias de fácil entendimento do enredo, bateria perfeita, comissão de frente criativa, além dos componentes cantando o samba, a escola fez a melhor apresentação no domingo de carnaval e está na luta pelo título.
A apuração do Grupo Especial começa às 15h30. A última escola será rebaixada para o Grupo de Acesso A no carnaval 2009. A campeã do Grupo A sobe para elite do carnaval. O resultado do Grupo de Acesso A também sairá nesta quarta-feira. A apuração acontece às 17h45, na Sapucaí.
Unidos de Padre Miguel e Inocentes de Belford Roxo são as favoritas ao título do Grupo B

Depois de 14 escolas na Avenida num desfile que só terminou às 6h30 desta quarta-feira, Unidos de Padre Miguel e Inocentes de Belfort Roxo deram show na Sapucaí, empolgaram o público e são as favoritas ao título. A Paraíso do Tuiuti, que homenageou os 100 anos de Cartola, deixou a desejar no quesito Alegorias e Adereços e poderá ficar fora da briga por causa das falhas. Duas agremiações sobem para o Grupo A.
Na outra parte da tabela, Mocidade de Vicente de Carvalho, União de Jacarepaguá, Alegria da Zona Sul e Tradição tiveram muitos erros e agora vão brigar para ver quem deixará o Grupo B. Três escolas descem para o Acesso C. Para fazer o carnaval, cada escola teve uma subvenção de aproximadamente R$ 125 mil.
Veja vídeo do desfile da Unidos de Padre Miguel
A chuva do início da noite desta terça não tirou o entusiasmo dos foliões. O desfile começou com a União do Parque Curicica, que levou para a Avenida o enredo "O mundo místico das águas em berço esplêndido, derrama ao Planeta o seu clamor!". A segunda escola foi a Mocidade de Vicente de Carvalho, que teve problemas com o Abre-Alas. Pelo menos dois queijos passaram vazios.
O Arranco foi a primeira escola a apresentar um bom desfile. Com o enredo "Andanças e folias", a azul-e-branco exibiu fantasias coloridas e boas alegorias. Empolgação também não faltou aos componentes. Duas alas inteiras, porém não desfilaram porque chegaram atrasadas na concentração, o que deve tirar décimos em Enredo. Quarta escola a desfilar, a União de Jacarepaguá falou sobre Macaé, mas sem sucesso. Carros alegóricos confusos e alas pequenas atrapalharam a verde-e-branco.
A Unidos de Lucas homenageou o Estado do Piauí, mas fez um desfile frio e sem grandes destaques. Em seguida, a Inocentes de Belford Roxo, vice-campeã em 2007, entrou na Avenida mostrando seu enredo sobre as ervas medicinais, "Ewe, a cura vem da floresta". Com carros grandiosos, que chegaram a ter problemas nos eixos de direção, a escola da Baixada fez um excelente desfile, com fantasias bem acabadas e de acordo com o enredo.
Uma das mais esperadas da noite, a Paraíso do Tuiuti cantou a vida do compositor Cartola. O efeito, no entanto, não foi o esperado. Sem dinheiro, a escola apresentou alegorias com falhas graves de acabamento e passou com diversos queijos vazios nos carros. A última alegoria, por exemplo, trouxe uma escultura de Cartola bastante danificada, que chegou a quebrar durante o desfile.
Décima agremiação a pisar na Passarela, a Unidos de Padre Miguel fez um desfile simplesmente histórico. Com alegorias luxuosas (foto), dignas de Grupo A, a vermelho-e-branco emocionou com o enredo "No reino das águas de Olokum".
Desde a comissão de frente até o último carro, a escola esteve impecável e dificilmente deixará de colocar a mão no título. O intérprete Edson Carvalho comandou com competência o carro de som.
O mesmo não pode ser dito da Tradição. Com carros alegóricos totalmente inacabados (foto), com esculturas reaproveitadas de outros carnavais e de outras escolas, a azul-e-branco de Campinho comprovou a sua franca decadência.
Uma das principais homenageadas do enredo, Wilma Nascimento, não participou do desfile. Fundadora da Tradição, Wilma decidiu sair da escola depois que sua filha, Daniele, foi dispensada do posto de porta-bandeira, quinze dias antes do carnaval. Ao falar sobre sua história, a escola fez um desfile deprimente e agora vai brigar para não cair.
Alegria da Zona Sul, Independente da Praça da Bandeira, Sereno de Campo Grande e Vizinha Faladeira "cumpriram tabela", com desfiles cheios de altos e baixos. O Boi da Ilha do Governador encerrou o desfile do Grupo B com uma apresentação regular, contando o enredo "Gaia, a reação da Mãe Terra - Uma história que deve ser contada de outra". O resultado será conhecido na tarde desta quinta-feira.
Viagem fantástica leva Beija-Flor ao Tamborim de Ouro

A campeã do Carnaval de 2007 repetiu a dose. Pelo menos na voz do povo. Leitores de O DIA, ouvintes da FM O DIA e internautas do DIA Online deram à Beija-Flor o título de Escola da Alegria de 2008. A agremiação, que cantou o enredo ‘Macapaba: equinócio solar, viagens fantásticas ao meio do mundo’, foi escolhida por voto popular a melhor da 11ª edição do Tamborim de Ouro.
É a terceira vez que a Azul-e-Branca é eleita Escola da Alegria — as outras foram em 2004 e 1999. “Nos sentimos honrados. Agora vamos brigar pelo título”, agradeceu o diretor de Carnaval, Laíla. A escola de Nilópolis mais uma vez deu show de animação. Destaque para as alas da pororoca: ‘peixes’ invadiam rio no meio da Avenida. Os carros inovaram, como o dos ‘grandes olhos da cobiça’. Mangueira, Grande Rio e Vila Isabel podem, no entanto, ameaçar o bi da Beija-Flor.
MISS TAMBÉM É MUSA
A miss Natália Guimarães estreou como rainha da bateria da Vila e foi eleita a musa do ano. Depois de levar cinco Batuques do Povo, à frente dos ritmistas da Viradouro, Mestre Ciça venceu o Eu sou o samba: “Fico envaidecido em ganhar mais este troféu. É legal porque é democrático”. A escola levou ainda o Tamborim Geração 2008, de ala mirim. A bateria da Grande Rio levou o troféu deste ano.
A Beleza de Mensagem foi para a Portela. A escola de Madureira trouxe o enredo ‘Reconstruindo a natureza, recriando a vida: o sonho vira realidade’. A Portela também levou o Samba no Pé masculino, com Valci Pelé.
A Mocidade foi a mais premiada. Ganhou três tamborins: Show de Abertura, Casal Nota 10, formado por Rogério e Marcella Alves, e Samba no Pé com Alessandra Santana. A Imperatriz venceu o Samba do Ano, ‘João e Marias’, dos compositores Josimar, Di Andrade, Carlos Kind, Valtenci e Jorge Arthur. Wantuir, intérprete da Unidos da Tijuca, foi eleito a ‘Voz da Avenida’. A Mangueira levou pela segunda vez o tamborim ‘Roda, Baiana’.O Bola Preta ganhou como o melhor bloco.
Os melhores do ano foram escolhidos pela Internet, por torpedos de clientes da TIM e pela enquete na Sapucaí feita pela empresa Posicione Pesquisa de Mercado.
MISS GUERREIRA É A MAIS BELA
De Miss Brasil a rainha da bateria e de rainha a Musa da Avenida. “Que chique! Numa Avenida cheia de mulheres bonitas, vê se pode, eu preocupada se ia conseguir sambar, e sou eleita. Que maravilha!”, comemorou Natália Guimarães, que veio fantasiada de Última Senshi (guerreira) à frente dos ritmistas da Vila Isabel. Foi uma brincadeira com a perda do título de Miss Universo para uma japonesa. Os ritmistas estavam fantasiados de samurais.
O carnavalesco da Mocidade, Cid Carvalho, disse que ficou muito feliz com a vitória no Show de Abertura. “O objetivo era causar impacto. Que bom que acertamos!”. Destaque para a comissão de frente coreografada por Fábio de Mello. Já o mestre-sala da escola, Rogério Dorneles, gritou de alegria com o prêmio: “Quero dedicar a vitória ao Mestre Peninha, grande mestre-sala e também meu professor”, disse o parceiro de Marcella.
Outra eleita de Padre Miguel, a passista Alessandra Santana ficou surpresa ao ser escolhida como a mulher que sambou melhor na Sapucaí: “Não esperava mesmo. Que honra!”.
Um dos autores do samba da Imperatriz, Josimar Andrade Guimarães considerou a vitória especial. “A gente batalha o ano todo. Vencer o samba que vai para a Avenida já é maravilhoso. Ser eleito o melhor, então, é a realização”, vibrou.
segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008
Com águia de 22 metros, Portela desfila pela natureza

Uma das escolas de samba mais tradicionais e antigas do Rio, a Portela, prometeu fazer do desfile deste ano um "divisor de águas" na madrugada desta segunda-feira, 4. Com o enredo 'Reconstruindo a Natureza, Recriando a Vida: O Sonho Vira Realidade', a Portela, que é a única escola que participou de todos os desfiles, pretende quebrar o jejum e ganhar um título, após um desfile cheio de graça e luxo. Apesar da beleza, faltou criatividade e ousadia: as alegorias e fantasias com animais e flores, representando a diversidade da Amazônia, do Pantanal e da Mata Atlântica, não trouxeram inovações.
A escola apresentou carros alegóricos bonitos, fantasias bem acabadas e muitas mulheres daquelas de levantar o Sambódromo (a rainha da bateria, Adriana Bombom, no auge da forma, encabeçava a lista de beldades). Cavalos marinhos, recifes de coral, peixes, borboletas, golfinhos e pingüins apareceram em profusão. Os pontos altos foram o carro que trazia um gorila de dez metros de altura, representando a África e sua exuberância natural, e o que mostrava os efeitos dos abusos cometidos pelo homem: uma alegoria toda marrom, sem vida. Um buraco observado na metade final do desfile, provocado pelo atraso na entrada de um carro, pode prejudicar a escola.
A águia portelense, a maior de todos os tempos, com 22 metros de comprimento e oito de altura, era a narradora do enredo da agremiação, que apostou na força de suas cores. Sem se deixar abalar pela chuva, os integrantes - entre eles ambientalistas e políticos - evoluiram com entusiasmo, batendo no peito na hora de cantar “Eu sou a água, sou a terra, sou o ar/Sou Portela”.
Fundada em 11 de abril de 1923, a Portela já comemorou 21 títulos ao longo de sua história, sendo a campeã do primeiro desfile oficial do carnaval carioca, no ano de 1935. E foi nesse ano que trouxe para a avenida um rústico globo terrestre idealizado por Antônio Caetano, introduzindo, assim, as alegorias nos desfiles. A escola é a maior vencedora do carnaval carioca. O desfile também apresentou a maior águia da história do carnaval carioca: a alegoria que representa a Águia da Portela tem 22 metros de comprimento e carrega dois quilômetros de neon.
A idéia do enredo veio dos apelos de diversos órgãos, que chamam a atenção para a questão ambiental, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio, apoiadores da escola. A beleza da fauna e flora do Brasil e do mundo foram mostradas e também as novas fontes de energia e soluções que o homem busca pra tentar reconstruir o que o tempo destruiu. Apesar do luxo apresentado na avenida, com carros alegóricos gigantes, a agremiação teve o patrocínio apenas na Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).
A Portela contou com participações ilustres, como a do ator Antônio Fagundes, que interpreta o personagem Juvenal Antena, da novela Duas Caras da Rede Globo. O desfile da Portela na Avenida Marquês de Sapucaí foi usado também como pano de fundo para uma escola de samba fictícia que integra a trama. Além de Fagundes, brilharam na avenida o ginasta Diego Hipólito, o cantor Zeca Pagodinho, a apresentadora e atriz Adriana Lessa, os atores Maurício Mattar, Paola Oliveira e Débora Nascimento e o cartunista Lan. A rainha da bateria é a ex-paquita Adriana Bombom abrilhantou o desfile.
Para Beltrame, tudo está sob controle na Sapucaí
O secretário de segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, foi ao Sambódromo na madrugada desta segunda-feira, 4, garantir que cariocas e turistas podem aproveitar o carnaval com tranqüilidade. No camarote da Brahma, ele disse que "está tudo bem e sob controle" na Marquês de Sapucaí e nas ruas do Rio.
Aparentando bom humor e tranqüilidade, ele não se recusou a responder perguntas sobre a recente crise entre o governo do Estado e a Polícia Militar. Beltrame disse que decisões sobre novas desonerações de militares, por exemplo, são exclusivas do novo comandante da PM, Gilson Pitta.
Ele comentou também a manifestação realizada na última sexta-feira por policiais que fincaram cruzes na praia de Copacabana, reivindicando melhores salários. Beltrame disse que nenhum manifestante será punido porque o ato não foi de afronta à PM. "Não há problema em manifestações que não afrontam e não agridem, estão lutando com respeito à corporação", disse.
Aparentando bom humor e tranqüilidade, ele não se recusou a responder perguntas sobre a recente crise entre o governo do Estado e a Polícia Militar. Beltrame disse que decisões sobre novas desonerações de militares, por exemplo, são exclusivas do novo comandante da PM, Gilson Pitta.
Ele comentou também a manifestação realizada na última sexta-feira por policiais que fincaram cruzes na praia de Copacabana, reivindicando melhores salários. Beltrame disse que nenhum manifestante será punido porque o ato não foi de afronta à PM. "Não há problema em manifestações que não afrontam e não agridem, estão lutando com respeito à corporação", disse.
Beldades internacionais caem no samba no Rio de Janeiro
Três belas estrelas internacionais concentraram as atenções no Camarote da Brahma, no primeiro dia dos desfiles na Marquês de Sapucaí, na madrugada desta segunda-feira, 4. A atriz italiana Monica Belucci foi a primeira a chegar, acompanhada do marido, o ator francês Vicent Cassel. Os dois assistiram a todos os desfiles da noite, com entusiasmo e atenção. Cercada de seguranças, Monica não deu entrevistas e, delicadamente, pedia paciência aos fotógrafos que não a tiraram de foco nem no momento do jantar da estrela.
A atriz foi considerada a mulher mais sexy do mundo em 2004 pelos leitores da revista masculina Maxim’s. Antes, em 2002, Monica Bellucci escandalizou o público do Festival de Cannes, ao participar de uma das cenas mais violentas e realistas de um estupro no cinema, no filme Irreversível.
De calça jeans e camisa da marca da cerveja que patrocina o camarote, a atriz não tirou os olhos dos desfiles das escolas e ensaiou alguns requebros. Mais animado ainda estava Cassel, que dançou muito em sua segunda visita ao camarote, onde esteve, sozinho, no carnaval do ano passado. No réveillon do ano passado, também no Rio, ele avisou que sua escola preferida é a Mangueira.
Outra atriz internacional que também concentrou holofotes no primeiro dia dos desfiles no camarote foi Lucy Liu, cujo filme mais famoso é As Panteras. Simpática com fotógrafos mas distante de entrevistas, ela chegou ao Rio na manhã de domingo, acompanhada de uma assistente, e vai embora nesta segunda-feira.
Outra beldade que agitou o camarote da Brahma, mas do mundo dos esportes, é a tenista russa Anna Kournikova. Ela disse que "amou" os desfiles e, linda, posou generosamente para fotos, concedeu entrevistas e encantou os convidados do camarote.
A atriz foi considerada a mulher mais sexy do mundo em 2004 pelos leitores da revista masculina Maxim’s. Antes, em 2002, Monica Bellucci escandalizou o público do Festival de Cannes, ao participar de uma das cenas mais violentas e realistas de um estupro no cinema, no filme Irreversível.
De calça jeans e camisa da marca da cerveja que patrocina o camarote, a atriz não tirou os olhos dos desfiles das escolas e ensaiou alguns requebros. Mais animado ainda estava Cassel, que dançou muito em sua segunda visita ao camarote, onde esteve, sozinho, no carnaval do ano passado. No réveillon do ano passado, também no Rio, ele avisou que sua escola preferida é a Mangueira.
Outra atriz internacional que também concentrou holofotes no primeiro dia dos desfiles no camarote foi Lucy Liu, cujo filme mais famoso é As Panteras. Simpática com fotógrafos mas distante de entrevistas, ela chegou ao Rio na manhã de domingo, acompanhada de uma assistente, e vai embora nesta segunda-feira.
Outra beldade que agitou o camarote da Brahma, mas do mundo dos esportes, é a tenista russa Anna Kournikova. Ela disse que "amou" os desfiles e, linda, posou generosamente para fotos, concedeu entrevistas e encantou os convidados do camarote.
Mesmo censurada, Viradouro protesta e faz desfile de arrepiar

A proposta da Unidos do Viradouro neste carnaval era colocar a Marquês de Sapucaí de pernas para o alto. A escola vermelha e branca de Niterói, no Grande Rio, fechou o primeiro dia de desfile na avenida e com o enredo "É de Arrepiar", composto por Paulo César Portugal, Evaldo, Tamiro e Lima de Andrade, contou uma multiplicidade de cenas de arrepiar. Ao final do desfile, que foi emocionante e inovador, a escola protestou contra o veto a um carro alegórico que retratava o Holocausto.
A idéia de retratar o arrepio surgiu quando o carnavalesco Paulo Ramos estava pesquisando sobre cabelo e surgiu a palavra arrepiar. A partir daí, ele começou a imaginar o que poderia ser feito com o arrepio. Na avenida, a escola cantou sensações que provocam arrepio no homem, como o frio, o toque, as artes, com a ajuda de oito alegorias.
Antes mesmo de o carnaval começar, a escola de Niterói causou polêmica. A questão foi um carro que se referia às vítimas do Holocausto. Depois de provocar muita controvérsia, o carro foi desmontado pela escola e proibido de ser exibido na Marquês de Sapucaí durante o desfile, pela Justiça. A decisão foi tomada pela juíza Juliana Kalichszteim em resposta a um pedido da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj).
Barros é conhecido pela audácia, criatividade e capacidade de causar polêmica. Um outro exemplo dessas características aconteceu no carnaval de 2007, quando deslocou a bateria da agremiação para cima de um carro alegórico. A bateria da escola, que no ano passado roubou a cena, também teve uma pitada de originalidade. À frente do coração da escola há cinco carnavais, a atriz Juliana Paes foi levantada como um troféu pelos integrantes da bateria. Além de Juliana, a escola teve para a avenida a maratonista Fernanda Keller, a cantora Beth Carvalho e os atores Paulo Gustavo e Marcos Oliveira.
Mangueira e Viradouro fecham 1ª noite com empolgação

O primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, no sambódromo da Marquês de Sapucaí, começou pouco animado e foi crescendo à medida em que a noite foi chegando ao fim. Mangueira e Unidos do Viradouro, as duas últimas escolas da noite a se apresentar, fecharam o dia entrando para a lista de fortes favoritas na disputa pelo título deste ano. Portela também fez uma apresentação luxuosa e deve seguir de perto as duas agremiações.
A proposta da Viradouro era colocar a Marquês de Sapucaí de pernas para o alto. A escola vermelha e branca de Niterói, no Grande Rio, fechou o primeiro dia de desfile na avenida e com o enredo "É de Arrepiar", composto por Paulo César Portugal, Evaldo, Tamiro e Lima de Andrade, e cantou uma multiplicidade de cenas de arrepiar. Ao final do desfile, que foi emocionante e inovador, a escola protestou contra o veto a um carro alegórico que retratava o Holocausto.
Os mais de 3 mil componentes da Mangueira parecem ter ouvido a convocação da presidente da escola, Eli Gonçalves, a Chininha. A agremiação, que esteve nos últimos meses sob a mira da Polícia Civil, sob a acusação de envolvimento de diretores com o tráfico de drogas, fez desfile competente, que empolgou o público. Com um carnaval luxuoso, fantasias e alegorias bem acabadas, a Verde-e-Rosa chamou a atenção com o carro Dragões de Momo, cujos dragões soltavam fumaça e havia efeitos de bolhas de sabão. O carnavalesco Max Lopes surpreendeu, desfilando no carro Maracatu. O nome dele não estava entre os de destaques anunciados pela escola.
A Portela apresentou carros alegóricos bonitos, fantasias bem acabadas e muitas mulheres daquelas de levantar o sambódromo (a rainha da bateria, Adriana Bombom, no auge da forma, encabeçava a lista de beldades). Cavalos marinhos, recifes de coral, peixes, borboletas, golfinhos e pingüins apareceram em profusão. Os pontos altos foram o carro que trazia um gorila de dez metros de altura, representando a África e sua exuberância natural, e o que mostrava os efeitos dos abusos cometidos pelo homem: uma alegoria toda marrom, sem vida. Um buraco observado na metade final do desfile, provocado pelo atraso na entrada de um carro, pode prejudicar a escola.
Com o enredo sobre o Rio, o Salgueiro retratou a emoção que os portugueses sentiram ao chegar pela primeira vez à cidade. Este ano, a escola vermelha e branca apostou na irreverência e originalidade para contar as belezas cidade maravilhosa. Tanto que a comissão de frente trouxe portugueses que chegaram ao Brasil em uma banana boat e já enlouquecidos com o tempero da mulher brasileira. Com bastante luxo na avenida, escola apresentou um carro que representava o sol e contava com 500 metros de cabos com luz neon. Outra alegoria representou os Arcos da Lapa, símbolos da boemia carioca. A zona norte do Rio, região mais pobre da cidade, também esteve representada na última alegoria. Diretores da escola, vestidos com uniformes similares aos da Guarda Municipal, fizeram a festa e ajudaram a manter em cima a harmonia da escola.
As duas primeiras escolas do dia não empolgaram tanto. A Porto da Pedra aproveitou o centenário da Imigração Japonesa para fazer uma bonita, mas sem empolgação. Mais de mil descendentes de japoneses desfilaram na escola, fantasiados de samurais, ninjas, gatos da sorte e sushimen. Um dos mais belos carros era o que representava o bairro da Liberdade, reduto de japoneses em São Paulo. A São Clemente tentou, mas não empolgou as arquibancadas com enredo sobre os 200 anos da chegada da família real Portuguesa ao Brasil. A chuva forte que atingiu a cidade deu trégua no início do desfile.
Outras Tags: Carnaval 2008, São Clemente, Porto da Pedra, Portela, Viradouro, Mangueira, Salgueiro
Famílias deixam áreas de risco após deslizamento no Rio
Cerca de 300 famílias já foram retiradas de residências em áreas de risco de Itaipava, distrito de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, onde fortes chuvas provocaram deslizamentos de terra que mataram nove pessoas e deixaram pelo menos 12 feridos no fim de semana. A Prefeitura de Petrópolis atribui a tragédia à ocupação desordenada dos últimos 30 anos.
- Deslizamento ocorreu com ocupação irregular, diz Cabral
De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Souza Viana, as remoções começaram na noite de domingo, 3, quando a Defesa Civil começou a analisar a situação dos imóveis da região dos deslizamentos. Os moradores estão sendo encaminhados a cinco abrigos improvisados no próprio distrito, sendo três escolas e duas creches.
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas. Quatro feridos permanecem internados, mas não correm risco de morte.
Uma das vítimas fatais, Fátima Maria Nicodemus, de 43 anos, foi soterrada dentro de seu carro após um deslizamento na Estrada do Gentio. Maria Isabel Conceição Silva, de 73 anos, e seu bisneto, Douglas Silva, de 5 anos, também morreram soterrados na mesma rodovia, após sua casa ter sido destruída.
Lilian Alice Rodrigues, de 39 anos, foi retirada morta dos escombros de uma casa no bairro de Madame Machado, um dos mais castigados pelos deslizamentos de terra. Érica Correia Santos Silva, de 21 anos e Maria do Carmo, de 50 anos, também morreram. Na localidade conhecida como Granja São Judas, morreram soterradas Josélia Cordeiro Pereira, de 27 anos e as crianças Maria Eduarda Cordeiro e Amanda Dias, ambas de 5 anos.
De acordo com a Defesa Civil, em meia hora o volume de chuva foi de 135 milímetros, o equivalente a três semanas de acúmulo de água.
Ainda segundo os Bombeiros, a previsão é de que as chuvas continuem pelo menos até a próxima quarta-feira, 6, porém com menos intensidade. A Rodovia BR-495, que liga Petrópolis a Teresópolis continua interditada, por conta de um afundamento da pista na altura do quilômetro 15, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A melhor opção para quem sai de Petrópolis com destino a Teresópolis é descer a serra até Magé e subir novamente pela BR-116.
- Deslizamento ocorreu com ocupação irregular, diz Cabral
De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Souza Viana, as remoções começaram na noite de domingo, 3, quando a Defesa Civil começou a analisar a situação dos imóveis da região dos deslizamentos. Os moradores estão sendo encaminhados a cinco abrigos improvisados no próprio distrito, sendo três escolas e duas creches.
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas. Quatro feridos permanecem internados, mas não correm risco de morte.
Uma das vítimas fatais, Fátima Maria Nicodemus, de 43 anos, foi soterrada dentro de seu carro após um deslizamento na Estrada do Gentio. Maria Isabel Conceição Silva, de 73 anos, e seu bisneto, Douglas Silva, de 5 anos, também morreram soterrados na mesma rodovia, após sua casa ter sido destruída.
Lilian Alice Rodrigues, de 39 anos, foi retirada morta dos escombros de uma casa no bairro de Madame Machado, um dos mais castigados pelos deslizamentos de terra. Érica Correia Santos Silva, de 21 anos e Maria do Carmo, de 50 anos, também morreram. Na localidade conhecida como Granja São Judas, morreram soterradas Josélia Cordeiro Pereira, de 27 anos e as crianças Maria Eduarda Cordeiro e Amanda Dias, ambas de 5 anos.
De acordo com a Defesa Civil, em meia hora o volume de chuva foi de 135 milímetros, o equivalente a três semanas de acúmulo de água.
Ainda segundo os Bombeiros, a previsão é de que as chuvas continuem pelo menos até a próxima quarta-feira, 6, porém com menos intensidade. A Rodovia BR-495, que liga Petrópolis a Teresópolis continua interditada, por conta de um afundamento da pista na altura do quilômetro 15, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A melhor opção para quem sai de Petrópolis com destino a Teresópolis é descer a serra até Magé e subir novamente pela BR-116.
Shanghai stocks jump as government steps in
Investors chase prices higher as official moves ease worries over excessive share supply.
The mainland’s key stock index jumped more than 8 per cent on Monday in its biggest daily rise since June 2005 after authorities intervened to halt a three-week slide in share prices....
Worst winter in 100 years for Hubei, Hunan
Some parts of China have seen their worst weather in 100 years this winter, with the recent snowfalls the biggest in that time, a meteorological official told reporters on Monday....
Sri Lanka train station death toll rises to 14
The number of people killed in a suicide bombing at Sri Lanka’s main railway station rose to 14 on Monday after two of the wounded died of their injuries, a hospital spokeswoman said....
The mainland’s key stock index jumped more than 8 per cent on Monday in its biggest daily rise since June 2005 after authorities intervened to halt a three-week slide in share prices....
Worst winter in 100 years for Hubei, Hunan
Some parts of China have seen their worst weather in 100 years this winter, with the recent snowfalls the biggest in that time, a meteorological official told reporters on Monday....
Sri Lanka train station death toll rises to 14
The number of people killed in a suicide bombing at Sri Lanka’s main railway station rose to 14 on Monday after two of the wounded died of their injuries, a hospital spokeswoman said....
“解围”
联合会杯赛女网进四强

创造历史,郑洁晏紫决战建功帮助中国3比2战胜法国
本报讯 (记者田颖)昨晚的国际网球中心内,郑洁/晏紫像以往取胜一样击掌庆祝,但这场比赛的胜利改变了中国在联合会杯上的历史,7比5、7比6(5)击败德切/拉扎诺后,中国以3比2的总比分淘汰法国,参赛27年来首次闯入4强。
由于彭帅提前离开,晏紫充当起昨日的第二单打,结果匆匆上阵的她被对手德切调动得满场飞,最后以3比6、2比6完败。
40分钟后,身边多了郑洁的晏紫回到熟悉的双人赛场。第一盘刚开场,中国队金花便破掉法国组合的发球局,最后以7比5拿下首盘。
第二盘双方拖入抢七,并多次出现平分,不过中国金花率先以6比4得到两个破发点,并抓住机会以7比5赢下抢七局,直落两盘拿到关键分,以总比分3比2淘汰法国队,闯入联合会杯四强。
中国队将于4月26、27日在半决赛中对阵西班牙和意大利队之间的胜者。昨晚晋级四强的还有莎拉波娃领衔的俄罗斯队,他们半决赛中的对手将是美国与德国的胜者。
春节夜景照明暂定开放一周
开灯时间为18时至24时,为确保南方抗灾电能资源可能适当调整
本报讯 (记者刘建宏)昨日,市政管委称,根据《北京城市夜景照明管理办法》的有关规定,2008年春节期间,在全市范围内开放城市照明设施,时间为2月6日至2月12日,共7日。
据介绍,开放照明设施包括长安街及其延长线、中轴线各主要建筑,城近郊区各夜景照明景点、景区,环路沿线各高大建筑物、各种道路照明和灯饰。具体开灯时间为18时至24时,其中2月6日开灯时间延长到次日凌晨1时。去年春节期间,北京夜景照明设施开启时间从2月17日至2月24日,共8日,今年减少一日。
市政管委相关负责人表示,目前照明设施的开放时间只是暂定,为避免资源浪费,确保南方大雪抗灾的电能资源,还有可能根据情况进行适当调整。
本报讯 (记者刘建宏)昨日,市政管委称,根据《北京城市夜景照明管理办法》的有关规定,2008年春节期间,在全市范围内开放城市照明设施,时间为2月6日至2月12日,共7日。
据介绍,开放照明设施包括长安街及其延长线、中轴线各主要建筑,城近郊区各夜景照明景点、景区,环路沿线各高大建筑物、各种道路照明和灯饰。具体开灯时间为18时至24时,其中2月6日开灯时间延长到次日凌晨1时。去年春节期间,北京夜景照明设施开启时间从2月17日至2月24日,共8日,今年减少一日。
市政管委相关负责人表示,目前照明设施的开放时间只是暂定,为避免资源浪费,确保南方大雪抗灾的电能资源,还有可能根据情况进行适当调整。
低保补助每人月增15元
两部委再次提高城乡低保补助水平,农村每人每月增10元
本报讯 (记者郭少峰)针对当前基本生活消费品价格上涨情况,民政部、财政部从2008年1月1日起,再次提高城市低保对象补助水平每人每月15元,提高农村低保对象补助水平每人每月10元。
按照国务院的统一部署,民政部、财政部日前联合下发通知,通知要求各地继续执行2007年中央出台的各项提高城市低保对象补助水平的政策;在此基础上,从2008年1月1日起,再次提高城市低保对象补助水平每人每月15元,提高农村低保对象补助水平每人每月10元,中央财政按原补助范围对城乡低保对象给予适当补助。
通知要求,各级民政部门、财政部门要加强对城市低保对象的动态管理,规范低保救助范围,进一步做好低保金社会化发放工作,减少中间环节;严禁长时间滞留、缓拨上级补助的低保资金,确保低保金足额、及时发放到低保对象手中。
本报讯 (记者郭少峰)针对当前基本生活消费品价格上涨情况,民政部、财政部从2008年1月1日起,再次提高城市低保对象补助水平每人每月15元,提高农村低保对象补助水平每人每月10元。
按照国务院的统一部署,民政部、财政部日前联合下发通知,通知要求各地继续执行2007年中央出台的各项提高城市低保对象补助水平的政策;在此基础上,从2008年1月1日起,再次提高城市低保对象补助水平每人每月15元,提高农村低保对象补助水平每人每月10元,中央财政按原补助范围对城乡低保对象给予适当补助。
通知要求,各级民政部门、财政部门要加强对城市低保对象的动态管理,规范低保救助范围,进一步做好低保金社会化发放工作,减少中间环节;严禁长时间滞留、缓拨上级补助的低保资金,确保低保金足额、及时发放到低保对象手中。
quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008
'Israel wants to attack us again'

The Winograd Committee's findings prove that Israel intends to attack Lebanon again, Lebanese Prime Minister Fuad Saniora said Thursday.
In an official statement released by the Lebanese prime minister, he said that the report calls for Israel to prepare for the next war, which shows that it "has not learned from its defeat."
Saniora said that if the Lebanese people are united, they can repel such an offensive.
He went on to claim that the report "ignores Israel's crimes" against his country.
It was the first Lebanese response to the final war report since its release Wednesday afternoon.
Later Wednesday, Lebanese Chief of Staff General Michel Suleiman said that the report showed Israel admitted to initiating the 2006 war.
On Wednesday, hours after the report's publication, Hizbullah said that Winograd's findings proved that Israel suffered a defeat in its military campaign.
"The report confirms what was known by Hizbullah for a long time: Israel completely failed in achieving its goals, and the Israeli military suffered a defeat," Agence France Presse quoted the group as saying.
Netanyahu: PM 'failed leader' who is shirking responsibility

day after the Winograd Committee published its final report, opposition leader Binyamin Netanyahu used the opportunity on Thursday to blast Prime Minister Ehud Olmert, calling him a failed leader who refuses to take responsibility for badly managing the Second Lebanon War.
"No government in Israel has ever decided to go to war with so much national and international support, including from the opposition" Netanyahu said during a press conference following a meeting with Likud party members.
"No government has ever gone to war with such an advantage over the enemy. Since the Independence War, no government has ever been given so much time to win on the battlefield. But as the Winograd Committee wrote, for the first time Israel didn't win a war," Netanyahu said.
With this assessment, the opposition leader went on to praise the country's soldiers, saying that they were not the ones to blame, but rather the "amateur government [was] responsible for the failure."
"The committee decided that the three captains were personally responsible," Netanyahu continued. "Two took responsibility, but the third, Prime Minister Ehud Olmert, refuses to do so.
"He refuses to take responsibility [and] refuses to do what most of the public expects him to do."
The opposition leader also once again called on Labor chairman and Defense Minister Ehud Barak to follow through with his primary campaign pledge and quit the coalition.
"[Barak] knows that the public expects him to ensure that this failed leadership does not
continue," Netanyahu said.
"أداء لويس لحود كان بدرجة ممتازة"
أبطل مجلس شورى الدولة في قرار اصدرته الهيئة برئاسة القاضي ضاهر غندور والمستشارين القاضيين طلال بيضون وانطوان الناشف، المرسوم الرقم 17112 تاريخ 7/ 6/2008 القاضي باعفاء المهندس لويس لحود من مهماته مديراً عاماً لوزارة الزراعة ووضعه في تصرف رئيس مجلس الوزراء بناء على اقتراح وزير الزراعة.
وذكرت حيثيات القرار انه "تبين من ملف هذه المراجعة امام مجلس الشورى انه قبيل صدور المرسوم المطعون فيه، حصل خلاف بين وزير الزراعة والمستدعي لحود على آلية تأمين ادوية لمكافحة امراض النحل، وكان رأي المستدعي يتضمن إعلان مناقصة عمومية بينما كان رأي الوزير تأمين هذه الادوية من طريق اجراء اتفاق بالتراضي، فعاد المستدعي واقترح مجددا اجراء مناقصة عمومية".
واضافت ان " المستندات المرفقة بلائحة المستدعى ضدها الدولة على التقرير والمطالعة تعود الى صفقة اجريت عام 2003، مما لا ينفي حصول خلاف شخصي بين الوزير والمدير العام، بسبب صفقة ادوية مكافحة امراض النحل قبل اقتراح وزير الزراعة من خارج جدول الاعمال على مجلس الوزراء وضع المستدعي لحود في تصرف مجلس الوزراء.
وبما انه لا يمكن فصل المرسوم المطعون فيه عن هذه الوقائع السابقة واللاحقة له لارتباطها به وباسباب صدوره، وبصرف النظر عن واقعة الخلاف بين الوزير والمدير العام حول صفقة شراء ادوية لمكافحة امراض النحل، فانه من الثابت في الملف ان التدبير المطعون فيه اتخذ بنية زجرية ضمن ما سمّي المبادرات الاصلاحية لإقامة نظام توظيف للقيادات العليا، في حين ان تقدير الهيئة العليا لتقديم الاداء للمستدعي كان بنسبة 85 في المئة وبدرجة ممتازة، اضافة الى اقتراح وزير الزراعة على مجلس الوزراء من خارج جدول الاعمال وضع المستدعي في تصرف رئيس مجلس الوزراء من دون اي ملف مرفق".
وذكر القرار "ان المادة 66 من الدستور اولت الوزراء ادارة مصالح الدولة وناطت بهم تطبيق الانظمة والقوانين، كل في ما يتعلق بالامور العائدة الى ادارته، مما يجعل الوزراء مؤتمنين على المصالح العامة التي انيط بهم امر ادارتها وملزمين احترام الانظمة والقوانين وتطبيقها في ما وضعت له من اهداف وغايات، وكل تجاوز لهذه الاهداف والغايات والانحراف عنها يشكل اساءة الى السلطة ويصبح غير جدير بالحماية ويتعين ابطاله". وقال: "اذا كان يعود الى السلطة الاجرائية، استنادا الى احكام القانون، وضع بعض الموظفين في تصرف رئيس مجلس الوزراء او الوزير المختص بهدف اجراء اصلاح اداري او لضمان حسن سير العمل في الادارات العامة، فان استعمال هذه السلطة في ما يخرج عن هذا الهدف، كأن يكون سبيلا لتحقيق مصلحة خاصة او شخصية، يفقد هذا العمل مشروعيته، لان السلطة او الوسيلة التي استعملتها الادارة لم تتجه الى تحقيق الهدف الذي وضعه القانون، فتكون قد استعملت وسيلة مشروعة للوصول الى غرض غير مشروع".
واعتبر القرار "ان الوزير استند الى وقائع واسباب قانونية غير صحيحة واتخذ القرار ليس لتحقيق مصلحة عامة ابتغاها القانون، مما يشكل تحويرا للسلطة ويقتضي بالتالي إبطاله لهذا السبب ايضاً".
وذكرت حيثيات القرار انه "تبين من ملف هذه المراجعة امام مجلس الشورى انه قبيل صدور المرسوم المطعون فيه، حصل خلاف بين وزير الزراعة والمستدعي لحود على آلية تأمين ادوية لمكافحة امراض النحل، وكان رأي المستدعي يتضمن إعلان مناقصة عمومية بينما كان رأي الوزير تأمين هذه الادوية من طريق اجراء اتفاق بالتراضي، فعاد المستدعي واقترح مجددا اجراء مناقصة عمومية".
واضافت ان " المستندات المرفقة بلائحة المستدعى ضدها الدولة على التقرير والمطالعة تعود الى صفقة اجريت عام 2003، مما لا ينفي حصول خلاف شخصي بين الوزير والمدير العام، بسبب صفقة ادوية مكافحة امراض النحل قبل اقتراح وزير الزراعة من خارج جدول الاعمال على مجلس الوزراء وضع المستدعي لحود في تصرف مجلس الوزراء.
وبما انه لا يمكن فصل المرسوم المطعون فيه عن هذه الوقائع السابقة واللاحقة له لارتباطها به وباسباب صدوره، وبصرف النظر عن واقعة الخلاف بين الوزير والمدير العام حول صفقة شراء ادوية لمكافحة امراض النحل، فانه من الثابت في الملف ان التدبير المطعون فيه اتخذ بنية زجرية ضمن ما سمّي المبادرات الاصلاحية لإقامة نظام توظيف للقيادات العليا، في حين ان تقدير الهيئة العليا لتقديم الاداء للمستدعي كان بنسبة 85 في المئة وبدرجة ممتازة، اضافة الى اقتراح وزير الزراعة على مجلس الوزراء من خارج جدول الاعمال وضع المستدعي في تصرف رئيس مجلس الوزراء من دون اي ملف مرفق".
وذكر القرار "ان المادة 66 من الدستور اولت الوزراء ادارة مصالح الدولة وناطت بهم تطبيق الانظمة والقوانين، كل في ما يتعلق بالامور العائدة الى ادارته، مما يجعل الوزراء مؤتمنين على المصالح العامة التي انيط بهم امر ادارتها وملزمين احترام الانظمة والقوانين وتطبيقها في ما وضعت له من اهداف وغايات، وكل تجاوز لهذه الاهداف والغايات والانحراف عنها يشكل اساءة الى السلطة ويصبح غير جدير بالحماية ويتعين ابطاله". وقال: "اذا كان يعود الى السلطة الاجرائية، استنادا الى احكام القانون، وضع بعض الموظفين في تصرف رئيس مجلس الوزراء او الوزير المختص بهدف اجراء اصلاح اداري او لضمان حسن سير العمل في الادارات العامة، فان استعمال هذه السلطة في ما يخرج عن هذا الهدف، كأن يكون سبيلا لتحقيق مصلحة خاصة او شخصية، يفقد هذا العمل مشروعيته، لان السلطة او الوسيلة التي استعملتها الادارة لم تتجه الى تحقيق الهدف الذي وضعه القانون، فتكون قد استعملت وسيلة مشروعة للوصول الى غرض غير مشروع".
واعتبر القرار "ان الوزير استند الى وقائع واسباب قانونية غير صحيحة واتخذ القرار ليس لتحقيق مصلحة عامة ابتغاها القانون، مما يشكل تحويرا للسلطة ويقتضي بالتالي إبطاله لهذا السبب ايضاً".
تدقيق في أشرطة مصورة والاستماع إلى مراسلين ونحو 30 موقوفاً
وسط جمود تام للجهود والوساطات المتصلة بالأزمة الرئاسية المفتوحة على موعد 11 شباط وانتظار عودة الامين العام لجامعة الدول العربية عمرو موسى الى بيروت والمتوقعة مبدئيا بعد 3 شباطـ، ما لم يطرأ ما يعدل هذا الموعد، تواصلت المساعي الحثيثة لاحتواء مضاعفات الاحد الدامي وسط اجماع سياسي على ابراز اهمية التحقيق القضائي – العسكري الجاري في ظروف المواجهات التي حصلت في منطقة مار مخايل ومحيطها.
وبرزت في هذا السياق سلسلة اتصالات اجراها امس رئيس الحكومة فؤاد السنيورة برؤساء الطوائف الاسلامية والمسيحية في اطار "الحض على التهدئة والتعقل وعدم الانجرار وراء اسلوب الشحن والتوتير"، معتبرا ان احداث الاحد كانت "كابوسا" حل علينا جميعا". واشاد بالموقف الذي اتخذته القيادات في المجلس الاسلامي الشيعي الاعلى وقيادات حركة "امل" و"حزب الله" للدعوة الى ضبط النفس والتنبه الى اخطار الانجرار الى الفتنةِ، داعيا الى انتظار نتائج التحقيقات التي تجريها قيادة الجيش والاجهزة القضائية "فاذا كان هناك من تقصير او اخطاء فان القوانين والمؤسسات التي نعيش في ظلها قادرة على التصحيح".
وعقب عودته امس من زيارة لموسكو، اجرى رئيس "اللقاء الديموقراطي" النائب وليد جنبلاط اتصالا برئيس مجلس النواب نبيه بري معزيا اياه بالضحايا التي سقطت يوم الاحد باسمه وباسم الحزب التقدمي و"اللقاء الديموقراطي" كما اتصل بقائد الجيش العماد ميشال سليمان مجددا "دعمه التام للمؤسسة العسكرية وثقته بأنها سوف تنجز التحقيق كاملا في حوادث يوم الاحد الفائت".
ودعت "كتلة الوفاء للمقاومة" امس قيادة الجيش الى "المضي بجدية في التحقيق وتحديد المسؤوليات واحالة المرتكبين ايا كانوا على القضاء حتى تبقى هذه المؤسسة منزهة عما يريد أعداء الوطن زجها فيه واستدراجها اليه". واعتبرت ان "القوة الامنية التي تصدت للمواطنين المدنيين باطلاق النار عليهم كان لديها بالتأكيد اكثر من خيار متاح للتعامل مع احتجاج الناس يغنيها عن التورط في القتل المباشر"، معلنة "أن هناك تكرارا لاستسهال القتل الرسمي للناس وهو أمر لم يعد في الامكان تحمّله او الصبر عليه".
في غضون ذلك، عقد النائب العام التمييزي القاضي سعيد ميرزا اجتماعا حضرته المحامية العامة التمييزية القاضية جوسلين تابت ومفوض الحكومة لدى المحكمة العسكرية القاضي جان فهد وقائد الشرطة العسكرية العميد نبيل غفري. وتخلل الاجتماع عرض للمراحل التي وصل اليها التحقيق في حوادث مار مخايل.
وتسلم فهد تقارير الاطباء الشرعيين الذين عاينوا جثث الضحايا والجرحى والتي تحدد عدد الاصابات والمسافة التي أطلقت منها الرصاصات، كما واصل الاستماع الى افادات مراسلين اعلاميين يعملون في محطات تلفزيونية غطوا الحادث بنقل مباشر.
وقالت مصادر متابعة للتحقيق ان عدد المحتجزين على ذمة التحقيق لا يزال 30 مدنيا ولم يتخذ القاضي فهد قراره بعد في صددهم، كما يجري الاستماع الى افادات عسكريين وشهود كانوا في منطقة الحادث ويستدعون تباعا.
وقالت مصاد قانونية ان ستة مناصرين لحزب "القوات اللبنانية" أوقفوا في عين الرمانة وهم ضمن الموقوفين الثلاثين في الحادث.
وتحدثت معلومات عن اتسام التحقيقات الجارية بقدر عال من الدقة والاحتراف والتصميم على التوصل الى كشف كل الملابسات والوقائع المتصلة بالمواجهات التي حصلت. ومع أن هذه المعلومات لم تشر الى أي موعد محتمل لاتضاح نتائج التحقيقات، فان بعض الاوساط السياسية المطلعة قال ان الجدية الواضحة التي تطبع التحقيقات توحي بامكان توقع موعد قريب لانجازها. وتردد ان من جملة الاعمال التي يركز عليها التحقيق التدقيق في اشرطة التقطتها كاميرات مصورين تلفزيونيين وصحافيين تولوا تغطية المواجهات، فضلاً عن أشرطة لكاميرات مراقبة منصوبة في محيط المنطقة. وان التدقيق في عدد من هذه الاشرطة أظهر ان عسكريين تمركزوا على سطوح مبان وقيل خطأ انهم قناصة، كما ضبطت أسلحة في محيط منطقة المواجهات يجري التأكد مما اذا كانت أطلقت منها النيران.
وذكر في هذا المجال ان الضباط والعسكريين الذين استمع اليهم لم يدلوا بمعلومات عن مشاهدتهم ضحايا تسقط في مواجهات الاحد. واذا كان الطبيب الشرعي أثبت ان الضحايا سقطت برصاص مباشر من مسافة تراوح بين خمسة وعشرة أمتار، فان هذا مدى كاف يتيح رؤية اي شخص مصاب.
وعزي انتشار افراد من الجيش فوق سطوح مبان مشرفة على منطقة التوتر الى تداعيات اطلاق نار من خارج بقعة تجمع المتظاهرين مما اقتضى اتخاذ اجراءات احترازية مقابلة.
وأعلن ان بعض مواقع للجيش تعرضت بعد حوادث مار مخايل لاعتداءات كان آخرها فجر الاثنين حيث تعرض موقع الجيش في سانت تيريز بالحدث لقنابل صوتية.
عودة فرنسية؟
أما على صعيد الازمة الرئاسية، فنقل أمس مراسل "النهار" في باريس عن مصادر ديبلوماسية فرنسية تشكيكها في فاعلية القرارات التي اصدرها مجلس الجامعة العربية على المستوى الوزاري الاحد الماضي. وقالت إن وزير الخارجية الفرنسي برنار كوشنير يرى ان الوضع في لبنان بات بالغ الخطورة في ضوء الحوادث الدامية التي حصلت الاحد وأوقعت عدداً من القتلى والجرحى، وانه يشكك في امكان خروج لبنان من المأزق السياسي الحالي في ظل المطالب التعجيزية والمناورات السياسية والعرقلة السورية، على رغم التصريحات السورية عن التجاوب مع المبادرة العربية. وأضافت انه على رغم ذلك لا تزال باريس تسهّل مهمة عمرو موسى وهي في طور تقويم جديد للمواقف في لبنان بعد فشل المبادرات السابقة وتطمح الى وضع جميع حظوظ النجاح بجانب المبادرة العربية. وأوضحت ان باريس لن تبقى مكتوفة في انتظار تطورات أمنية قد تفلت السيطرة عليها من الايدي المحلية والاقليمية وتصل شرارتها الى مجمل المنطقة. وقالت ان باريس تسعى الى العودة الى الساحة اللبنانية بزخم جديد لانعاش مبادرة فرنسية – عربية وابتداع اشكال جديدة من الحل وفق معادلة يتوافق عليها الجميع وضمن توازن اقليمي يساعد على الحل. وفي ضوء هذه الافكار تعمل فرنسا على ازالة الخلافات والعوائق التي حالت دون التوصل الى تسوية، وتقوم من أجل ذلك بمساع في اتجاهات اقليمية ودولية عدة لتأمين عودة الثقة والمفاوضات بين اللبنانيين حول تشكيل حكومة والتوصل الى صيغة مناسبة لا يكون فيها غالب او مغلوب.
ولفتت المصادر الى ان باريس لم تحصل حتى الآن على اجوبة واضحة من سوريا عن اسئلة وجهتها اليها تتعلق بالتحفظات السورية عن الاستحقاق الرئاسي وتأليف حكومة وحدة وطنية وخفض الضمانات والشروط، على رغم اعلان باريس وقف الاتصالات السياسية مع دمشق، فان ذلك لم يمنع قصر الاليزيه من الاعتماد على وساطات تعمل على تسهيل التوصل الى ارضية توافقية بين الافرقاء.
وبرزت في هذا السياق سلسلة اتصالات اجراها امس رئيس الحكومة فؤاد السنيورة برؤساء الطوائف الاسلامية والمسيحية في اطار "الحض على التهدئة والتعقل وعدم الانجرار وراء اسلوب الشحن والتوتير"، معتبرا ان احداث الاحد كانت "كابوسا" حل علينا جميعا". واشاد بالموقف الذي اتخذته القيادات في المجلس الاسلامي الشيعي الاعلى وقيادات حركة "امل" و"حزب الله" للدعوة الى ضبط النفس والتنبه الى اخطار الانجرار الى الفتنةِ، داعيا الى انتظار نتائج التحقيقات التي تجريها قيادة الجيش والاجهزة القضائية "فاذا كان هناك من تقصير او اخطاء فان القوانين والمؤسسات التي نعيش في ظلها قادرة على التصحيح".
وعقب عودته امس من زيارة لموسكو، اجرى رئيس "اللقاء الديموقراطي" النائب وليد جنبلاط اتصالا برئيس مجلس النواب نبيه بري معزيا اياه بالضحايا التي سقطت يوم الاحد باسمه وباسم الحزب التقدمي و"اللقاء الديموقراطي" كما اتصل بقائد الجيش العماد ميشال سليمان مجددا "دعمه التام للمؤسسة العسكرية وثقته بأنها سوف تنجز التحقيق كاملا في حوادث يوم الاحد الفائت".
ودعت "كتلة الوفاء للمقاومة" امس قيادة الجيش الى "المضي بجدية في التحقيق وتحديد المسؤوليات واحالة المرتكبين ايا كانوا على القضاء حتى تبقى هذه المؤسسة منزهة عما يريد أعداء الوطن زجها فيه واستدراجها اليه". واعتبرت ان "القوة الامنية التي تصدت للمواطنين المدنيين باطلاق النار عليهم كان لديها بالتأكيد اكثر من خيار متاح للتعامل مع احتجاج الناس يغنيها عن التورط في القتل المباشر"، معلنة "أن هناك تكرارا لاستسهال القتل الرسمي للناس وهو أمر لم يعد في الامكان تحمّله او الصبر عليه".
في غضون ذلك، عقد النائب العام التمييزي القاضي سعيد ميرزا اجتماعا حضرته المحامية العامة التمييزية القاضية جوسلين تابت ومفوض الحكومة لدى المحكمة العسكرية القاضي جان فهد وقائد الشرطة العسكرية العميد نبيل غفري. وتخلل الاجتماع عرض للمراحل التي وصل اليها التحقيق في حوادث مار مخايل.
وتسلم فهد تقارير الاطباء الشرعيين الذين عاينوا جثث الضحايا والجرحى والتي تحدد عدد الاصابات والمسافة التي أطلقت منها الرصاصات، كما واصل الاستماع الى افادات مراسلين اعلاميين يعملون في محطات تلفزيونية غطوا الحادث بنقل مباشر.
وقالت مصادر متابعة للتحقيق ان عدد المحتجزين على ذمة التحقيق لا يزال 30 مدنيا ولم يتخذ القاضي فهد قراره بعد في صددهم، كما يجري الاستماع الى افادات عسكريين وشهود كانوا في منطقة الحادث ويستدعون تباعا.
وقالت مصاد قانونية ان ستة مناصرين لحزب "القوات اللبنانية" أوقفوا في عين الرمانة وهم ضمن الموقوفين الثلاثين في الحادث.
وتحدثت معلومات عن اتسام التحقيقات الجارية بقدر عال من الدقة والاحتراف والتصميم على التوصل الى كشف كل الملابسات والوقائع المتصلة بالمواجهات التي حصلت. ومع أن هذه المعلومات لم تشر الى أي موعد محتمل لاتضاح نتائج التحقيقات، فان بعض الاوساط السياسية المطلعة قال ان الجدية الواضحة التي تطبع التحقيقات توحي بامكان توقع موعد قريب لانجازها. وتردد ان من جملة الاعمال التي يركز عليها التحقيق التدقيق في اشرطة التقطتها كاميرات مصورين تلفزيونيين وصحافيين تولوا تغطية المواجهات، فضلاً عن أشرطة لكاميرات مراقبة منصوبة في محيط المنطقة. وان التدقيق في عدد من هذه الاشرطة أظهر ان عسكريين تمركزوا على سطوح مبان وقيل خطأ انهم قناصة، كما ضبطت أسلحة في محيط منطقة المواجهات يجري التأكد مما اذا كانت أطلقت منها النيران.
وذكر في هذا المجال ان الضباط والعسكريين الذين استمع اليهم لم يدلوا بمعلومات عن مشاهدتهم ضحايا تسقط في مواجهات الاحد. واذا كان الطبيب الشرعي أثبت ان الضحايا سقطت برصاص مباشر من مسافة تراوح بين خمسة وعشرة أمتار، فان هذا مدى كاف يتيح رؤية اي شخص مصاب.
وعزي انتشار افراد من الجيش فوق سطوح مبان مشرفة على منطقة التوتر الى تداعيات اطلاق نار من خارج بقعة تجمع المتظاهرين مما اقتضى اتخاذ اجراءات احترازية مقابلة.
وأعلن ان بعض مواقع للجيش تعرضت بعد حوادث مار مخايل لاعتداءات كان آخرها فجر الاثنين حيث تعرض موقع الجيش في سانت تيريز بالحدث لقنابل صوتية.
عودة فرنسية؟
أما على صعيد الازمة الرئاسية، فنقل أمس مراسل "النهار" في باريس عن مصادر ديبلوماسية فرنسية تشكيكها في فاعلية القرارات التي اصدرها مجلس الجامعة العربية على المستوى الوزاري الاحد الماضي. وقالت إن وزير الخارجية الفرنسي برنار كوشنير يرى ان الوضع في لبنان بات بالغ الخطورة في ضوء الحوادث الدامية التي حصلت الاحد وأوقعت عدداً من القتلى والجرحى، وانه يشكك في امكان خروج لبنان من المأزق السياسي الحالي في ظل المطالب التعجيزية والمناورات السياسية والعرقلة السورية، على رغم التصريحات السورية عن التجاوب مع المبادرة العربية. وأضافت انه على رغم ذلك لا تزال باريس تسهّل مهمة عمرو موسى وهي في طور تقويم جديد للمواقف في لبنان بعد فشل المبادرات السابقة وتطمح الى وضع جميع حظوظ النجاح بجانب المبادرة العربية. وأوضحت ان باريس لن تبقى مكتوفة في انتظار تطورات أمنية قد تفلت السيطرة عليها من الايدي المحلية والاقليمية وتصل شرارتها الى مجمل المنطقة. وقالت ان باريس تسعى الى العودة الى الساحة اللبنانية بزخم جديد لانعاش مبادرة فرنسية – عربية وابتداع اشكال جديدة من الحل وفق معادلة يتوافق عليها الجميع وضمن توازن اقليمي يساعد على الحل. وفي ضوء هذه الافكار تعمل فرنسا على ازالة الخلافات والعوائق التي حالت دون التوصل الى تسوية، وتقوم من أجل ذلك بمساع في اتجاهات اقليمية ودولية عدة لتأمين عودة الثقة والمفاوضات بين اللبنانيين حول تشكيل حكومة والتوصل الى صيغة مناسبة لا يكون فيها غالب او مغلوب.
ولفتت المصادر الى ان باريس لم تحصل حتى الآن على اجوبة واضحة من سوريا عن اسئلة وجهتها اليها تتعلق بالتحفظات السورية عن الاستحقاق الرئاسي وتأليف حكومة وحدة وطنية وخفض الضمانات والشروط، على رغم اعلان باريس وقف الاتصالات السياسية مع دمشق، فان ذلك لم يمنع قصر الاليزيه من الاعتماد على وساطات تعمل على تسهيل التوصل الى ارضية توافقية بين الافرقاء.
Damaged undersea cables cause internet and phone disruptions
Dubai: Damage to two major undersea cables caused Internet and phone disruptions throughout the UAE and the world on Thursday.
The damage to the fiber optic cables, which connect western Europe to the Middle East and Asia, occurred off of the Egyptian coast.
“du has been informed that the cuts on both FLAG and SEA-ME-WE4 cables occurred at approx 12km north of Alexandria. This incident has impacted international and regional telecom services from operators across the Gulf, Egypt Middle East and India. The two cables are 400m apart at this point which suggests that a ship has dragged its anchor through both cables,” said Osman Sultan, du’s CEO, in an emailed statement.
The statement also said that the repair process has started on both lines. No timeframe has been set for the repairs, but initial estimates indicate it will take at least two weeks to repair the FLAG cable.
Some businesses in the UAE have reported outages, but others have said there has been only “a minimal impact” on Internet services.
The damage to the fiber optic cables, which connect western Europe to the Middle East and Asia, occurred off of the Egyptian coast.
“du has been informed that the cuts on both FLAG and SEA-ME-WE4 cables occurred at approx 12km north of Alexandria. This incident has impacted international and regional telecom services from operators across the Gulf, Egypt Middle East and India. The two cables are 400m apart at this point which suggests that a ship has dragged its anchor through both cables,” said Osman Sultan, du’s CEO, in an emailed statement.
The statement also said that the repair process has started on both lines. No timeframe has been set for the repairs, but initial estimates indicate it will take at least two weeks to repair the FLAG cable.
Some businesses in the UAE have reported outages, but others have said there has been only “a minimal impact” on Internet services.
Beckham dropped from friendly squad: reports
London: Former captain David Beckham has been left out of coach Fabio Capello's first England squad for next week's friendly against Switzerland at Wembley, British media reported on Thursday.
The LA Galaxy midfielder has not played a competitive match since England's 3-2 defeat by Croatia in their final Euro 2008 qualifier last November, but had been training with Arsenal in a bid to maintain his fitness.
An FA spokesman declined to comment on the reports and said the squad for the game on February 6 would be announced later.
Beckham had been hoping to earn his 100th cap against the Swiss. The reports said Capello, who also dropped the player for a spell when in charge of Real Madrid, has not ruled the 32-year-old completely out of his future plans.
The LA Galaxy midfielder has not played a competitive match since England's 3-2 defeat by Croatia in their final Euro 2008 qualifier last November, but had been training with Arsenal in a bid to maintain his fitness.
An FA spokesman declined to comment on the reports and said the squad for the game on February 6 would be announced later.
Beckham had been hoping to earn his 100th cap against the Swiss. The reports said Capello, who also dropped the player for a spell when in charge of Real Madrid, has not ruled the 32-year-old completely out of his future plans.
Bush breaks poll fund-raising tour to talk about Iraq
Las Vegas: Sandwiching a war speech in between Republican fundraisers, President George W. Bush is making clear that his priority is to keep Iraq secure, not just to get troops home.
His Iraq update here scheduled for later yesterday was tucked into an agenda of political events across four states. The private affairs will raise $4.7 million (Dh17 million) for his party by week's end.
The president is on a three-day tour with dual purposes: to raise money for Republican candidates and to plug some themes from his modestly aimed State of the Union address. The theme of the day: war and the threats to the United States. In California on Wednesday, Bush promoted his trade agenda and headlined fundraisers in Los Angeles and San Francisco. The rest of his travels involve states that he carried in the 2000 and 2004 elections, Nevada, Colorado and Missouri.
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Bush's Iraq theme is that his military build-up there a year ago - unpopular as it was - succeeded by reducing violence and giving Iraqi politicians some room to work.
Yet he won't commit to more US troop withdrawals, and may even slow or stop the ones under way to preserve the gains in security. He is asking the country, again, for patience.
In comments here, Bush will tell the nation that it cannot afford to turn its back on Iraq now, echoing a theme of his State of the Union address on Monday. He also will prod Congress again to permanently extend a law allowing the government more freedom to eavesdrop on suspected terrorists.
His Iraq update here scheduled for later yesterday was tucked into an agenda of political events across four states. The private affairs will raise $4.7 million (Dh17 million) for his party by week's end.
The president is on a three-day tour with dual purposes: to raise money for Republican candidates and to plug some themes from his modestly aimed State of the Union address. The theme of the day: war and the threats to the United States. In California on Wednesday, Bush promoted his trade agenda and headlined fundraisers in Los Angeles and San Francisco. The rest of his travels involve states that he carried in the 2000 and 2004 elections, Nevada, Colorado and Missouri.
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Bush's Iraq theme is that his military build-up there a year ago - unpopular as it was - succeeded by reducing violence and giving Iraqi politicians some room to work.
Yet he won't commit to more US troop withdrawals, and may even slow or stop the ones under way to preserve the gains in security. He is asking the country, again, for patience.
In comments here, Bush will tell the nation that it cannot afford to turn its back on Iraq now, echoing a theme of his State of the Union address on Monday. He also will prod Congress again to permanently extend a law allowing the government more freedom to eavesdrop on suspected terrorists.
Turkey to relax headscarf ban in universities
Students may soon be allowed to wear the Muslim headscarf in Turkish universities, a watershed for a devout, growing middle class that has long complained of discrimination against its faith.
Turkey's popular Islamist-rooted government and a nationalist opposition party agreed on a compromise this week to lift a 1989 ban on female students wearing the headscarf in higher education, a move unthinkable only a few years ago.
The amendment is expected to be approved by parliament early this month.
As recently as 1997, Turkey's army generals, acting with public support, ousted a government they deemed too Islamist.
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"Lifting the headscarf ban in universities is a big step for Turkey, even if the reform is insufficient. It will mean a lot of women who suffered from the ban will be able to study again," said Neslihan Akbulut of women's rights group AKDER.
Turkey's secular establishment, which includes generals, judges and university rectors, sees the headscarf as a symbol of radical Islam and a political challenge to the Nato member's separation of state and religion. Turkey is 99 per cent Muslim.
The Turkish republic was founded as a secular state by Kemal Ataturk in 1923 from the crumbling Islam-based Ottoman Empire.
Thousands of women have in the past two decades chosen not to go to university because of the ban, have studied abroad or have been expelled from their studies for wearing a garment that covers their hair as a sign of piety.
The headscarf debate goes to the very heart of Turkey's complex identity. It is a young democracy that is struggling to balance the demands of an increasingly prosperous but pious Muslim population and a traditional urban pro-Western elite that sees Islam as backward and a threat to the status quo.
Turkey's popular Islamist-rooted government and a nationalist opposition party agreed on a compromise this week to lift a 1989 ban on female students wearing the headscarf in higher education, a move unthinkable only a few years ago.
The amendment is expected to be approved by parliament early this month.
As recently as 1997, Turkey's army generals, acting with public support, ousted a government they deemed too Islamist.
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"Lifting the headscarf ban in universities is a big step for Turkey, even if the reform is insufficient. It will mean a lot of women who suffered from the ban will be able to study again," said Neslihan Akbulut of women's rights group AKDER.
Turkey's secular establishment, which includes generals, judges and university rectors, sees the headscarf as a symbol of radical Islam and a political challenge to the Nato member's separation of state and religion. Turkey is 99 per cent Muslim.
The Turkish republic was founded as a secular state by Kemal Ataturk in 1923 from the crumbling Islam-based Ottoman Empire.
Thousands of women have in the past two decades chosen not to go to university because of the ban, have studied abroad or have been expelled from their studies for wearing a garment that covers their hair as a sign of piety.
The headscarf debate goes to the very heart of Turkey's complex identity. It is a young democracy that is struggling to balance the demands of an increasingly prosperous but pious Muslim population and a traditional urban pro-Western elite that sees Islam as backward and a threat to the status quo.
sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008
Gracias a todos

Bueno, este es mi último blog desde Melbourne. Antes de nada, quería disculparme por no haberlo enviado ayer, pero os podreis imaginar que llegué un tanto tarde al hotel y no tenía ganas de hacer nada. Lo siento de verdad, pero espero que este útimo blog antes de salir para el aeropuerto os sirva.
Me imagino que hay muchas preguntas sobre el partido. Creo que las respuestas son las que di ante la prensa. Digo me imagino porque aún no he podido ver nada de prensa. La respuesta a la pregunta sobre qué tal el partido, tiene una respuesta muy simple. Tsonga me ganó y me ganó muy bien. Ninguna excusa, nada que decir, sino simplemente felicitarle por el gran partido que hizo. Yo creo que el tenis es como una balanza y cuando un jugador juega muy bien la balanza se inclina hacia ese lado y hace que el otro no pueda jugar bien. Eso es lo que ocurrió en mi partido con un Tsonga MUY inspirado.
Igualmente, estoy muy contento por el comienzo de año que he tenido. La final de Chennai y unas semifinales en el Abierto de Australia mejoran mi comienzo de temporada del año pasado. La gente que me sigue y apoya no creo que esté decepcionada porque yo no lo estoy. Claro que quería ganar, claro que me hubiera gustado estar el domingo en la final, pero... Creo que no hay que hablar más del partido porque todo esta dicho en la prensa.
Así que anoche, cuando acabé todo mi trabajo post-partido, nos fuimos al hotel. Toni, Rafa Maymo, Benito, yo y Carlos Costa, mi manager, que había venido también. En el coche decidimos (era tarde ya) pararnos en un McDonalds (lo sé, lo sé) y llevarnos la comida al hotel. Yo me pedí dos hamburguesas de pescado, patatas y cola. No suelo comer estas cosas y menos durante el torneo, pero ayer acabé aquí y nos apetecía.
Estoy saliendo ahora para el aeropuerto. Me voy para Mallorca a descansar unos días y comenzar una mini pretemporada. Entrenar fuerte para estar muy en forma para los torneos siguientes que empiezan ya.
Quiero aprovechar para agradecer a mucha gente todo el apoyo que me han dado estas semanas. A los periodistas españoles que se han desplazado hasta Melbourne para seguir el torneo. Son muchos días y en un sitio muy lejano, con horas complicadas (Pedro, Miguel, Joan, Juan José, Sebastián y Zubi). Ya les agradecí en la sala de prensa, pero con el ruido no creo que se enterasen. Y también a los muchos espectadores que había en los partidos y los entrenamientos con banderas de España y de las Islas Baleares. No sé si han venido desde allí o viven aquí, pero notamos su presencia y quería agradecérselo.
Por último, deciros que leo los comentarios de la gente y aficionados que se publican en la prensa a través de los diarios digitales. Me gustaría responder uno por uno pero no me es posible. Gracias a los que me apoyan y a los que no, deciros que yo siempre lucho e intento ganar con trabajo y humildad. Si se gana intento saber ganar y si pierdo también intento saber perder.
¡Un saludo a todos y gracias!
Rafa
Brasileiros realizam 1,8 bilhão de downloads ilegais por ano
Aproximadamente 1,8 bilhão de downloads são baixados ilegalmente no Brasil ao ano, afirma relatório da Federação Internacional de Produtores Fonográficos (IFPI). O Relatório de Música Digital 2008, divulgado nesta sexta-feira, 25, indica que cerca de 60% dos arquivos baixados ilegalmente no Brasil são feitos por consumidores pertencentes a classes econômicas favorecidas. Segundo o relatório, o mercado fonográfico nacional sofreu perdas de até 50% no primeiro semestre.
A entidade anunciou no trabalho que o segmento de música digital cresceu 40% em 2007, mas denunciou que, para cada download legal, 20 músicas foram adquiridas de forma ilícita.
O relatório indica que a China é o país do mundo com maior percentual de usuários - cerca de 99% - que fazem downloads ilegais, enquanto na Europa a Espanha lidera a lista, com 35%.
Em 2007, a venda de música pela Internet e por meio de celulares alcançou US$ 2,9 bilhões, o que supõe 15% da indústria fonográfica, que em 2006 era de 11%.
No ano passado, foram feitos 1,7 bilhão de downloads de forma legal, 53% a mais que no ano anterior. Frente a esse número, porém, outros bilhões de arquivos ilegais foram baixados.
A IFPI assinala que, no continente europeu, a Espanha e a Holanda são, nesta ordem, os países onde mais são feitos downloads ilegais, com 35% e 28%, respectivamente, de usuários da rede que fazem isso regularmente.
Na América Latina, a pirataria se expandiu rapidamente. Calcula-se que no México 2,6 bilhões de downloads ilegais sejam feitos anualmente. No país, 64% dos downloads também são feitos por consumidores de classes econômicas favorecidas. O mercado fonográfico mexicano sofreu perdas de 25% no ano passado.
A nação com o maior percentual de músicas baixadas ilicitamente é a China, chegando a 99%, em relação a um mercado legal de apenas 50 milhões de euros - 1% do global.
A venda de música digital é o segundo segmento que mais cresce em comercialização - 15% da totalidade do negócio, e 30% nos Estados Unidos -, enquanto jornais e cinema representam apenas 7% e 3%, respectivamente.
A IFPI assegurou, em comunicado, que o crescimento do mercado de música digital não compensa a queda das vendas de CDs, e pediu aos Governos e à União Européia (UE) que solicitem urgentemente aos provedores de internet um papel mais ativo na proteção da música digital.
A Federação pretende que os provedores de serviços digitais controlem a música sem licença, afastando os clientes que reincidam nos downloads ilegais, e usando filtros para detectar os sites que os permitam.
O órgão elogiou o plano de luta contra a pirataria adotado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, e os impulsos dados no Reino Unido, na Suécia e na Bélgica.
Segundo a Federação, atualmente há mais de 500 provedores legais de música na Internet, que oferecem cerca de seis milhões de canções, um número quatro vezes maior do que a música comercializada nas lojas físicas.
A entidade anunciou no trabalho que o segmento de música digital cresceu 40% em 2007, mas denunciou que, para cada download legal, 20 músicas foram adquiridas de forma ilícita.
O relatório indica que a China é o país do mundo com maior percentual de usuários - cerca de 99% - que fazem downloads ilegais, enquanto na Europa a Espanha lidera a lista, com 35%.
Em 2007, a venda de música pela Internet e por meio de celulares alcançou US$ 2,9 bilhões, o que supõe 15% da indústria fonográfica, que em 2006 era de 11%.
No ano passado, foram feitos 1,7 bilhão de downloads de forma legal, 53% a mais que no ano anterior. Frente a esse número, porém, outros bilhões de arquivos ilegais foram baixados.
A IFPI assinala que, no continente europeu, a Espanha e a Holanda são, nesta ordem, os países onde mais são feitos downloads ilegais, com 35% e 28%, respectivamente, de usuários da rede que fazem isso regularmente.
Na América Latina, a pirataria se expandiu rapidamente. Calcula-se que no México 2,6 bilhões de downloads ilegais sejam feitos anualmente. No país, 64% dos downloads também são feitos por consumidores de classes econômicas favorecidas. O mercado fonográfico mexicano sofreu perdas de 25% no ano passado.
A nação com o maior percentual de músicas baixadas ilicitamente é a China, chegando a 99%, em relação a um mercado legal de apenas 50 milhões de euros - 1% do global.
A venda de música digital é o segundo segmento que mais cresce em comercialização - 15% da totalidade do negócio, e 30% nos Estados Unidos -, enquanto jornais e cinema representam apenas 7% e 3%, respectivamente.
A IFPI assegurou, em comunicado, que o crescimento do mercado de música digital não compensa a queda das vendas de CDs, e pediu aos Governos e à União Européia (UE) que solicitem urgentemente aos provedores de internet um papel mais ativo na proteção da música digital.
A Federação pretende que os provedores de serviços digitais controlem a música sem licença, afastando os clientes que reincidam nos downloads ilegais, e usando filtros para detectar os sites que os permitam.
O órgão elogiou o plano de luta contra a pirataria adotado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, e os impulsos dados no Reino Unido, na Suécia e na Bélgica.
Segundo a Federação, atualmente há mais de 500 provedores legais de música na Internet, que oferecem cerca de seis milhões de canções, um número quatro vezes maior do que a música comercializada nas lojas físicas.
Petróleo fica em alta mesmo com recessão, dizem especialistas
Apesar da ameaça de recessão nos Estados Unidos, e a inevitável desaceleração do crescimento econômico mundial, os preços do petróleo vão continuar elevados e voláteis, podendo até subir ainda mais, pressionados pela crescente demanda em países emergentes como a China e a Índia nos próximos anos.
Essa foi a principal conclusão da Cúpula de Energia, evento paralelo ao Fórum Econômico Mundial, que reuniu autoridades, executivos de grandes empresas petrolíferas e analistas do setor energético. "O consenso é que os preços do petróleo não vão cair", disse à Agência Estado o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, um dos participantes. "O que ninguém sabe é se eles podem subir mais, e quanto."
O economista-chefe da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, ressaltou que os preços do petróleo voltaram a subir para acima dos US$ 90 por barril nos últimos dias apesar das incertezas em torno da economia norte-americana e do recente estresse que assolou os mercados financeiros. "Esse é um sinal importante, pois mostra que mesmo com o risco de recessão, os preços continuam subindo de volta com facilidade", disse Birol. "Estamos diante de uma nova ordem energética mundial na qual a China e a India vão determinar a demanda de energia e as empresas petrolíferas estatais estão se tornando dominantes no lado da oferta."
A única opinião discordante sobre a tendência dos preços foi do economista Kenneth Rogoff, da Universidade de Harvard. Ele prevê que uma recessão nos Estados Unidos terá um impacto relevante no consumo de commodities em todo o mundo. "O preço do barril do petróleo deve cair para cerca de US$ 75 com a queda no consumo", disse. "E se o dólar não estivesse tão fraco e a inflação tão elevada a queda seria ainda maior, para um pouco abaixo dos US$ 70." Rogoff alertou, no entanto, que a "volatilidade nos preços vai continuar durante muitos anos".
Opep
A possibilidade da Opep elevar sua produção para aliviar o aperto entre a demanda e a oferta mundial foi, mais uma vez, descartada por um dos representantes do cartel presente no evento, o vice-primeiro-ministro do Quatar, Abdulla Bin Hamad Al Attiyah. "Nós vamos produzir a quantidade de petróleo que sabemos que as pessoas vão consumir, e não disponibilizar mais do que o necessário", afirmou.
Al Attiyah atribui os preços elevados à especulação nos mercados financeiros. Mas Birol discordou e aproveitou para alfinetar a Opep. "Os preços estão elevados porque o consumo está crescendo e a oferta é limitada", disse o economista da AIE. "A especulação apenas amplifica essa tendência."
A necessidade de pesados investimentos no setor, principalmente em energias alternativas e renováveis, também foi um tema de destaque no encontro. "Se não encontrarmos uma estrutura certa, que leve em conta o balanço entre o aumento da demanda e a necessidade de energia limpa, teremos sérios problemas no futuro próximo" alertou Birol.
Essa foi a principal conclusão da Cúpula de Energia, evento paralelo ao Fórum Econômico Mundial, que reuniu autoridades, executivos de grandes empresas petrolíferas e analistas do setor energético. "O consenso é que os preços do petróleo não vão cair", disse à Agência Estado o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, um dos participantes. "O que ninguém sabe é se eles podem subir mais, e quanto."
O economista-chefe da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, ressaltou que os preços do petróleo voltaram a subir para acima dos US$ 90 por barril nos últimos dias apesar das incertezas em torno da economia norte-americana e do recente estresse que assolou os mercados financeiros. "Esse é um sinal importante, pois mostra que mesmo com o risco de recessão, os preços continuam subindo de volta com facilidade", disse Birol. "Estamos diante de uma nova ordem energética mundial na qual a China e a India vão determinar a demanda de energia e as empresas petrolíferas estatais estão se tornando dominantes no lado da oferta."
A única opinião discordante sobre a tendência dos preços foi do economista Kenneth Rogoff, da Universidade de Harvard. Ele prevê que uma recessão nos Estados Unidos terá um impacto relevante no consumo de commodities em todo o mundo. "O preço do barril do petróleo deve cair para cerca de US$ 75 com a queda no consumo", disse. "E se o dólar não estivesse tão fraco e a inflação tão elevada a queda seria ainda maior, para um pouco abaixo dos US$ 70." Rogoff alertou, no entanto, que a "volatilidade nos preços vai continuar durante muitos anos".
Opep
A possibilidade da Opep elevar sua produção para aliviar o aperto entre a demanda e a oferta mundial foi, mais uma vez, descartada por um dos representantes do cartel presente no evento, o vice-primeiro-ministro do Quatar, Abdulla Bin Hamad Al Attiyah. "Nós vamos produzir a quantidade de petróleo que sabemos que as pessoas vão consumir, e não disponibilizar mais do que o necessário", afirmou.
Al Attiyah atribui os preços elevados à especulação nos mercados financeiros. Mas Birol discordou e aproveitou para alfinetar a Opep. "Os preços estão elevados porque o consumo está crescendo e a oferta é limitada", disse o economista da AIE. "A especulação apenas amplifica essa tendência."
A necessidade de pesados investimentos no setor, principalmente em energias alternativas e renováveis, também foi um tema de destaque no encontro. "Se não encontrarmos uma estrutura certa, que leve em conta o balanço entre o aumento da demanda e a necessidade de energia limpa, teremos sérios problemas no futuro próximo" alertou Birol.
Science of the bleedin' obvious
News headlines are usually dominated by science that makes us think about how we live, about our fragile world and our humble place in the universe.
But there are many projects that pass unnoticed, when they deserve a mention because they reassure us that science does not hold all the answers: we can work out plenty of things for ourselves without the help of mathematics, fancy experiments or expensive equipment.
Seatbelts help you survive crashes
A recent university study wowed readers when it concluded that failing to wear a seatbelt increases your chance of being killed in a car crash.
In many rural US communities, there is little or no enforcement of the law to wear a seat belt whilst driving. In more than half of the states, police officers can stop drivers for having a broken rear light or out of date tax disk, yet they can't say a word when it comes to wearing a seat belt.
Figures have shown that whilst around 20 per cent of Americans live in the countryside, they account for almost 60 percent of all roads deaths. What's more, those states with the highest rural fatalities also had the worst records for seat belt law enforcement.
But that's not the end of the story, some people argue. As well as being more likely to suffer a horrific injury because their not wearing a seatbelt, rural drivers have to wait longer for emergency services to arrive.
Couple this with quieter country roads making drivers more inclined to drive with a false sense of security, and you've got an accident, literally, waiting to happen.
People concerned about their health are more likely to take the stairs
When customers in a shopping centre were warned of the dangers of heart disease on posters at the foot of an escalator, the number of people using the staircase more than doubled.
A staggering 82,000 shoppers had their bi-pedal behaviour monitored by the University of Birmingham and sure enough, it seems the public could easily be manipulated into performing a minimal amount of exercise.
A senior lecturer in applied psychology, and co-author of the study, made the bold observation that certain members of the public responded to the signs.
He then took this a stage further by claiming that "if you can persuade people to take the stairs, then we might really have something in the war against obesity."
It's been claimed by some scientists that climbing stairs for seven minutes every day could reduce your risk of developing heart disease by about 60 per cent.
With most of us leading increasingly busy lives, public health officials in the UK appear to have taken the Birmingham study to their heart and if the rumours are to be believed, staircases could actually be the future.
But there are many projects that pass unnoticed, when they deserve a mention because they reassure us that science does not hold all the answers: we can work out plenty of things for ourselves without the help of mathematics, fancy experiments or expensive equipment.
Seatbelts help you survive crashes
A recent university study wowed readers when it concluded that failing to wear a seatbelt increases your chance of being killed in a car crash.
In many rural US communities, there is little or no enforcement of the law to wear a seat belt whilst driving. In more than half of the states, police officers can stop drivers for having a broken rear light or out of date tax disk, yet they can't say a word when it comes to wearing a seat belt.
Figures have shown that whilst around 20 per cent of Americans live in the countryside, they account for almost 60 percent of all roads deaths. What's more, those states with the highest rural fatalities also had the worst records for seat belt law enforcement.
But that's not the end of the story, some people argue. As well as being more likely to suffer a horrific injury because their not wearing a seatbelt, rural drivers have to wait longer for emergency services to arrive.
Couple this with quieter country roads making drivers more inclined to drive with a false sense of security, and you've got an accident, literally, waiting to happen.
People concerned about their health are more likely to take the stairs
When customers in a shopping centre were warned of the dangers of heart disease on posters at the foot of an escalator, the number of people using the staircase more than doubled.
A staggering 82,000 shoppers had their bi-pedal behaviour monitored by the University of Birmingham and sure enough, it seems the public could easily be manipulated into performing a minimal amount of exercise.
A senior lecturer in applied psychology, and co-author of the study, made the bold observation that certain members of the public responded to the signs.
He then took this a stage further by claiming that "if you can persuade people to take the stairs, then we might really have something in the war against obesity."
It's been claimed by some scientists that climbing stairs for seven minutes every day could reduce your risk of developing heart disease by about 60 per cent.
With most of us leading increasingly busy lives, public health officials in the UK appear to have taken the Birmingham study to their heart and if the rumours are to be believed, staircases could actually be the future.
Police raid flat of rogue trader Jerome Kerviel

French police this evening forced their way into the home of the rogue trader blamed for one of the largest scandals in the history of banking.
Plain-clothes officers required the help of a locksmith to gain access to Jerome Kerviel's apartment in Neuilly-sur-Seine, the upmarket suburb of Paris, at around 5.30pm.
The precise whereabouts of the 31-year-old remain a mystery, although his lawyer insists that he is not in hiding and is prepared to speak to the authorities.
It was revealed today that Mr Kerviel began his incredible deception after being deeply affected by the death of his father.
Neighbours in the pretty village in Brittany where Jerome Kerviel grew up said his father Charles, a local builder, died less than a year ago.
One said: "They are a close family and Jerome was very upset by the death of his father. I'm sure this must have had something to do with it."
The mayor of Pont-l'Abbe, Thierry Mavic, also implied that a marriage break-up may have affected the trader's behaviour.
The town official said Mr Kerviel was married "two or three years ago" - suggesting that he may now be divorced or separated.
Earlier today a friend of Mr Kerviel posted a handwritten note on the letter box of the trader's flat reading: "Don't search here. He has been seeking refuge elsewhere probably for some time now."
Neighbour Jacqueline Cuny said: "He used to leave early in the morning and come home late at night. He was a busy young man."
Sources say the trader and amateur judo instructor is "suffering trauma" at the wave of global publicity which has made his name one of the most searched-for terms on the internet.
"It's only natural that he might want to stay away from the limelight.
"He wants to deal with the authorities but does not want to become a celebrity. It's just not in his nature."
Société Générale announced this morning that the sums involved in the alleged fraud could be even greater than first thought.
A bank official confirmed that the size of the trader's positions had reached "several tens of billions of euros," a staggering sum for a bank whose market capitalization is €35.9 billion. The amount is even more stunning in comparison with the $15 million a year revenue attributed to the team in which Mr Kerviel worked.
One former colleague described the situation as a "like a mutating virus", adding: "Once you are in the maelstrom it is probably hard to stop."
The bank has filed an official complaint accusing Mr Kerviel of falsifying records and computer fraud.
They suspect he was taking massive risks in an attempt to boost his bonuses which, his salary included, amounted to a relatively modest £75,000 last year.
Investigating judges and police are expected to try to interview the 31-year-old at the earliest available opportunity, after the Paris prosecutors office opened a preliminary hearing into the scandal.
Iraqi prisoner abuse inquiry criticises army training

A report into alleged abuse of Iraqi prisoners by British troops claims soldiers were given only "scant" guidance on how to treat civilian detainees.
Troops must be taught "a better understanding between right and wrong", according to the report issued today following a two-year inquiry.
However, the author, Brigadier Robert Aitken, said there was no evidence of endemic abuse.
Lawyers acting for Iraqi civilians dismissed the findings as a "whitewash" and said there was already clear evidence that abuse had been "rife". The father of an Iraqi man who died in British custody after suffering a catalogue of injuries said he did not "accept this report for a second".
The head of the army, General Sir Richard Dannatt, insisted lessons had been learned and he was "satisfied that the standards of behaviour are now understood by all our people".
"We have endeavoured to learn from our experiences and changed some of our processes of training and the way we prepare, educate and train our soldiers for these operations.
"We pride ourselves on the highest standards and I think we are only as good as our weakest link, and when anyone lets us down indeed I am disappointed and I am angry and I know we can do better and we must do better."
The report stated that "there remain some outstanding issues" to be addressed, adding that lessons from police investigations, legal advice and trials need to be better handled "so that trends in criminal behaviour or professional shortcomings can be quickly identified and remedied".
The inquiry was commissioned after the deaths of Baha Mousa, a hotel receptionist who died in British custody with 93 separate injuries, and 16-year-old Ahmed Jabber Kareem, who drowned after allegedly being forced to swim across a river.
The report was released as the defence secretary, Des Browne, said a review had concluded that "no further criminal lines of enquiry" would be pursed in regard to Mousa's death. Browne said the army was now doing everything possible to prevent further abuses.
In a written statement to MPs, he said the report was rightly critical.
"The army has already done a great deal to improve its procedures and I am satisfied that the army is doing everything possible to ensure that its personnel do not repeat the appalling acts that were perpetrated in these cases," he wrote.
"I believe that Brigadier Aitken has demonstrated this in his report but we must not be complacent."
At the time of the deaths, the British army was struggling to control the growing insurgency in southern Iraq in 2003 and early 2004.
Six out of seven soldiers charged in relation with Mousa's death were cleared but one soldier, Corporal Donald Payne, pleaded guilty to inhumane treatment. Two soldiers were acquitted of involvement in Kareem's death.
A court martial related to the Mousa case revealed confusion over the treatment of detainees, with senior officers apparently unaware that "hooding" of prisoners and sleep deprivation were banned under the Geneva conventions and British law.
Phil Shiner of Public Interest Lawyers, which has represented Iraqis allegedly mistreated by British forces, said: "There is the clearest evidence from the court martial into the death of Baha Mousa, and other emerging evidence, that systematic abuse by UK soldiers in Iraq was rife.
"My firm alone is acting in cases apparently involving over 30 deaths in detention including executions.
"It was standard operating procedure to hood, stress and deprive detainees of sleep, water and food. Our clients have been subjected to torture, abuse and humiliation."
Mousa's father, Daoud, insisted his son was the victim of officially sanctioned violence.
"As a senior officer in the Iraqi army, I am clear that these terrible actions could not have taken place without support from senior officers within the British Army.
"They either knew, or ought to have known, what was happening. Either way, I hold them to account for what happened to my son. I do not accept this report for a second."
Aitken said in a 2006 hearing that he believed poor preparation had led to confusion over what interrogation practices were appropriate. He said there was a lack of detailed doctrine on how to handle prisoners of war.
Amnesty International UK's campaigns director, Tim Hancock, called for a fully independent report into the death of Mousa.
"We'd like to see Mr Mousa's family fully involved in a properly independent investigation to finally lay this matter to rest," he said.
"We also still need to know why members of the armed forces used techniques like hooding, stress positions and sleep deprivation when these had long been outlawed."
Aitken said in a 2006 hearing that he believed poor preparation had led to confusion over approrpriate interrogation practices. He said there was a lack of detailed doctrine on how to handle prisoners of war.
Now Labour faces third police inquiry
Gordon Brown was forced into the first unwanted and damaging cabinet reshuffle of his six months as prime minister last night after Peter Hain resigned his post as he faced the prospect of being questioned under caution by police investigating more than £100,000 of undeclared donations.
In what will be the third police investigation into Labour and political funding, the work and pensions minister could be prosecuted under the Political Parties, Elections and Referendums Act 2000. Under the law anyone convicted of a corrupt or illegal act could face a fine or one year's imprisonment.
Hain was left with no choice but to tender his resignation after the Electoral Commission took the dramatic step of referring to Scotland Yard the failure to disclose 17 donations to his deputy leadership campaign. Hain, 57, who was also secretary of state for Wales, had a legal duty under the act to inform the commission of his donations.
He said he was leaving the government to dedicate himself full time to clearing his name. He was given only two hours' notice that the commission was going to issue a statement, but was not told what it said. Later, he rang Brown, and both rapidly agreed he had to resign.
One of the most independent minded figures in a sometimes grey cabinet, Hain had been hoping, as had Brown, that the commission would simply reprimand him for a serious administrative oversight.
But sources at the commission said unanswered questions about the degree of Hain's knowledge about the money meant the police needed to be called in.
There was anger within Labour circles over the commission's tough stance. One source pointed out that the independent body had issued a one line press release when David Cameron, the Conservative leader, was forced to repay £7,000 of foreign donations.
But the commission, which has no powers to impose any punishment, believed it could not simply issue a reprimand given the scale of the non-disclosure.
Shortly after he quit, Hain said: "I severely and seriously regret the mistake in declaring the donations late."
In a letter to Brown he added: "I made a mistake but it was an innocent mistake."
Members of the Hain campaign team have already hired lawyers to prepare themselves for what may be a lengthy police inquiry.
Amid signs of continuing falling-out within the campaign over responsibility for the debts, and responsibility for the failure to report donations, some members of Hain's staff were advised not to talk to one another in case they could be accused of colluding, or even preparing to pervert the course of justice.
The Metropolitan police confirmed an investigation had begun by detectives from its Economic and Specialist Crimes Command led by Acting Commander Nigel Mawer, who is already leading an inquiry over allegedly disguised donations to Labour.
The police are expected to focus on the use of a little known thinktank to channel £50,000 donations, the role of a campaign organiser, Steve Morgan, and responsibility within the campaign for declaring donations.
The prime minister moved quickly to implement a wider than necessary reshuffle, promoting young ministers rather than drafting in former cabinet heavyweights, such as the former home secretary Charles Clarke. The culture secretary, and a former pensions minister, James Purnell, 37, was promoted to work and pensions secretary. Andy Burnham, 38, previously Treasury chief secretary, was appointed culture secretary. He is replaced at the Treasury by the housing minister, Yvette Cooper, 38.
Paul Murphy, an experienced old hand, was asked to return to the Wales Office.
Brown will be furious that his efforts to offer a clean break after the 18 month cash-for-peerages inquiry has ended with the first criminal inquiry into a cabinet minister he appointed. He will also be hoping that the deputy leader, Harriet Harman, will not face a police investigation over her receipt of a £5,000 donation to her campaign.
Cameron accused Brown of failing to show leadership earlier. "It's the right decision, but it shouldn't have happened in this way," he said of the resignation.
In what will be the third police investigation into Labour and political funding, the work and pensions minister could be prosecuted under the Political Parties, Elections and Referendums Act 2000. Under the law anyone convicted of a corrupt or illegal act could face a fine or one year's imprisonment.
Hain was left with no choice but to tender his resignation after the Electoral Commission took the dramatic step of referring to Scotland Yard the failure to disclose 17 donations to his deputy leadership campaign. Hain, 57, who was also secretary of state for Wales, had a legal duty under the act to inform the commission of his donations.
He said he was leaving the government to dedicate himself full time to clearing his name. He was given only two hours' notice that the commission was going to issue a statement, but was not told what it said. Later, he rang Brown, and both rapidly agreed he had to resign.
One of the most independent minded figures in a sometimes grey cabinet, Hain had been hoping, as had Brown, that the commission would simply reprimand him for a serious administrative oversight.
But sources at the commission said unanswered questions about the degree of Hain's knowledge about the money meant the police needed to be called in.
There was anger within Labour circles over the commission's tough stance. One source pointed out that the independent body had issued a one line press release when David Cameron, the Conservative leader, was forced to repay £7,000 of foreign donations.
But the commission, which has no powers to impose any punishment, believed it could not simply issue a reprimand given the scale of the non-disclosure.
Shortly after he quit, Hain said: "I severely and seriously regret the mistake in declaring the donations late."
In a letter to Brown he added: "I made a mistake but it was an innocent mistake."
Members of the Hain campaign team have already hired lawyers to prepare themselves for what may be a lengthy police inquiry.
Amid signs of continuing falling-out within the campaign over responsibility for the debts, and responsibility for the failure to report donations, some members of Hain's staff were advised not to talk to one another in case they could be accused of colluding, or even preparing to pervert the course of justice.
The Metropolitan police confirmed an investigation had begun by detectives from its Economic and Specialist Crimes Command led by Acting Commander Nigel Mawer, who is already leading an inquiry over allegedly disguised donations to Labour.
The police are expected to focus on the use of a little known thinktank to channel £50,000 donations, the role of a campaign organiser, Steve Morgan, and responsibility within the campaign for declaring donations.
The prime minister moved quickly to implement a wider than necessary reshuffle, promoting young ministers rather than drafting in former cabinet heavyweights, such as the former home secretary Charles Clarke. The culture secretary, and a former pensions minister, James Purnell, 37, was promoted to work and pensions secretary. Andy Burnham, 38, previously Treasury chief secretary, was appointed culture secretary. He is replaced at the Treasury by the housing minister, Yvette Cooper, 38.
Paul Murphy, an experienced old hand, was asked to return to the Wales Office.
Brown will be furious that his efforts to offer a clean break after the 18 month cash-for-peerages inquiry has ended with the first criminal inquiry into a cabinet minister he appointed. He will also be hoping that the deputy leader, Harriet Harman, will not face a police investigation over her receipt of a £5,000 donation to her campaign.
Cameron accused Brown of failing to show leadership earlier. "It's the right decision, but it shouldn't have happened in this way," he said of the resignation.
Suicide inquiry police to re-examine 13 deaths
Senior detectives investigating a spate of young suicides in south Wales over the past year are to re-examine the files of 13 deaths in the area - including four cases that are officially closed.
Sources close to the investigation have told the Guardian that in the coming days detectives will look again at the files of 13 apparent suicides in search of similarities, amid concerns over the unexplained deaths.
In response to enquiries, South Wales police issued a statement saying: "We will be reviewing a number of cases of sudden deaths in the Bridgend area as part of the investigation process. At this stage, we can't confirm the number or further detail."
Philip Walters, the coroner with responsibility for Bridgend county borough, has identified 13 apparent suicides of people aged 27 and under.
Among the cases are five involving people aged between 21 and 27, three 20-year-olds, two 19-year-olds, an 18-year-old and two 17-year-olds. All are apparently unexplained and were within the space of a few miles.
Until now, officers have said only that they are investigating the apparent suicide of Natasha Randall, 17, who was found hanged in her bedroom at her home in Blaengarw, Bridgend, last week.
They said as part of their inquiries they would seek to establish Natasha's relationship with friends and would look through her computer as a matter of "routine".
Concern over possible links between suicide victims in the area have mounted this week after it was claimed that seven young people in the area who had hanged themselves were in some way connected.
Sources close to the investigation have told the Guardian that in the coming days detectives will look again at the files of 13 apparent suicides in search of similarities, amid concerns over the unexplained deaths.
In response to enquiries, South Wales police issued a statement saying: "We will be reviewing a number of cases of sudden deaths in the Bridgend area as part of the investigation process. At this stage, we can't confirm the number or further detail."
Philip Walters, the coroner with responsibility for Bridgend county borough, has identified 13 apparent suicides of people aged 27 and under.
Among the cases are five involving people aged between 21 and 27, three 20-year-olds, two 19-year-olds, an 18-year-old and two 17-year-olds. All are apparently unexplained and were within the space of a few miles.
Until now, officers have said only that they are investigating the apparent suicide of Natasha Randall, 17, who was found hanged in her bedroom at her home in Blaengarw, Bridgend, last week.
They said as part of their inquiries they would seek to establish Natasha's relationship with friends and would look through her computer as a matter of "routine".
Concern over possible links between suicide victims in the area have mounted this week after it was claimed that seven young people in the area who had hanged themselves were in some way connected.
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